Quando a mágoa em toda a plenitude me atacar e eu tentar dominá-la com o coração cheio de brandura, terei paz.
Quando a ingratidão acercar-se de mim atiçando revolta e eu parar um pouco, compreender e combaté-la com ternura, terei paz.
Quando a inveja e o sofrimento baterem na janela da minha vida e eu não mais escutar, com certeza terei paz.
Quando o orgulho e o egoismo insistirem em me acompanhar e eu tiver escolhido o amor como companheiro, terei imensa paz.
A doce paz é uma estrada de renuncia e persistência, dependendo unicamente do viajante a sua conquista.
Então…
Quando serei um homem de paz ?
Por certo.
Quando eu me vencer.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
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