Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Chaga da Sociedade

Você sabe qual é o pior sentimento do homem, aquele que é a raiz de todos os males que o infelicitam?
Se você ainda não sabia, então preste atenção na resposta dada pelos sábios do espaço, a
Allan Kardec:
"temo-lo dito muitas vezes: o egoísmo. Daí deriva todo mal. Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos há egoí­smo."
"Quem quiser, desde esta vida, ir aproximando-se da perfeição moral, deve expurgar o seu coração de todo sentimento de egoí­smo, visto ser o egoísmo incompatí­vel com a justiça, o amor e a caridade. Ele neutraliza todas as outras qualidades."
Como dizem os espí­ritos superiores, o egoí­smo é incompatí­vel com a justiça, o amor e a caridade. E isso se percebe com clareza nas mais variadas situações de um povo ou de uma nação.
Quando analisamos, com isenção de ânimo, as injustiças sociais vigentes em qualquer país do mundo, detectaremos homens, classes sociais, partidos polí­ticos ou religiosos, defendendo seus interesses, em detrimento da justiça.
O egoí­sta pensa somente em si. Quer seus direitos respeitados, mas não cogita de respeitar os direitos alheios. Sua visão de justiça é unilateral.
é por essa razão que a humanidade anda a braços com a violência, com a corrupção, com a supremacia dos interesses pessoais sobre o que é justo.
É por causa do egoí­smo que eclodem as guerras, desde os pequenos conflitos familiares, as guerras religiosas até as grandes guerras de alcance mundial.
Mas quando existe o sentimento de fraternidade, de solidariedade, de altruísmo nos corações dos homens, estes abrem mão dos interesses pessoais a favor da justiça e do bem-estar comum.
Numa sociedade civilizada, todo cidadão tem direito ao necessário, que é o direito à alimentação, moradia, saúde e escola.
A violência só se cala diante da justiça e do amor. Mas de uma justiça que saia do papel e das palavras para se tornar realidade em todos os campos da sociedade.
Mas, enquanto houver egoísmo não haverá amor nem justiça.
Por tudo isso, é necessário erradicar essa ferida social chamada egoísmo de uma vez por todas, para que possamos vislumbrar a possibilidade de uma sociedade em que a justiça e a fraternidade sejam uma realidade.
E esse câncer só será extirpado do coração do homem quando o bisturi da educação for manipulado com sabedoria.
Quando o germe do amor for implantado no coração da criança ele florescerá e dará frutos capazes de neutralizar o ódio e a injustiça.
E isso se dará pela educação. Uma educação baseada no exemplo e na máxima evangélica que estabelece "fazer ao outro o que gostaríamos que o outro nos fizesse".

Pense nisso!

Á medida que os homens se instruem acerca das coisas espirituais, menos valor dão ás coisas materiais.
Depois, necessário é que se reformem as instituições humanas que excitam o egoí­smo e o mantém vivo. Isso depende da educação.
Não da educação que faz homens instruí­dos, mas daquela que forma homens de bem.

Pense nisso!

Equipe de Redação do
Momento Espí­rita, com base em O Livro dos Espí­ritos, pergs. 913 e 914.

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Esqueça tudo menos

Esqueça os erros que já não podem ser corrigidos...
Mas lembre-se das lições que você aprendeu.

Esqueça os dias de nuvens escuras...
Mas lembre-se das horas passadas ao sol.

Esqueça as vezes em que você foi derrotado...
Mas lembre-se das suas conquistas e vitórias.

Esqueça as infelicidades que você enfrentou...
Mas lembre-se de quando a felicidade voltou.

Esqueça os dias solitários que você atravessou...
Mas lembre-se dos sorrisos amáveis que encontrou...

Esqueça os planos que não deram certo...
Mas lembre-se de SEMPRE TER UM SONHO !

"Somos aquilo que pensamos.
Tudo o que somos surge com os nossos pensamentos.
Com nossos pensamentos, fazemos o mundo.
Fale ou actue com a mente pura
E a felicidade o seguirá
Assim com sua sombra, inabalável."

Buda

Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Porque as pessoas gritam ?

Um dia um grande filósofo perguntou aos seus discípulos o seguinte:
Porque as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
Os homens pensaram por alguns momentos:
Porque perdemos a calma - disse um deles
- por isso gritamos.
Mas, porque gritar quando a outra pessoa está ao teu lado? - perguntou o filósofo.
- Não é possível falar-lhe em voz baixa? Porque gritas a uma pessoa quando estas aborrecido?
Os homens deram algumas respostas mas nenhuma delas satisfazia ao filósofo..

Finalmente ele explicou:
Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distãncia precisam gritar para poder escutar-se. Quanto mais aborrecidas estejam, mais forte terão que gritar para escutar-se um ao outro através desta grande distancia.
Em seguida o filósofo perguntou:
- O que sucede quando duas pessoas se enamoram?
Elas não se gritam mas sim se falam suavemente, porque? Seus corações estão muito perto. A distãncia entre elas é pequena, continuou o filósofo.
- Quando se enamoram acontece mais alguma coisa ?
Não falam, somente sussurram e ficam mais perto ainda de seu amor.
Finalmente não necessitam sequer sussurrar, somente se olham e isto é tudo.
Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Então disse o filósofo:
" QUANDO DISCUTIREM, NÃO DEIXEM QUE SEUS CORAÇÕES SE AFASTEM, NÃO DIGAM PALAVRAS QUE OS DISTANCIEM MAIS, CHEGARÁ UM DIA EM QUE A DISTÃNCIA SERÁ TANTA QUE NÃO MAIS ENCONTRARÃO O CAMINHO DE VOLTA.

Autor Desconhecido

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

O furo no barco

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco.
Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo.
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco! - disse ele.
- Mas isto não é pelo trabalho de pintura. è por ter consertado o vazamento do barco.
- Ah!, mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
- Meu caro amigo, você não compreende.
Deixe-me contar-lhe o que aconteceu.
Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento.
Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria.
Eu não estava em casa naquele momento.
Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo.
Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos.
Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado!
Percebe, agora, o que fez?
Salvou a vida de meus filhos!
Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa acção.

Não importa para quem, quando ou de que maneira: mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.

Em todo tempo ame o irmão! (Provérbios 17:17)

Autor Desconhecido

Minha Nota: Ajude sempre, se não for reconhecido na terra pelos seus actos será inevitávelmente reconhecido por Deus que é o maior reconhecimento que podemos ter.
As nossas atitudes no bem terão bons frutos ainda que não possamos imaginar os frutos que vamos conher mais tarde.

Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Desejo

Desejo, primeiro, que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,
Mas, se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconsequentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo, depois, que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos
Quando não restar mais nada
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo, ainda, que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerãncia,
Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais.
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer;
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
é preciso deixar que eles escorram por entre nãos.

Desejo, por sinal, que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso
e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo, ainda, que você afague um gato,
Alimente um cão
E ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga Isso é meu,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele ou por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo, por fim, que você, sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que, sendo mulher,
Tenha um bom homem.
E que se amem hoje, amanhâ e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Nâo tenho mais nada a lhe desejar"
Victor Hugo

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Vida após a vida

Num artigo muito interessante, Paulo Angelim, que é arquiteto pós-graduado em Marketing, dizia mais ou menos o seguinte:
"Não estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro.
Existem outros tipos de morte e não precisamos morrer todo dia.
A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação.
Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvolo e do esperma.
Não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio!
A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo.
Há a fronteira entre o passado e o futuro.
Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo, que acha que ainda tem muito tempo pela frente.
Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido, que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas.
Quer ter um bom relacionamento?
Então mate dentro de você o jovem inseguro ou ciumento ou o solteiro solto, que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém.
Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior.
E qual o risco de não agirmos assim?
O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso.
Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser.
Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam.
Acabam se transformando em projetos inacabados, hé­bridos, adultos "infantilizados".
Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não matemos virtudes de criança que também são necessárias a não, adultos, como:
brincadeira, sorriso fácil vitalidade, criatividade...
Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar pensamentos infantis, para passarmos a pensar como adultos.
Quer ser alguém (lí­der, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadâ, amigo ou amiga) melhor e mais evoluí­do?
Então, o que você precisa matar em si ainda hoje para que nasça o ser que você tanto deseja ser?
Pense nisso e morra!
Mas não esqueça de nascer melhor ainda!"

Paulo Angelim

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Teu Livro

A existência na Terra é um livro que estais escrevendo...
Cada dia é uma página ...
Cada hora é uma afirmação de tua personalidade através das pessoas e das situações que te buscam.
Não menosprezes o ensejo de criar uma epopéia de amor em torno de teu nome.
As boas obras são frases de luz que endereças à humanidade inteira.
Em cada resposta aos outros, em cada gesto os semelhantes, em cada manifestação dos teus pontos de vista e em cada demonstração de tua alma, grafas com tinta perene, a história de tua passagem.
Nas impressões que produzes, ergue-se o livro dos teus testemunhos.
A morte é a grande colecionadora que recolherá as folhas de tua biografia, gravada por ti mesmo, nas vidas que te rodeiam.
Não desprezes, assim, a companhia da indulgência, através da senda que o Senhor te deu a trilhar.
Faze uma Área de amor ao redor do próprio coração, porque só o amor é suficientemente forte e sábio para orientar-se escritura individual, convertendo-a em compéndio de auxilio e esperança para quantos te seguem os passos.
Vive, pois com Jesus, na intimidade do coração, não te afastes d'Ele em tuas atitudes de cada dia e o livro de tua vida converter-se-á num poema de felicidade e num tesouro de bençãos.

[Emmanuel]
[Francisco Cándido Xavier]
[Vida e Caminho]