Roga a Deus que na tua mesa pobre, nunca te falte o pão de cada dia,
E que, pelo contrário, sempre sobre para o teu semelhante uma fatia!
Mais, que a tua bondade se desdobre junto aos que sofrem na última agonia;
E, enfim, divide o pano que te cobre com quem te inspire pena e simpatia!
Faz o bem que puderes, nada custa!
E terás a indulgência merecida, na sentença de Deus, serena e justa.
Não proclames a ajuda que a outros deste, mas, sim, lamente de alma arrependida, Unicamente o bem que não fizeste!
Nestor Guimarães
domingo, 31 de agosto de 2008
As varas da videira
Eu sou a videira, vós as varas. Jesus (João, 15:5)
Jesus é o bem e o amor do princípio.
Todas as noções generosas da Humanidade nasceram de sua divina influenciação. Com justiça, asseverou aos discípulos, nesta passagem do Evangelho de João, que seu espírito sublime representa a árvore da vida e seus seguidores sinceros as frondes promissoras, acrescentando que, fora do tronco, os galhos se secariam, caminhando para o fogo da purificação.
Sem o Cristo, sem a essência de sua grandeza, todas as obras humanas estão destinadas a perecer.
A ciência será frágil e pobre sem os valores da consciência, as escolas religiosas estarão condenadas, tão logo se afastem da verdade e do bem.
Infinita é a misericórdia de Jesus nos movimentos da vida planetária. No centro de toda expressão nobre da existência pulsa seu coração amoroso, repleto da seiva do perdão e da bondade.
Os homens são varas verdes da árvore gloriosa. Quando traem seus deveres, secam-se porque se afastam da seiva, rolam ao chão dos desenganos, para que se purifiquem no fogo dos sofrimentos reparadores, a fim de serem novamente tomados por Jesus, à conta de sua misericórdia, para a renovação. É razoável, portanto, positivemos nossa fidelidade ao Divino Mestre, reflectindo no elevado número de vezes em que nos ressecamos, no passado, apesar do imenso amor que nos sustenta em toda a vida.
Mensagem extraída do Livro Caminho, Verdade e Vida Pelo Espírito de Emmanuel.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Jesus é o bem e o amor do princípio.
Todas as noções generosas da Humanidade nasceram de sua divina influenciação. Com justiça, asseverou aos discípulos, nesta passagem do Evangelho de João, que seu espírito sublime representa a árvore da vida e seus seguidores sinceros as frondes promissoras, acrescentando que, fora do tronco, os galhos se secariam, caminhando para o fogo da purificação.
Sem o Cristo, sem a essência de sua grandeza, todas as obras humanas estão destinadas a perecer.
A ciência será frágil e pobre sem os valores da consciência, as escolas religiosas estarão condenadas, tão logo se afastem da verdade e do bem.
Infinita é a misericórdia de Jesus nos movimentos da vida planetária. No centro de toda expressão nobre da existência pulsa seu coração amoroso, repleto da seiva do perdão e da bondade.
Os homens são varas verdes da árvore gloriosa. Quando traem seus deveres, secam-se porque se afastam da seiva, rolam ao chão dos desenganos, para que se purifiquem no fogo dos sofrimentos reparadores, a fim de serem novamente tomados por Jesus, à conta de sua misericórdia, para a renovação. É razoável, portanto, positivemos nossa fidelidade ao Divino Mestre, reflectindo no elevado número de vezes em que nos ressecamos, no passado, apesar do imenso amor que nos sustenta em toda a vida.
Mensagem extraída do Livro Caminho, Verdade e Vida Pelo Espírito de Emmanuel.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
domingo, 24 de agosto de 2008
Mensagem de esperança
Nunca diga que algo é impossível
As coisas são no máximo improváveis
Mas nunca são impossíveis.
Nunca desista antes de tentar
E, se você for se arrepender de algo,
Não se arrependa do que você fez
E sim do que você deixou de fazer
Porque tentar e errar, é ao menos aprender
Enquanto nem mesmo tentar, é desperdício.
Não desperdice nenhuma chance da sua vida
Afinal, a sorte não bate todo dia à sua porta
Tenha discernimento para saber o que é certo
E o que é errado,
Tenha sua própria cabeça
Não se deixe influenciar,
Mas saiba ouvir sempre a opinião dos outros
E saiba admitir seus erros.
E está aqui em busca da felicidade
Da sua e da dos outros.
Procure-a,
Ela está dentro de você!
E você com certeza a merece!
Corra atrás de seus sonhos
Por que sem eles não chegamos a lugar nenhum
Não se conforme
Vá atrás do que você quer
LUTE!!!!
A vida é bela e as esperanças nunca devem acabar
Assim como também não deve acabar
O amor que existe dentro de nós.
Saiba sobreviver às tristezas,
Saiba se erguer após cada queda
E saiba amar sem medo
Pois o medo não nos traz nada
Apenas leva....
Saiba se entregar por inteiro
Abaixar todos os escudos e dizer:
EU ME RENDO!
Ame de corpo e alma
Mesmo que depois esse amor acabe
Aproveite cada momento
Cada segundo do seu viver,
Pois, é como dizem,
No fim, o que conta, não são os anos de sua vida
E sim, a vida em seus anos.
Então, espero sempre que seus anos
Sejam cheios de vida
Não deixe morrer esse anjo que há dentro de você
Esse anjo chamado AMOR
Esse anjo que dá toda a luz necessária para a nossa vida
Deixe ele livre para reinar em seu coração
Pois só assim seu espírito continuará livre do mal
E, se você tiver a sua alma protegida por esse anjo
Nada de ruim vai lhe tocar
Pois você estará sempre ao lado de Deus.
Não tenha ódio por ninguém,
Toda vez que você passar por algum momento difícil,
Erga sua cabeça,
Olhe para o céu
E diga:
Deus está comigo e vai me ajudar!
Por que essa é a realidade,
ELE sempre estará nos ajudando
Só que as vezes ficamos surdos a sua ajuda
E não percebemos o quanto ELE nos ama
Chegamos até ao ponto de pensar que ele nos abandonou
Quando, na verdade, nós que o abandonamos.
Reze, e agradeça,
pois ELE nos deu o maior presente de todos:
A VIDA!!!
Autor desconhecido
As coisas são no máximo improváveis
Mas nunca são impossíveis.
Nunca desista antes de tentar
E, se você for se arrepender de algo,
Não se arrependa do que você fez
E sim do que você deixou de fazer
Porque tentar e errar, é ao menos aprender
Enquanto nem mesmo tentar, é desperdício.
Não desperdice nenhuma chance da sua vida
Afinal, a sorte não bate todo dia à sua porta
Tenha discernimento para saber o que é certo
E o que é errado,
Tenha sua própria cabeça
Não se deixe influenciar,
Mas saiba ouvir sempre a opinião dos outros
E saiba admitir seus erros.
E está aqui em busca da felicidade
Da sua e da dos outros.
Procure-a,
Ela está dentro de você!
E você com certeza a merece!
Corra atrás de seus sonhos
Por que sem eles não chegamos a lugar nenhum
Não se conforme
Vá atrás do que você quer
LUTE!!!!
A vida é bela e as esperanças nunca devem acabar
Assim como também não deve acabar
O amor que existe dentro de nós.
Saiba sobreviver às tristezas,
Saiba se erguer após cada queda
E saiba amar sem medo
Pois o medo não nos traz nada
Apenas leva....
Saiba se entregar por inteiro
Abaixar todos os escudos e dizer:
EU ME RENDO!
Ame de corpo e alma
Mesmo que depois esse amor acabe
Aproveite cada momento
Cada segundo do seu viver,
Pois, é como dizem,
No fim, o que conta, não são os anos de sua vida
E sim, a vida em seus anos.
Então, espero sempre que seus anos
Sejam cheios de vida
Não deixe morrer esse anjo que há dentro de você
Esse anjo chamado AMOR
Esse anjo que dá toda a luz necessária para a nossa vida
Deixe ele livre para reinar em seu coração
Pois só assim seu espírito continuará livre do mal
E, se você tiver a sua alma protegida por esse anjo
Nada de ruim vai lhe tocar
Pois você estará sempre ao lado de Deus.
Não tenha ódio por ninguém,
Toda vez que você passar por algum momento difícil,
Erga sua cabeça,
Olhe para o céu
E diga:
Deus está comigo e vai me ajudar!
Por que essa é a realidade,
ELE sempre estará nos ajudando
Só que as vezes ficamos surdos a sua ajuda
E não percebemos o quanto ELE nos ama
Chegamos até ao ponto de pensar que ele nos abandonou
Quando, na verdade, nós que o abandonamos.
Reze, e agradeça,
pois ELE nos deu o maior presente de todos:
A VIDA!!!
Autor desconhecido
O voó do condor com a águia
Certa vez o Condor cansado da solidão das alturas dos Andes, desceu para um voo mais próximo a outros pássaros. Trazia dentro de si, muito desânimo e muita descrença. Quando olhando para uma montanha, que para ele, não era tão alta; observou que havia uma Águia bem vistosa, que lhe chamava a atenção, pela astúcia e seriedade que transmitia. E com tantos outros pássaros que poderia ter se aproximado, escolheu-a para conversar.
A Águia mostrou-se bem receptiva ao Condor.
Conversaram por vários dias seguidos e em espaços pequenos. E o Condor apesar de muito desconfiado, começou a simpatizar com a esperteza e sonhos de vitória da Águia. E por várias vezes, a Águia chamava a atenção do Condor, pelo comportamento depressivo, que ele demonstrava ter, nos seus momentos de volta ao passado. Fazia com isso, que o Condor visse, que a vida continuava e ele precisaria voltar para suas alturas.
O Condor, sem muito esforço; foi-se levantando e olhando para frente; com perspectivas de ter ao seu lado, aquela amiga que lhe transmitia ensinamentos de força e astúcia. E dentro do coração do Condor, algo muito grande foi crescendo. E a Águia com toda sua lucidez; foi incapaz de contrariar tal sentimento. O tempo passou e o outono chegou. A comida já estava ficando escassa na região. Então o Condor, propôs à sua amiga, que fossem para outro local, onde pudessem encontrar mais alimento e mais condições de vida. A Águia neste momento, se mostrou desconfiada da necessidade do Condor em tê-la junto, para tal tarefa. E não conseguindo ver sentimento de "carinho" e "amor" no convite do Condor; ficou meio receosa ao aceitar o proposto. Mas como não havia outra solução de imediato, balançou sua cabeça e abriu suas lindas asas para o voo. E já exaustos de horas e horas de voo, sobrevoaram um deserto; onde o sol escaldava a areia com seu calor devastador. O Condor observava que sua amiga estava exausta e lhe propôs:
- Vamos descer um pouco? Afinal estamos voando a dias; e você deve estar como eu, muito cansada e com certeza encontraremos água e comida lá em baixo!
A Águia olhou com seus olhos astutos para baixo e talvez sem pensar na preocupação do Condor para com ela, respondeu-lhe:
- Como você tem coragem de acreditar que neste deserto conseguiremos encontrar água e comida? Será que não percebe que se descermos, morreremos escaldados pelo sol e serviremos de alimento para outro animal qualquer?
O Condor neste momento, sentiu a racionalidade da Águia e a sua falta de vontade em querer acreditar, que alguma coisa de bom, pudesse acontecer na tentativa. Era como se a Águia houvesse assumido uma outra personalidade diferente da demonstrada a um bom tempo atrás. O Condor calou sua voz, mas seus pensamentos debulhavam as palavras e atitudes demonstradas pela Águia.
Seguiram por mais alguns dias calados e sufocados pela fome, cansaço e dúvidas entre si. E todas as vezes que o Condor tentava entrar no mérito da questão, querendo entender o que se passava; a Águia sempre muito racional e até fria; lhe achava incompreensível e cobrador de algo, que com certeza, o Condor não tivesse direito.
Ao passarem bem próximo a uma linda cachoeira, o Condor entusiasmado disse:
- Olhe só, quanta água! Deve ter peixes grandes ali e você com sua rapidez, poderia caçar por nós. Suas garras apanhariam os peixes e comeríamos para matar nossa fome.
A Águia olhou para baixo e respondeu-lhe:
- Como você quer que eu chegue próximo aos peixes se o volume da água deste rio é imenso! Poderia me sufocar com a pressão da água sobre mim! E se tentasse apanhá-los próximos às pedras; poderia um jato forte da água desta cachoeira, me derrubar para dentro do rio e eu morreria. Será que você não consegue enxergar o que está me pedindo? O perigo que corro? As dificuldades que teria que enfrentar para vencer isto? Será que você não vê que estaria arriscando tudo o que tenho, por uma tentativa que poderia não dar em nada? Não consegues entender, que nada valeria este risco?
O Condor, neste momento; sentiu que não estava mais falando com a Águia que conhecera. E neste momento, mais do que os outros; sentiu-se só novamente.
Mas já não mais queria sufocar o que pensava, porque havia agora uma necessidade pessoal de falar. E quando tentou mostrar à Águia o que sentia com relação ao que estavam passando; a Águia mais que rapidamente e extremamente racional; mostrou-lhe, que suas prioridades eram outras. E que o Condor, era apenas uma boa companhia enquanto se silenciava ou escutava o que ela dizia.
O Condor sentiu-se novamente só... bem só... Mas uma solidão um tanto quanto pior, porque ela vinha acompanhada de sentimento. E ainda tentou, mesmo de maneira errada, mostrar para a amiga, que ainda poderiam voar juntos.
Mas foram tantas as tentativas frustadas, que o Condor um dia; como a Águia, usou de racionalidade e afastou-se, mas com esperanças de que sua companheira ainda pudesse lhe procurar. E em meio a uma grande discórdia, levantou seu voo sem dizer adeus; pois dentro de si, ainda queria a Águia próxima a ele. Ainda sonhava com o voo bem suave e caloroso que poderiam realizar juntos. Quando já estava a uma boa distância, teve a necessidade de olhar para trás. Mas o vento soprava fortemente. A distância entre ambos já era muito grande, que os olhos do Condor, não mais puderam ver os olhos da Águia. Talvez ambos tenham se arrependido, de não terem tentado voltar atrás e recomeçar seu voo juntos, mas silenciaram-se. O Condor ainda esperaria; mas conhecendo sua amiga, sabia que ela nunca o procuraria; porque sua racionalidade era bem mais forte que seu sentimento. E os sentimentos de ambos, eram medidos pela Águia (sempre racional), com uma desvantagem para o Condor: "ele a amava mais!" E se foram... Para onde?
Não se sabe; mas ainda se ouve o bater das asas solitárias do Condor nos altos das Cordilheiras e o grito da Águia nas montanhas; à procura do que ela com certeza; não deu conta de que era "sentimento". À uma águia, que em meio a sua tentativa de vôo; fez um Condor muito feliz! Que ela possa descobrir, que a racionalidade e os sonhos, devem caminhar juntos e serem dosados com muito amor, para que se possa ser feliz! Simplesmente feliz!!!
Autor desconhecido
A Águia mostrou-se bem receptiva ao Condor.
Conversaram por vários dias seguidos e em espaços pequenos. E o Condor apesar de muito desconfiado, começou a simpatizar com a esperteza e sonhos de vitória da Águia. E por várias vezes, a Águia chamava a atenção do Condor, pelo comportamento depressivo, que ele demonstrava ter, nos seus momentos de volta ao passado. Fazia com isso, que o Condor visse, que a vida continuava e ele precisaria voltar para suas alturas.
O Condor, sem muito esforço; foi-se levantando e olhando para frente; com perspectivas de ter ao seu lado, aquela amiga que lhe transmitia ensinamentos de força e astúcia. E dentro do coração do Condor, algo muito grande foi crescendo. E a Águia com toda sua lucidez; foi incapaz de contrariar tal sentimento. O tempo passou e o outono chegou. A comida já estava ficando escassa na região. Então o Condor, propôs à sua amiga, que fossem para outro local, onde pudessem encontrar mais alimento e mais condições de vida. A Águia neste momento, se mostrou desconfiada da necessidade do Condor em tê-la junto, para tal tarefa. E não conseguindo ver sentimento de "carinho" e "amor" no convite do Condor; ficou meio receosa ao aceitar o proposto. Mas como não havia outra solução de imediato, balançou sua cabeça e abriu suas lindas asas para o voo. E já exaustos de horas e horas de voo, sobrevoaram um deserto; onde o sol escaldava a areia com seu calor devastador. O Condor observava que sua amiga estava exausta e lhe propôs:
- Vamos descer um pouco? Afinal estamos voando a dias; e você deve estar como eu, muito cansada e com certeza encontraremos água e comida lá em baixo!
A Águia olhou com seus olhos astutos para baixo e talvez sem pensar na preocupação do Condor para com ela, respondeu-lhe:
- Como você tem coragem de acreditar que neste deserto conseguiremos encontrar água e comida? Será que não percebe que se descermos, morreremos escaldados pelo sol e serviremos de alimento para outro animal qualquer?
O Condor neste momento, sentiu a racionalidade da Águia e a sua falta de vontade em querer acreditar, que alguma coisa de bom, pudesse acontecer na tentativa. Era como se a Águia houvesse assumido uma outra personalidade diferente da demonstrada a um bom tempo atrás. O Condor calou sua voz, mas seus pensamentos debulhavam as palavras e atitudes demonstradas pela Águia.
Seguiram por mais alguns dias calados e sufocados pela fome, cansaço e dúvidas entre si. E todas as vezes que o Condor tentava entrar no mérito da questão, querendo entender o que se passava; a Águia sempre muito racional e até fria; lhe achava incompreensível e cobrador de algo, que com certeza, o Condor não tivesse direito.
Ao passarem bem próximo a uma linda cachoeira, o Condor entusiasmado disse:
- Olhe só, quanta água! Deve ter peixes grandes ali e você com sua rapidez, poderia caçar por nós. Suas garras apanhariam os peixes e comeríamos para matar nossa fome.
A Águia olhou para baixo e respondeu-lhe:
- Como você quer que eu chegue próximo aos peixes se o volume da água deste rio é imenso! Poderia me sufocar com a pressão da água sobre mim! E se tentasse apanhá-los próximos às pedras; poderia um jato forte da água desta cachoeira, me derrubar para dentro do rio e eu morreria. Será que você não consegue enxergar o que está me pedindo? O perigo que corro? As dificuldades que teria que enfrentar para vencer isto? Será que você não vê que estaria arriscando tudo o que tenho, por uma tentativa que poderia não dar em nada? Não consegues entender, que nada valeria este risco?
O Condor, neste momento; sentiu que não estava mais falando com a Águia que conhecera. E neste momento, mais do que os outros; sentiu-se só novamente.
Mas já não mais queria sufocar o que pensava, porque havia agora uma necessidade pessoal de falar. E quando tentou mostrar à Águia o que sentia com relação ao que estavam passando; a Águia mais que rapidamente e extremamente racional; mostrou-lhe, que suas prioridades eram outras. E que o Condor, era apenas uma boa companhia enquanto se silenciava ou escutava o que ela dizia.
O Condor sentiu-se novamente só... bem só... Mas uma solidão um tanto quanto pior, porque ela vinha acompanhada de sentimento. E ainda tentou, mesmo de maneira errada, mostrar para a amiga, que ainda poderiam voar juntos.
Mas foram tantas as tentativas frustadas, que o Condor um dia; como a Águia, usou de racionalidade e afastou-se, mas com esperanças de que sua companheira ainda pudesse lhe procurar. E em meio a uma grande discórdia, levantou seu voo sem dizer adeus; pois dentro de si, ainda queria a Águia próxima a ele. Ainda sonhava com o voo bem suave e caloroso que poderiam realizar juntos. Quando já estava a uma boa distância, teve a necessidade de olhar para trás. Mas o vento soprava fortemente. A distância entre ambos já era muito grande, que os olhos do Condor, não mais puderam ver os olhos da Águia. Talvez ambos tenham se arrependido, de não terem tentado voltar atrás e recomeçar seu voo juntos, mas silenciaram-se. O Condor ainda esperaria; mas conhecendo sua amiga, sabia que ela nunca o procuraria; porque sua racionalidade era bem mais forte que seu sentimento. E os sentimentos de ambos, eram medidos pela Águia (sempre racional), com uma desvantagem para o Condor: "ele a amava mais!" E se foram... Para onde?
Não se sabe; mas ainda se ouve o bater das asas solitárias do Condor nos altos das Cordilheiras e o grito da Águia nas montanhas; à procura do que ela com certeza; não deu conta de que era "sentimento". À uma águia, que em meio a sua tentativa de vôo; fez um Condor muito feliz! Que ela possa descobrir, que a racionalidade e os sonhos, devem caminhar juntos e serem dosados com muito amor, para que se possa ser feliz! Simplesmente feliz!!!
Autor desconhecido
sábado, 23 de agosto de 2008
Amigos
Os amigos São tão amigos, que voltam.
São tão fraternos, que se unem.
São tão simples, que cativam.
São tão desprendidos, que doam.
São tão dignos, que amam, compreendem e perdoam.
Os amigos São tão necessários, que sempre se fazem presentes.
São tão grandes, que se distinguem.
São tão dedicados, que edificam.
São tão preciosos, que se conservam.
São tão irmãos, que partilham.
São tão sábios, que ouvem, iluminam e calam.
Os amigos São tão raros, que se consagram.
São tão frágeis, que fortalecem.
São tão importantes, que não se esquecem.
São tão fortes, que protegem.
São tão presentes, que participam.
São tão sagrados, que se perenizam.
São tão santos, que rezam.
São tão solidários, que esquecem de si mesmos.
São tão felizes, que fazem a festa.
Os amigos São tão responsáveis, que vivem na verdade.
São tão livres, que crêem.
São tão fieis, que esperam.
São tão unidos, que prosperam.
São tão amigos, que doam a vida.
São tão amigos, que se ETERNIZAM..
Autor desconhecido
São tão fraternos, que se unem.
São tão simples, que cativam.
São tão desprendidos, que doam.
São tão dignos, que amam, compreendem e perdoam.
Os amigos São tão necessários, que sempre se fazem presentes.
São tão grandes, que se distinguem.
São tão dedicados, que edificam.
São tão preciosos, que se conservam.
São tão irmãos, que partilham.
São tão sábios, que ouvem, iluminam e calam.
Os amigos São tão raros, que se consagram.
São tão frágeis, que fortalecem.
São tão importantes, que não se esquecem.
São tão fortes, que protegem.
São tão presentes, que participam.
São tão sagrados, que se perenizam.
São tão santos, que rezam.
São tão solidários, que esquecem de si mesmos.
São tão felizes, que fazem a festa.
Os amigos São tão responsáveis, que vivem na verdade.
São tão livres, que crêem.
São tão fieis, que esperam.
São tão unidos, que prosperam.
São tão amigos, que doam a vida.
São tão amigos, que se ETERNIZAM..
Autor desconhecido
Estrelas do mar
Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colónia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde, ficava em casa escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
- "Por que esta fazendo isso? - perguntou o escritor.
- "Você não vê? - explicou o jovem
- A maré esta baixa e o Sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".
O escritor espantou-se.
- "Meu jovem, existem milhares de quilómetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz?
Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma".
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor:
- "Para essa eu fiz a diferença".
Naquela noite o escritor não conseguiu dormir, nem sequer conseguiu escrever.
Pela manhã, voltou à praia, uniu-se ao jovem e juntos começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano. Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor. Sejamos a diferença!
Autor desconhecido
- "Por que esta fazendo isso? - perguntou o escritor.
- "Você não vê? - explicou o jovem
- A maré esta baixa e o Sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".
O escritor espantou-se.
- "Meu jovem, existem milhares de quilómetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz?
Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma".
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor:
- "Para essa eu fiz a diferença".
Naquela noite o escritor não conseguiu dormir, nem sequer conseguiu escrever.
Pela manhã, voltou à praia, uniu-se ao jovem e juntos começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano. Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor. Sejamos a diferença!
Autor desconhecido
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Poemas de paz
Suportar a mesquinhez de uma afronta sem revide; sofrer o ultraje de uma injustiça sem revolta; perseverar amando embora não amado - são conquistas de um espírito tranquilo que consolidou a fé interior. Quem assim crê possui paz, e possuindo-a desculpa e perdoa.
(De: "Poemas de Paz", de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Simbá)
(De: "Poemas de Paz", de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Simbá)
Que tipo de pessoas vivem neste lugar ?
Conta uma popular lenda do Oriente, que um jovem chegou à beira de um oásis, junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
Que tipo de pessoas vive neste lugar?
Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem? - Perguntou por sua vez o ancião.
Oh! Um grupo de egoístas e malvados - replicou-lhe o rapaz - estou satisfeito de haver saído de lá.
A isso o velho replicou: a mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
Que tipo de pessoas vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta:
Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixa-las.
O mesmo encontrará por aqui, respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:
Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui. Somos todos viajantes no tempo e o futuro de cada um de nós está escrito no passado. Ou seja, cada um encontra na vida exactamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós mesmos.
Autor desconhecido
Que tipo de pessoas vive neste lugar?
Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem? - Perguntou por sua vez o ancião.
Oh! Um grupo de egoístas e malvados - replicou-lhe o rapaz - estou satisfeito de haver saído de lá.
A isso o velho replicou: a mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
Que tipo de pessoas vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta:
Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixa-las.
O mesmo encontrará por aqui, respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:
Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui. Somos todos viajantes no tempo e o futuro de cada um de nós está escrito no passado. Ou seja, cada um encontra na vida exactamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós mesmos.
Autor desconhecido
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Tempo
Não apresses a chuva.
Ela tem seu tempo de cair e saciar a sede da terra;
Não apresses o pôr do sol.
Ele tem seu tempo de anunciar o anoitecer até seu último raio de luz;
Não apresses tua alegria.
Ela tem seu tempo para aprender com a tua tristeza;
Não apresses teu silêncio.
Ele tem seu tempo de paz após o barulho cessar;
Não apresses teu amor.
Ele tem seu tempo de semear mesmo nos solos mais áridos do teu coração;
Não apresses tua raiva.
Ela tem seu tempo para diluir-se nas águas mansas da tua consciência;
Não apresses o outro,
pois ele tem seu tempo para florescer aos olhos do criador;
Não apresses a tí mesmo,
pois precisas de tempo para sentir a tua própria evolução.
Autor desconhecido
Ela tem seu tempo de cair e saciar a sede da terra;
Não apresses o pôr do sol.
Ele tem seu tempo de anunciar o anoitecer até seu último raio de luz;
Não apresses tua alegria.
Ela tem seu tempo para aprender com a tua tristeza;
Não apresses teu silêncio.
Ele tem seu tempo de paz após o barulho cessar;
Não apresses teu amor.
Ele tem seu tempo de semear mesmo nos solos mais áridos do teu coração;
Não apresses tua raiva.
Ela tem seu tempo para diluir-se nas águas mansas da tua consciência;
Não apresses o outro,
pois ele tem seu tempo para florescer aos olhos do criador;
Não apresses a tí mesmo,
pois precisas de tempo para sentir a tua própria evolução.
Autor desconhecido
O que não é amor
Já se falou tanto em amor, amizade e paixão. Que tal falarmos do que não é amor?
Se você precisa de alguém para ser feliz, isso não é amor. É carência.
Se você tem ciúme, insegurança e faz qualquer coisa para conservar alguém ao seu lado, mesmo sabendo que não é amado, e ainda diz que confia nessa pessoa, mas não nos outros, que lhe parecem todos rivais, isso não é amor. É falta de amor próprio.
Se você acredita que "ruim com ela(e), pior sem ela(e)", e sua vida fica vazia sem essa pessoa; não consegue se imaginar sozinho e mantém um relacionamento que já acabou só porque não tem vida própria - existe em função do outro - isso não é amor. É dependência.
Se você acha que o ser amado lhe pertence; sente-se dono(a) e senhor(a) de sua vida e de seu corpo; não lhe dá o direito de se expressar, de ter escolhas, só para afirmar seu domínio, isso não é amor. É egoísmo.
Se você não sente desejo; não se realiza sexualmente; prefere nem ter relações sexuais com essa pessoa, porém sente algum prazer em estar ao lado dela, isso não é amor. É amizade.
Se vocês discutem por qualquer motivo; morrem de ciúmes um do outro e brigam por qualquer coisa; nem sempre fazem os mesmos planos; discordam em diversas situações; não gostam de fazer as mesmas coisas ou ir aos mesmos lugares, mas sexualmente combinam perfeitamente, isso não é amor. É desejo.
Se o seu coração palpita mais forte; o suor torna-se intenso; sua temperatura sobe e desce vertiginosamente, apenas em pensar na outra pessoa, isso não é amor. É paixão.
Agora, sabendo o que não é amor, fica mais fácil analisar, verificar o que está acontecendo e procurar resolver a situação. Ou se programar para atrair alguém por quem sinta carinho e desejo; que sinta o mesmo por você, para que possam construir um relacionamento equilibrado no qual haja, aí sim, este é o verdadeiro e eterno amor.
Meu pai disse-me um dia:
"Filha... você terá três tipos de pessoa na sua vida:
- Um amigo, aquela pessoa que você terá sempre em grande estima, que você sabe que poderá contar sempre; que bastará você insinuar que está precisando de ajuda e a ajuda está sendo dada;
- Um amante, aquela pessoa que faz o seu coração pulsar; que fará com que você flutue e nada importará quando vocês estiverem juntos;
- Uma paixão, aquela pessoa que você amará, desejará incondicionalmente, às vezes nem lhe importando se ela lhe quer ou não, e talvez ela em fique sabendo disso.
Mas, se você conseguir reunir essa três pessoas numa só - pode ter certeza:
Você encontrou a felicidade."
Autor desconhecido
Se você precisa de alguém para ser feliz, isso não é amor. É carência.
Se você tem ciúme, insegurança e faz qualquer coisa para conservar alguém ao seu lado, mesmo sabendo que não é amado, e ainda diz que confia nessa pessoa, mas não nos outros, que lhe parecem todos rivais, isso não é amor. É falta de amor próprio.
Se você acredita que "ruim com ela(e), pior sem ela(e)", e sua vida fica vazia sem essa pessoa; não consegue se imaginar sozinho e mantém um relacionamento que já acabou só porque não tem vida própria - existe em função do outro - isso não é amor. É dependência.
Se você acha que o ser amado lhe pertence; sente-se dono(a) e senhor(a) de sua vida e de seu corpo; não lhe dá o direito de se expressar, de ter escolhas, só para afirmar seu domínio, isso não é amor. É egoísmo.
Se você não sente desejo; não se realiza sexualmente; prefere nem ter relações sexuais com essa pessoa, porém sente algum prazer em estar ao lado dela, isso não é amor. É amizade.
Se vocês discutem por qualquer motivo; morrem de ciúmes um do outro e brigam por qualquer coisa; nem sempre fazem os mesmos planos; discordam em diversas situações; não gostam de fazer as mesmas coisas ou ir aos mesmos lugares, mas sexualmente combinam perfeitamente, isso não é amor. É desejo.
Se o seu coração palpita mais forte; o suor torna-se intenso; sua temperatura sobe e desce vertiginosamente, apenas em pensar na outra pessoa, isso não é amor. É paixão.
Agora, sabendo o que não é amor, fica mais fácil analisar, verificar o que está acontecendo e procurar resolver a situação. Ou se programar para atrair alguém por quem sinta carinho e desejo; que sinta o mesmo por você, para que possam construir um relacionamento equilibrado no qual haja, aí sim, este é o verdadeiro e eterno amor.
Meu pai disse-me um dia:
"Filha... você terá três tipos de pessoa na sua vida:
- Um amigo, aquela pessoa que você terá sempre em grande estima, que você sabe que poderá contar sempre; que bastará você insinuar que está precisando de ajuda e a ajuda está sendo dada;
- Um amante, aquela pessoa que faz o seu coração pulsar; que fará com que você flutue e nada importará quando vocês estiverem juntos;
- Uma paixão, aquela pessoa que você amará, desejará incondicionalmente, às vezes nem lhe importando se ela lhe quer ou não, e talvez ela em fique sabendo disso.
Mas, se você conseguir reunir essa três pessoas numa só - pode ter certeza:
Você encontrou a felicidade."
Autor desconhecido
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Precisamos uns dos outros
Havia uma garotinha que gostava de passear pelos jardins, quando um dia vê uma borboleta espetada em um espinho.
Muito cuidadosamente ela a solta e a borboleta começa a voar para longe. Então ela volta transformada numa linda fada que lhe diz:
- Por sua bondade, vou conceder-lhe seu maior desejo.
A garotinha pensou por um momento e replicou:
- Quero ser feliz.
A fada inclinou-se até ela e sussurrou algo em seu ouvido e desapareceu subitamente. A garota crescia e ninguém na terra era mais feliz do que ela.
Sempre que alguém lhe perguntava sobre o segredo de sua felicidade, ela somente sorria e respondia:
- Escutei uma fada boa.
Quando ela ficou bem velha, os vizinhos temeram que o seu segredo fabuloso pudesse morrer com ela:
- Diga-nos, por favor - eles imploravam - diga-nos o que a fada disse.
A agora amável velhinha simplesmente sorriu e disse:
- Ela me disse que todas as pessoas, por mais seguras que pudessem parecer, precisavam de mim!
Autor Desconhecido
Muito cuidadosamente ela a solta e a borboleta começa a voar para longe. Então ela volta transformada numa linda fada que lhe diz:
- Por sua bondade, vou conceder-lhe seu maior desejo.
A garotinha pensou por um momento e replicou:
- Quero ser feliz.
A fada inclinou-se até ela e sussurrou algo em seu ouvido e desapareceu subitamente. A garota crescia e ninguém na terra era mais feliz do que ela.
Sempre que alguém lhe perguntava sobre o segredo de sua felicidade, ela somente sorria e respondia:
- Escutei uma fada boa.
Quando ela ficou bem velha, os vizinhos temeram que o seu segredo fabuloso pudesse morrer com ela:
- Diga-nos, por favor - eles imploravam - diga-nos o que a fada disse.
A agora amável velhinha simplesmente sorriu e disse:
- Ela me disse que todas as pessoas, por mais seguras que pudessem parecer, precisavam de mim!
Autor Desconhecido
Creio
Creio em mim mesmo; creio nos que trabalham comigo; creio nos meus amigos; creio na minha família; creio que Deus me emprestará tudo que necessito para triunfar, contanto que eu me esforce para alcançar com meios lícitos e honestos.
Creio nas orações e nunca fecharei os meus olhos para dormir, sem pedir antes a devida orientação a fim de ser paciente com os outros e tolerante com os que não acreditam como eu acredito.
Creio que o triunfo é resultado de esforço inteligente, que não depende de sorte, de magia, de amigos, companheiros duvidosos ou de meu chefe.
Creio que tirarei da vida exactamente o que nela colocar. E, assim sendo, serei cauteloso quando tratar os outros, como quero que eles sejam comigo. Não caluniarei aqueles que não gosto; não diminuirei meu trabalho por ver que os outros o fazem; prestarei o melhor serviço de que sou capaz, porque jurei a mim mesmo triunfar na vida, e sei que o triunfo é sempre resultado do esforço consciente e eficaz.
Finalmente, perdoarei os que me ofendem, porque compreendo que às vezes ofendo os outros e necessito de perdão.
Mahatma Gandhi
Creio nas orações e nunca fecharei os meus olhos para dormir, sem pedir antes a devida orientação a fim de ser paciente com os outros e tolerante com os que não acreditam como eu acredito.
Creio que o triunfo é resultado de esforço inteligente, que não depende de sorte, de magia, de amigos, companheiros duvidosos ou de meu chefe.
Creio que tirarei da vida exactamente o que nela colocar. E, assim sendo, serei cauteloso quando tratar os outros, como quero que eles sejam comigo. Não caluniarei aqueles que não gosto; não diminuirei meu trabalho por ver que os outros o fazem; prestarei o melhor serviço de que sou capaz, porque jurei a mim mesmo triunfar na vida, e sei que o triunfo é sempre resultado do esforço consciente e eficaz.
Finalmente, perdoarei os que me ofendem, porque compreendo que às vezes ofendo os outros e necessito de perdão.
Mahatma Gandhi
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Tua caminhada
Tua caminhada ainda não terminou....
A realidade te acolhe dizendo que pela frente o horizonte da vida necessita de tuas palavras e do teu silêncio.
Se amanhã sentires saudades, lembra-te da fantasia e sonha com tua próxima vitória. Vitória que todas as armas do mundo jamais conseguirão obter, porque é uma vitória que surge da paz e não do ressentimento.
É certo que irás encontrar situações tempestuosas novamente, mas haverá de ver sempre o lado bom da chuva que cai e não a faceta do raio que destrói.
Se não consegues entender que o céu deve estar dentro de ti, é inútil buscá-lo acima das nuvens e ao lado das estrelas. Por mais que tenhas errado e erres, para ti haverá sempre esperança, enquanto te envergonhares de teus erros.
Tu és jovem. Atender a quem te chama é belo, lutar por quem te rejeita é quase chegar à perfeição. A juventude precisa de sonhos e se nutrir de lembranças, assim como o leito dos rios precisa da água que rola e o coração necessita de afecto.
Não faças do amanhã o sinonimo de nunca, nem o ontem te seja o mesmo que nunca mais. Teus passos ficaram. Olhe para trás... mas vá em frente pois há muitos que precisam que chegues para poderem seguir-te.
Charles Chaplin
A realidade te acolhe dizendo que pela frente o horizonte da vida necessita de tuas palavras e do teu silêncio.
Se amanhã sentires saudades, lembra-te da fantasia e sonha com tua próxima vitória. Vitória que todas as armas do mundo jamais conseguirão obter, porque é uma vitória que surge da paz e não do ressentimento.
É certo que irás encontrar situações tempestuosas novamente, mas haverá de ver sempre o lado bom da chuva que cai e não a faceta do raio que destrói.
Se não consegues entender que o céu deve estar dentro de ti, é inútil buscá-lo acima das nuvens e ao lado das estrelas. Por mais que tenhas errado e erres, para ti haverá sempre esperança, enquanto te envergonhares de teus erros.
Tu és jovem. Atender a quem te chama é belo, lutar por quem te rejeita é quase chegar à perfeição. A juventude precisa de sonhos e se nutrir de lembranças, assim como o leito dos rios precisa da água que rola e o coração necessita de afecto.
Não faças do amanhã o sinonimo de nunca, nem o ontem te seja o mesmo que nunca mais. Teus passos ficaram. Olhe para trás... mas vá em frente pois há muitos que precisam que chegues para poderem seguir-te.
Charles Chaplin
Quase acreditei
Quase acreditei que não era nada, ao me tratarem como nada.
Quase acreditei que não seria capaz, quando não me chamavam, por acharem que eu não era capaz.
Quase acreditei que não sabia, quando não me perguntavam, por acharem que eu não sabia.
Quase acreditei ser diferente, entre tantos iguais, entre tantos capazes e sabidos, entre tantos que eram chamados e escolhidos.
Quase acreditei estar de fora, quando me deixavam de fora porque... que falta fazia?
E de quase acreditar adoeci; busquei ajuda com doutores, mestres, magos e querubins.
Procurei a cura em toda parte, e ela estava tão perto de mim.
Me ensinaram a olhar para dentro de mim mesma, e perceber que sou exactamente, como os iguais que me faziam diferente, E acreditei profundamente em mim.
E tenho como dívida com a vida fazer com que cada ser humano se perceba, se ame, se admire de si mesmo, como verdadeira fonte de riqueza.
Foi assim que cresci: acreditando.
Sou exactamente do tamanho de todo ser humano.
E por acreditar perdi o medo de dizer, de falar, participar, e até de cometer enganos.
E se errar?
Paciência, continuo vivendo, por isso aprendendo.
E errar é humano.
Ruth Picchi
Quase acreditei que não seria capaz, quando não me chamavam, por acharem que eu não era capaz.
Quase acreditei que não sabia, quando não me perguntavam, por acharem que eu não sabia.
Quase acreditei ser diferente, entre tantos iguais, entre tantos capazes e sabidos, entre tantos que eram chamados e escolhidos.
Quase acreditei estar de fora, quando me deixavam de fora porque... que falta fazia?
E de quase acreditar adoeci; busquei ajuda com doutores, mestres, magos e querubins.
Procurei a cura em toda parte, e ela estava tão perto de mim.
Me ensinaram a olhar para dentro de mim mesma, e perceber que sou exactamente, como os iguais que me faziam diferente, E acreditei profundamente em mim.
E tenho como dívida com a vida fazer com que cada ser humano se perceba, se ame, se admire de si mesmo, como verdadeira fonte de riqueza.
Foi assim que cresci: acreditando.
Sou exactamente do tamanho de todo ser humano.
E por acreditar perdi o medo de dizer, de falar, participar, e até de cometer enganos.
E se errar?
Paciência, continuo vivendo, por isso aprendendo.
E errar é humano.
Ruth Picchi
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
O elefante e a estaca
Quando eu era criança me encantavam os circos e do que eu mais gostava eram os animais.
Tanto a mim, como a outras pessoas, como fiquei sabendo mais tarde, chamava atenção o elefante. Durante o espectáculo, o enorme animal fazia demonstrações de peso, tamanho e força descomunais.
Mas depois de sua actuação, e até um segundo antes de entrar em cena, o elefante permanecia preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisionava uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. Sem dúvida alguma a estaca era só um pedaço de madeira, apenas enterrado alguns centímetros na terra. E, ainda que a corrente fosse grossa e poderosa, me parecia óbvio que esse animal, capaz de arrancar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancar a estaca e fugir.
O "mistério" é evidente! O que o mantém preso, então? Por que não foge? Quando eu tinha cinco ou seis anos, eu todavia confiava na sabedoria dos adultos. Perguntei então a algum professor, ou a algum parente, sobre o "mistério" do elefante. Um deles me explicou que o elefante não escapava porque estava amestrado.
Fiz então a pergunta óbvia: "Se está amestrado, por que o prendem?" Não recordo haver recebido nenhuma resposta coerente!
Com o tempo, esqueci do "mistério" do elefante e da estaca... eu somente recordava quando me encontrava com outros que também se haviam feito a mesma pergunta. Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque tem permanecido atado à estaca desde muito, muito pequeno.
Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido sujeito à estaca. Tenho certeza que, naquele momento, o elefantezinho puxou, forçou, tratando de soltar-se. E, apesar de todo o esforço, não o pôde fazer. A estaca era certamente muito forte para ele. Juraria que dormiu esgotado e que no dia seguinte voltou a tentar, e também no outro que se seguia. Até que um dia, um terrível dia para sua história, o animal aceitou sua impotência e se resignou a seu destino. O elefante enorme e poderoso que vemos no circo não escapa porque crê, realmente, o pobre, que não pode. Ele tem o registo e a recordação de sua impotência, daquela impotência que sentiu pouco depois de nascer. E o pior é que jamais voltou a questionar seriamente esse registo.
Jamais voltou a colocar à prova sua força outra vez.
Muitas vezes somos como os elefantes.
Vivemos crendo que um montão de coisas "não podemos". Simplesmente porque, alguma vez, quando éramos crianças, tentamos e não conseguimos. Fazemos, então, como o elefante: gravamos em nossa memória: "Não posso. Não posso e nunca poderei!" Crescemos carregando essa mensagem que impusemos a nós mesmos e nunca mais voltamos a tentar.
Quando muito, de vez em quando sentimos as correntes, fazemos soar o seu ruído, ou olhamos com o canto dos olhos a estaca e confirmamos o estigma: "Não posso e nunca poderei!".
A única maneira de tentar de novo é colocando muita coragem em nossa cabeça e em nosso coração!
Autor Desconhecido
Minha nota: até quando os espectáculos deprimentes com animais maltratados para divertir a ignorante plateia.
Isso é, sem dúvida, um resquício dos tempos das arenas onde plateias em delírio assistiam à destruição de vidas humanas.
Tanto a mim, como a outras pessoas, como fiquei sabendo mais tarde, chamava atenção o elefante. Durante o espectáculo, o enorme animal fazia demonstrações de peso, tamanho e força descomunais.
Mas depois de sua actuação, e até um segundo antes de entrar em cena, o elefante permanecia preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisionava uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. Sem dúvida alguma a estaca era só um pedaço de madeira, apenas enterrado alguns centímetros na terra. E, ainda que a corrente fosse grossa e poderosa, me parecia óbvio que esse animal, capaz de arrancar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancar a estaca e fugir.
O "mistério" é evidente! O que o mantém preso, então? Por que não foge? Quando eu tinha cinco ou seis anos, eu todavia confiava na sabedoria dos adultos. Perguntei então a algum professor, ou a algum parente, sobre o "mistério" do elefante. Um deles me explicou que o elefante não escapava porque estava amestrado.
Fiz então a pergunta óbvia: "Se está amestrado, por que o prendem?" Não recordo haver recebido nenhuma resposta coerente!
Com o tempo, esqueci do "mistério" do elefante e da estaca... eu somente recordava quando me encontrava com outros que também se haviam feito a mesma pergunta. Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque tem permanecido atado à estaca desde muito, muito pequeno.
Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido sujeito à estaca. Tenho certeza que, naquele momento, o elefantezinho puxou, forçou, tratando de soltar-se. E, apesar de todo o esforço, não o pôde fazer. A estaca era certamente muito forte para ele. Juraria que dormiu esgotado e que no dia seguinte voltou a tentar, e também no outro que se seguia. Até que um dia, um terrível dia para sua história, o animal aceitou sua impotência e se resignou a seu destino. O elefante enorme e poderoso que vemos no circo não escapa porque crê, realmente, o pobre, que não pode. Ele tem o registo e a recordação de sua impotência, daquela impotência que sentiu pouco depois de nascer. E o pior é que jamais voltou a questionar seriamente esse registo.
Jamais voltou a colocar à prova sua força outra vez.
Muitas vezes somos como os elefantes.
Vivemos crendo que um montão de coisas "não podemos". Simplesmente porque, alguma vez, quando éramos crianças, tentamos e não conseguimos. Fazemos, então, como o elefante: gravamos em nossa memória: "Não posso. Não posso e nunca poderei!" Crescemos carregando essa mensagem que impusemos a nós mesmos e nunca mais voltamos a tentar.
Quando muito, de vez em quando sentimos as correntes, fazemos soar o seu ruído, ou olhamos com o canto dos olhos a estaca e confirmamos o estigma: "Não posso e nunca poderei!".
A única maneira de tentar de novo é colocando muita coragem em nossa cabeça e em nosso coração!
Autor Desconhecido
Minha nota: até quando os espectáculos deprimentes com animais maltratados para divertir a ignorante plateia.
Isso é, sem dúvida, um resquício dos tempos das arenas onde plateias em delírio assistiam à destruição de vidas humanas.
Nossos sonhos
Ele era um jovem que morava no Centro Oeste dos Estados Unidos. Por ser filho de um domador de cavalos, tinha uma vida quase nómada mas desejava estudar. Perseguia o ideal da cultura. Dormia nas estrebarias, trabalhava os animais fogosos e nos intervalos, à noite, ele procurava a escola para iluminar a sua inteligência.
Em uma dessas escolas, certa vez, o professor pediu à classe que cada aluno relatasse o seu sonho. O que desejariam para suas vidas.
O jovem, tomado de entusiasmo, escreveu 7 páginas. Desejava, no futuro, possuir uma área de 80 hectares e morar numa enorme casa de 400 metros quadrados. Desejava ter uma família muito bem constituída.
Tão entusiasmado estava, que não somente descreveu, mas desenhou como ele sonhava a casa, as cocheiras, os currais, o pomar. Tudo nos mínimos detalhes. Quando entregou o seu trabalho, ficou esperando, ansioso, as palavras de elogio do seu mestre.
Contudo, três dias depois, o trabalho lhe foi devolvido com uma nota sofrível. Depois da aula, o professor o procurou e falou:
- O seu é um sonho absurdo. Imagine, você é filho de um domador de cavalos. Você será também um simples domador de cavalos. Escreva sobre um sonho que possa se tornar realidade e eu lhe darei uma nota melhor.
O jovem foi para casa muito triste e contou ao pai o que havia acontecido. Depois de ouvi-lo, com calma, o pai lhe afirmou:
- O sonho é seu Meu Filho, faça o que quiser... essa decisão é sua. Persistir neste sonho ou procurar outro.
O jovem meditou e, no dia seguinte, entregou a mesma página ao professor, dizendo-lhe que ficaria com a nota ruim mas não abandonaria o seu sonho.
Esta história foi contada para várias crianças pelo dono de um rancho de 80 hectares, uma enorme casa de 400 metros quadrados e uma família muito bem constituída, próximo de um colégio famoso dos Estados Unidos o qual empresta para crianças pobres passarem os fins de semana.
Após terminar a história, o dono do rancho se revelou ser o jovem que teve a nota ruim, mas não desistiu do seu sonho.
E o mais incrível é que depois de 30 anos o seu antigo professor tem visitado com os seus alunos, aquela área especial. Um dia se apresentou por ter identificado no proprietário o antigo aluno e confessou-lhe:
- Fico feliz que o seu sonho tenha escapado da minha inveja. Naquela época eu era um atormentado. Tinha inveja das pessoas sonhadoras. Destruí muitas vidas. Roubei o sonho de muitos jovens idealistas. Graças a Deus, não consegui destruir o seu sonho, que faz bem a tantas vidas.
Como é bonito ter sonhos... Sonhar é da natureza humana. Tudo que existe no mundo, um dia foi elaborado, pensado e meditado por alguém, antes de ser concretizado em cimento, mármore, madeira ou papel... foi um sonho!!!
Se você tem capacidade de sonhar o bem, persista na ideia e a concretize. Podem ser necessários anos para que se realize um sonho, mas, um dia ele se realizará e o que são alguns anos face a eternidade que aguarda o desejo imortal da pessoa que sonha?
O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar e correrem o risco de viver seus sonhos.
Autor Desconhecido
Em uma dessas escolas, certa vez, o professor pediu à classe que cada aluno relatasse o seu sonho. O que desejariam para suas vidas.
O jovem, tomado de entusiasmo, escreveu 7 páginas. Desejava, no futuro, possuir uma área de 80 hectares e morar numa enorme casa de 400 metros quadrados. Desejava ter uma família muito bem constituída.
Tão entusiasmado estava, que não somente descreveu, mas desenhou como ele sonhava a casa, as cocheiras, os currais, o pomar. Tudo nos mínimos detalhes. Quando entregou o seu trabalho, ficou esperando, ansioso, as palavras de elogio do seu mestre.
Contudo, três dias depois, o trabalho lhe foi devolvido com uma nota sofrível. Depois da aula, o professor o procurou e falou:
- O seu é um sonho absurdo. Imagine, você é filho de um domador de cavalos. Você será também um simples domador de cavalos. Escreva sobre um sonho que possa se tornar realidade e eu lhe darei uma nota melhor.
O jovem foi para casa muito triste e contou ao pai o que havia acontecido. Depois de ouvi-lo, com calma, o pai lhe afirmou:
- O sonho é seu Meu Filho, faça o que quiser... essa decisão é sua. Persistir neste sonho ou procurar outro.
O jovem meditou e, no dia seguinte, entregou a mesma página ao professor, dizendo-lhe que ficaria com a nota ruim mas não abandonaria o seu sonho.
Esta história foi contada para várias crianças pelo dono de um rancho de 80 hectares, uma enorme casa de 400 metros quadrados e uma família muito bem constituída, próximo de um colégio famoso dos Estados Unidos o qual empresta para crianças pobres passarem os fins de semana.
Após terminar a história, o dono do rancho se revelou ser o jovem que teve a nota ruim, mas não desistiu do seu sonho.
E o mais incrível é que depois de 30 anos o seu antigo professor tem visitado com os seus alunos, aquela área especial. Um dia se apresentou por ter identificado no proprietário o antigo aluno e confessou-lhe:
- Fico feliz que o seu sonho tenha escapado da minha inveja. Naquela época eu era um atormentado. Tinha inveja das pessoas sonhadoras. Destruí muitas vidas. Roubei o sonho de muitos jovens idealistas. Graças a Deus, não consegui destruir o seu sonho, que faz bem a tantas vidas.
Como é bonito ter sonhos... Sonhar é da natureza humana. Tudo que existe no mundo, um dia foi elaborado, pensado e meditado por alguém, antes de ser concretizado em cimento, mármore, madeira ou papel... foi um sonho!!!
Se você tem capacidade de sonhar o bem, persista na ideia e a concretize. Podem ser necessários anos para que se realize um sonho, mas, um dia ele se realizará e o que são alguns anos face a eternidade que aguarda o desejo imortal da pessoa que sonha?
O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar e correrem o risco de viver seus sonhos.
Autor Desconhecido
domingo, 17 de agosto de 2008
Uma história verdadeira
Tess era uma garotinha precoce de 8 anos, quando ouviu seu Papai e sua Mamãe conversando sobre seu irmãozinho, Andrew.
Tudo que ela sabia era que ele estava doente e que eles estavam completamente sem dinheiro. Eles se mudariam para um apartamento num subúrbio no próximo mês, porque o Papai não tinha recursos para pagar as contas do médico e o aluguer do apartamento.
Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salva-lo agora, e parecia que não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes o dinheiro.
Ela ouviu seu pai dizer à sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado:
"Somente um milagre poderá salva-lo."
Tess foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo no armário. Despejou todo o dinheiro que tinha no chão e contou-o cuidadosamente. Três vezes. O total tinha que estar exacto. Não havia margem de erro. Colocando as moedas de volta no vidro com cuidado e fechando a tampa, ela saiu devagarinho pela porta do fundo e andou 5 quarteirões até a Farmácia Rexall, com seu símbolo de Chefe de Pele Vermelha sobre a porta.
Ela esperou pacientemente que o farmacêutico a visse e desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento. Tess esfregou os pés no chão para fazer barulho. Nada! Ela limpou a garganta com o som mais terrível que ela pôde fazer. Nem assim! Finalmente ela pegou um níquel do vidro e bateu no vidro da porta. Finalmente!
"O que você quer?" perguntou o farmacêutico com voz aborrecida...
"Estou conversando com meu irmão que chegou de Chicago e que não vejo há séculos" disse ele sem esperar resposta pela sua pergunta.
"Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão" Tess respondeu no mesmo tom aborrecido. "Ele está realmente doente... e eu quero comprar um milagre."
"Como?" balbuciou o farmacêutico atónito.
"Ele chama-se Andrew e está com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça e Papai diz que só um milagre poderá salva-lo. Então, quanto custa um milagre?"
"Não vendemos milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajuda-la" respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave.
"Escute, eu tenho o dinheiro para pagar. Se não for suficiente, conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa."
O irmão do farmacêutico era um homem bem vestido. Ele deu um passo à frente e perguntou à garota. "Que tipo de milagre seu irmão precisa?"
"Não sei", respondeu Tess, levantando os olhos para ele. "Só sei que ele está muito mal e Mamãe diz que ele precisa ser operado. Mas Papai não pode pagar, então quero usar meu dinheiro."
"Quanto você tem", perguntou o homem de Chicago.
"Um dólar e 11 centavos", Tess respondeu quase num sussuro. "E é tudo que tenho, mas posso conseguir mais se for preciso."
"Puxa, que coincidência", sorriu o homem. "Um dólar e 11 centavos - exactamente o preço de um milagre para irmãozinhos."
Ele pegou o dinheiro com uma mão e dando a outra mão à menina, disse "Leve-me até aonde você mora. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa."
Esse senhor bem vestido era o Dr. Carlton Armstrong, um cirurgião, especializado em neuro-cirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custo algum e meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado.
Mamãe e Papai comentavam alegremente sobre a sequência de acontecimentos ocorridos.
"A cirurgia", murmurou Mamãe, "foi um milagre real. Gostaria de saber quanto deve ter custado?"
Tess sorriu. Ela sabia exactamente quanto custa um milagre... um dólar e onze centavos... mais a fé de uma garotinha...
Um milagre não é a suspensão de uma lei natural, mas o resultado de uma lei maior ...
Autor Desconhecido
Tudo que ela sabia era que ele estava doente e que eles estavam completamente sem dinheiro. Eles se mudariam para um apartamento num subúrbio no próximo mês, porque o Papai não tinha recursos para pagar as contas do médico e o aluguer do apartamento.
Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salva-lo agora, e parecia que não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes o dinheiro.
Ela ouviu seu pai dizer à sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado:
"Somente um milagre poderá salva-lo."
Tess foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo no armário. Despejou todo o dinheiro que tinha no chão e contou-o cuidadosamente. Três vezes. O total tinha que estar exacto. Não havia margem de erro. Colocando as moedas de volta no vidro com cuidado e fechando a tampa, ela saiu devagarinho pela porta do fundo e andou 5 quarteirões até a Farmácia Rexall, com seu símbolo de Chefe de Pele Vermelha sobre a porta.
Ela esperou pacientemente que o farmacêutico a visse e desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento. Tess esfregou os pés no chão para fazer barulho. Nada! Ela limpou a garganta com o som mais terrível que ela pôde fazer. Nem assim! Finalmente ela pegou um níquel do vidro e bateu no vidro da porta. Finalmente!
"O que você quer?" perguntou o farmacêutico com voz aborrecida...
"Estou conversando com meu irmão que chegou de Chicago e que não vejo há séculos" disse ele sem esperar resposta pela sua pergunta.
"Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão" Tess respondeu no mesmo tom aborrecido. "Ele está realmente doente... e eu quero comprar um milagre."
"Como?" balbuciou o farmacêutico atónito.
"Ele chama-se Andrew e está com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça e Papai diz que só um milagre poderá salva-lo. Então, quanto custa um milagre?"
"Não vendemos milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajuda-la" respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave.
"Escute, eu tenho o dinheiro para pagar. Se não for suficiente, conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa."
O irmão do farmacêutico era um homem bem vestido. Ele deu um passo à frente e perguntou à garota. "Que tipo de milagre seu irmão precisa?"
"Não sei", respondeu Tess, levantando os olhos para ele. "Só sei que ele está muito mal e Mamãe diz que ele precisa ser operado. Mas Papai não pode pagar, então quero usar meu dinheiro."
"Quanto você tem", perguntou o homem de Chicago.
"Um dólar e 11 centavos", Tess respondeu quase num sussuro. "E é tudo que tenho, mas posso conseguir mais se for preciso."
"Puxa, que coincidência", sorriu o homem. "Um dólar e 11 centavos - exactamente o preço de um milagre para irmãozinhos."
Ele pegou o dinheiro com uma mão e dando a outra mão à menina, disse "Leve-me até aonde você mora. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa."
Esse senhor bem vestido era o Dr. Carlton Armstrong, um cirurgião, especializado em neuro-cirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custo algum e meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado.
Mamãe e Papai comentavam alegremente sobre a sequência de acontecimentos ocorridos.
"A cirurgia", murmurou Mamãe, "foi um milagre real. Gostaria de saber quanto deve ter custado?"
Tess sorriu. Ela sabia exactamente quanto custa um milagre... um dólar e onze centavos... mais a fé de uma garotinha...
Um milagre não é a suspensão de uma lei natural, mas o resultado de uma lei maior ...
Autor Desconhecido
Procura-se um amigo
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimento, basta ter coração.
Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir o que as palavras não dizem.
Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaros, das estrelas, do sol, da lua, do canto dos ventos e das canções da brisa.
Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.
Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo.
Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão.
Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados.
Não é preciso que seja puro, nem que seja de todo impuro, mas não deve ser vulgar.
Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa.
Tem de ter ressonâncias humanas, seu principal objectivo deve ser o de amigo.
Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários.
Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova quando chamado de amigo.
Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações da infância.
Preciso de um amigo para não enlouquecer, para contar o que vi de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Deve gostar de ruas desertas, de poças d´água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Preciso de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já tenho um amigo.
Preciso de um amigo para parar de chorar.
Para não viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas.
Que bata nos ombros sorrindo e chorando, mas que me chame de amigo, para que eu tenha a consciência de que ainda vivo.
Vinicius de Morais
Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir o que as palavras não dizem.
Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaros, das estrelas, do sol, da lua, do canto dos ventos e das canções da brisa.
Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.
Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo.
Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão.
Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados.
Não é preciso que seja puro, nem que seja de todo impuro, mas não deve ser vulgar.
Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa.
Tem de ter ressonâncias humanas, seu principal objectivo deve ser o de amigo.
Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários.
Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova quando chamado de amigo.
Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações da infância.
Preciso de um amigo para não enlouquecer, para contar o que vi de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Deve gostar de ruas desertas, de poças d´água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Preciso de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já tenho um amigo.
Preciso de um amigo para parar de chorar.
Para não viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas.
Que bata nos ombros sorrindo e chorando, mas que me chame de amigo, para que eu tenha a consciência de que ainda vivo.
Vinicius de Morais
sábado, 16 de agosto de 2008
O filho
Um homem muito rico e seu filho tinham grande paixão pela arte. Tinham de tudo em sua colecção, desde Picasso até Rafael. Muito unidos, se sentavam juntos para admirar as grandes obras de arte.
Seu filho foi para guerra. Foi muito valente, e morreu na batalha, quando resgatava outro soldado. O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho.
Um mês mais tarde, justo antes do natal, alguém bateu na porta. Um jovem com uma grande tela em suas mãos disse ao pai:
"Senhor você não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida, ele salvou muitas vidas nesse dia, e estava me levando a um lugar seguro quando uma bala lhe atravessou o peito, morrendo assim, instantaneamente. Ele falava muito do senhor e de seu amor pela arte".
E o rapaz estendeu os braços para entregar a tela: "Eu sei que não é muito, e eu também não sou um grande artista, mas sei também que seu filho gostaria que você recebesse isto".
O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado.
Ele olhou com profunda admiração a maneira em que o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura. O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos de seu filho, que seus próprios olhos se encheram de lágrimas. Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu pagar-lhe pela pintura.
"Não, senhor, eu nunca poderia pagar-lhe o que seu filho fez por mim, Essa pintura é um presente".
O pai colocou a tela a frente de suas grandes obras de arte, cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de mostrar sua famosa galeria.
O homem morreu alguns meses mais tarde, e se anunciou um leilão de todas as suas obras de arte. Muita gente importante e influente, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte. Em exposição estava o retrato do filho. O leiloador bateu seu martelo para dar início ao leilão.
- Começaremos o leilão com o retrato "O FILHO". Quem oferece por este quadro?
Um grande silêncio...
Então um grito do fundo da sala: "Queremos ver as pinturas famosas!!! Esqueça- se desta!!!!"
O leiloador insistiu...Alguém oferece algo por essa pintura?? $100? $200?
Mais uma vez outra voz: "Não viemos por esta pintura!, Viemos por Van Goghs, Picasso... Vamos as ofertas de verdade.
Mesmo assim o leiloador continuou: O FILHO!!! O FILHO!!! Quem leva o filho?
Finalmente, uma voz : Eu dou $10 pela pintura.
Era o velho jardineiro da casa. Sendo um homem muito pobre, e esse era o único dinheiro que podia oferecer.
Temos $10! quem dá $20? gritou o leiloador.
As pessoas já estavam irritadas, não queriam a pintura do filho, queriam as que realmente eram valiosas, para completarem sua colecção.
Então o leiloador bateu o martelo, Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendida por $10!!!
- Agora vamos começar com a colecção!!, gritou um.
O leiloador soltou seu martelo e disse: Sinto muito damas e cavalheiros, mas o leilão chegou ao seu final.
Mas, e as pinturas? disseram os interessados.
Eu sinto muito, disse o leiloador, quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do dono. Não seria permitido revelar esse segredo até esse exacto momento. Somente a pintura o filho seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as posses deste homem inclusive as famosas pinturas. O homem que comprou O FILHO fica com tudo!
Autor Desconhecido
Seu filho foi para guerra. Foi muito valente, e morreu na batalha, quando resgatava outro soldado. O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho.
Um mês mais tarde, justo antes do natal, alguém bateu na porta. Um jovem com uma grande tela em suas mãos disse ao pai:
"Senhor você não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida, ele salvou muitas vidas nesse dia, e estava me levando a um lugar seguro quando uma bala lhe atravessou o peito, morrendo assim, instantaneamente. Ele falava muito do senhor e de seu amor pela arte".
E o rapaz estendeu os braços para entregar a tela: "Eu sei que não é muito, e eu também não sou um grande artista, mas sei também que seu filho gostaria que você recebesse isto".
O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado.
Ele olhou com profunda admiração a maneira em que o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura. O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos de seu filho, que seus próprios olhos se encheram de lágrimas. Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu pagar-lhe pela pintura.
"Não, senhor, eu nunca poderia pagar-lhe o que seu filho fez por mim, Essa pintura é um presente".
O pai colocou a tela a frente de suas grandes obras de arte, cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de mostrar sua famosa galeria.
O homem morreu alguns meses mais tarde, e se anunciou um leilão de todas as suas obras de arte. Muita gente importante e influente, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte. Em exposição estava o retrato do filho. O leiloador bateu seu martelo para dar início ao leilão.
- Começaremos o leilão com o retrato "O FILHO". Quem oferece por este quadro?
Um grande silêncio...
Então um grito do fundo da sala: "Queremos ver as pinturas famosas!!! Esqueça- se desta!!!!"
O leiloador insistiu...Alguém oferece algo por essa pintura?? $100? $200?
Mais uma vez outra voz: "Não viemos por esta pintura!, Viemos por Van Goghs, Picasso... Vamos as ofertas de verdade.
Mesmo assim o leiloador continuou: O FILHO!!! O FILHO!!! Quem leva o filho?
Finalmente, uma voz : Eu dou $10 pela pintura.
Era o velho jardineiro da casa. Sendo um homem muito pobre, e esse era o único dinheiro que podia oferecer.
Temos $10! quem dá $20? gritou o leiloador.
As pessoas já estavam irritadas, não queriam a pintura do filho, queriam as que realmente eram valiosas, para completarem sua colecção.
Então o leiloador bateu o martelo, Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendida por $10!!!
- Agora vamos começar com a colecção!!, gritou um.
O leiloador soltou seu martelo e disse: Sinto muito damas e cavalheiros, mas o leilão chegou ao seu final.
Mas, e as pinturas? disseram os interessados.
Eu sinto muito, disse o leiloador, quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do dono. Não seria permitido revelar esse segredo até esse exacto momento. Somente a pintura o filho seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as posses deste homem inclusive as famosas pinturas. O homem que comprou O FILHO fica com tudo!
Autor Desconhecido
Reflexões sobre guerra e paz
A violência é o último recurso da incapacidade.
(Mahatma Gandhi)
Aprendamos a viver juntos como irmãos; caso contrário, vamos morrer juntos como idiotas.
(Martin Luther King)
Somos jovens loucos num mundo onde os normais constroem bombas atômicas.
(Kelly Renata)
Quando há guerra entre os ricos, os pobres é que morrem.
(Jean Paul Sartre)
A guerra é um massacre entre pessoas estranhas, para proveito de pessoas que se conhecem, mas não se massacram.
(Paul Valéry)
O contrário da violência não é a fraqueza, é a força.
(Saint-Exupéry)
A paz faz crescer as coisas pequenas; a guerra destrói as grandes.
(Salústio)
A melhor maneira de ganhar uma guerra é evitá-la.
(George Marshall)
Toda a força bruta representa nada mais que um sintoma de fraqueza.
(Zé Geraldo)
A paz não pode ser conquistada pela força, mas sim pela compreensão.
(Albert Einstein)
A guerra é a desonra do gênero humano.
(Fénelon)
A paz é a única forma de nos sentirmos realmente humanos.
(Albert Einstein)
As grandes nações sempre agiram como gângsters e as pequenas como prostitutas.
(Stanley Kubrick)
A minha pátria é o mundo, e a minha religião a prática do bem.
(Thomas Paine)
Se queres a paz, prepara-te para a paz.
(Rui Barbosa)
A paz começa onde termina a ganância.
(Edward Young)
(Mahatma Gandhi)
Aprendamos a viver juntos como irmãos; caso contrário, vamos morrer juntos como idiotas.
(Martin Luther King)
Somos jovens loucos num mundo onde os normais constroem bombas atômicas.
(Kelly Renata)
Quando há guerra entre os ricos, os pobres é que morrem.
(Jean Paul Sartre)
A guerra é um massacre entre pessoas estranhas, para proveito de pessoas que se conhecem, mas não se massacram.
(Paul Valéry)
O contrário da violência não é a fraqueza, é a força.
(Saint-Exupéry)
A paz faz crescer as coisas pequenas; a guerra destrói as grandes.
(Salústio)
A melhor maneira de ganhar uma guerra é evitá-la.
(George Marshall)
Toda a força bruta representa nada mais que um sintoma de fraqueza.
(Zé Geraldo)
A paz não pode ser conquistada pela força, mas sim pela compreensão.
(Albert Einstein)
A guerra é a desonra do gênero humano.
(Fénelon)
A paz é a única forma de nos sentirmos realmente humanos.
(Albert Einstein)
As grandes nações sempre agiram como gângsters e as pequenas como prostitutas.
(Stanley Kubrick)
A minha pátria é o mundo, e a minha religião a prática do bem.
(Thomas Paine)
Se queres a paz, prepara-te para a paz.
(Rui Barbosa)
A paz começa onde termina a ganância.
(Edward Young)
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
A maior dor
A maior dor na vida não é morrer, mas ser ignorado. É perder alguém que nos amava e que depois deixou de se importar. É sermos deixados de lado por quem tanto nos apoiava. É constatar que esses são os resultados das nossas negligências.
A maior dor na vida não é morrer, mas ser esquecido. É ficar sem um cumprimento após uma grande conquista. É não ter um doce amigo telefonando só prá dizer "olá". É ver a indiferença num rosto quando abrimos nosso coração.
O que muito dói na vida é ver aqueles que foram nossos amigos sempre muito ocupados quando precisamos de alguém para nos consolar e ajudar a reerguer o nosso espírito. É quando parece que nas aflições sobramos somente nós nos importando com nossas tristezas.
Muitas dores nos afetam, mas isso pode não ser tão pesado se formos mais presentes e atenciosos: Cada um de nós tem um papel para desempenhar no teatro que chamamos vida. Cada um de nós tem o dever de dizer ao outro que o amamos.
Se você não se importa com seus companheiros de jornada, você não será punido: apenas acabará simplesmente ignorado, esquecido... exatamente como faz com eles.
As palavras acima foram escritas por uma jovem que cometeu suicídio.
Talvez se as pessoas que a rodeavam tivessem demonstrado um pouco de amor e tivessem lhe prestado mais atenção, sua morte poderia ter sido evitada.
Lembremos que podemos perceber nas expressões faciais quando alguém está triste, solitário e até mesmo com pensamentos de suicídio.
Precisamos sentir mais profundamente cada pessoa que entra em nossa vida, dividir com ela nossa amizade e dizer-lhe que ela é importante para nós.
Silvia Schmidt
A maior dor na vida não é morrer, mas ser esquecido. É ficar sem um cumprimento após uma grande conquista. É não ter um doce amigo telefonando só prá dizer "olá". É ver a indiferença num rosto quando abrimos nosso coração.
O que muito dói na vida é ver aqueles que foram nossos amigos sempre muito ocupados quando precisamos de alguém para nos consolar e ajudar a reerguer o nosso espírito. É quando parece que nas aflições sobramos somente nós nos importando com nossas tristezas.
Muitas dores nos afetam, mas isso pode não ser tão pesado se formos mais presentes e atenciosos: Cada um de nós tem um papel para desempenhar no teatro que chamamos vida. Cada um de nós tem o dever de dizer ao outro que o amamos.
Se você não se importa com seus companheiros de jornada, você não será punido: apenas acabará simplesmente ignorado, esquecido... exatamente como faz com eles.
As palavras acima foram escritas por uma jovem que cometeu suicídio.
Talvez se as pessoas que a rodeavam tivessem demonstrado um pouco de amor e tivessem lhe prestado mais atenção, sua morte poderia ter sido evitada.
Lembremos que podemos perceber nas expressões faciais quando alguém está triste, solitário e até mesmo com pensamentos de suicídio.
Precisamos sentir mais profundamente cada pessoa que entra em nossa vida, dividir com ela nossa amizade e dizer-lhe que ela é importante para nós.
Se eu pudesse deixar
Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável: Além do pão; o trabalho. Além do trabalho; a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.
Mahatma Gandhi
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável: Além do pão; o trabalho. Além do trabalho; a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
As bananas
Um amigo do viajante resolveu passar algumas semanas num mosteiro do Nepal.
Certa tarde, entrou num dos muitos templos do mosteiro, e encontrou um monge sorrindo, sentado no altar.
- Porque o Senhor sorri ? - perguntou ao monge.
- Porque entendi o significado das bananas - disse o monge, abrindo a bolsa que carregava, e tirando uma banana podre de dentro
- Esta é a vida que passou e não foi aproveitada no momento certo...
Agora é tarde demais.
Em seguida, tirou da bolsa uma banana ainda verde. Mostrou-a, tornou a guardá-la e disse:
- Esta é a vida que ainda não aconteceu, é preciso esperar o momento certo.
Finalmente, tirou um banana madura, descascou-a e, dividiu-a com meu amigo dizendo:
- Este é o momento PRESENTE. Saiba vivê-lo SEM MEDO.
Autor desconhecido
Certa tarde, entrou num dos muitos templos do mosteiro, e encontrou um monge sorrindo, sentado no altar.
- Porque o Senhor sorri ? - perguntou ao monge.
- Porque entendi o significado das bananas - disse o monge, abrindo a bolsa que carregava, e tirando uma banana podre de dentro
- Esta é a vida que passou e não foi aproveitada no momento certo...
Agora é tarde demais.
Em seguida, tirou da bolsa uma banana ainda verde. Mostrou-a, tornou a guardá-la e disse:
- Esta é a vida que ainda não aconteceu, é preciso esperar o momento certo.
Finalmente, tirou um banana madura, descascou-a e, dividiu-a com meu amigo dizendo:
- Este é o momento PRESENTE. Saiba vivê-lo SEM MEDO.
Autor desconhecido
Compreensão
Um menino entra na lojinha de animais e pergunta o preço dos filhotes à venda.
- Entre 30 e 50 dólares, respondeu o dono.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
- Mas, eu só tenho 3 dólares... Poderia ver os filhotes?
O dono da loja sorriu e chamou Lady, a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando de forma visível.
O menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:
- O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril - mancaria e andaria devagar para sempre.
O menino se animou e disse com enorme alegria no olhar:
- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O dono da loja respondeu:
- Não, você não vai querer comprar esse. Se quiser realmente ficar com ele, eu lhe dou de presente.
O menino emudeceu e, com os olhos marejados de lágrimas, olhou firme para o dono da loja e falou:
- Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 3 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total.
Surpreso, o dono da loja contestou:
- Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.
O menino ficou muito sério, acocorou-se e levantou lentamente a perna esquerda da calça, deixando à mostra a prótese que usava para andar...
Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
- Veja... não tenho uma perna... Eu não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.
Às vezes desprezamos as pessoas com que convivemos todos os dias, por causa dos seus "defeitos", quando na verdade somos tão iguais ou pior do que elas.
Desconsideramos que essas mesmas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem, não pelo que elas poderiam fazer, mas pelo que realmente são. Amar a todos é difícil, mas não impossível.
Autor desconhecido
- Entre 30 e 50 dólares, respondeu o dono.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
- Mas, eu só tenho 3 dólares... Poderia ver os filhotes?
O dono da loja sorriu e chamou Lady, a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando de forma visível.
O menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:
- O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril - mancaria e andaria devagar para sempre.
O menino se animou e disse com enorme alegria no olhar:
- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O dono da loja respondeu:
- Não, você não vai querer comprar esse. Se quiser realmente ficar com ele, eu lhe dou de presente.
O menino emudeceu e, com os olhos marejados de lágrimas, olhou firme para o dono da loja e falou:
- Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 3 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total.
Surpreso, o dono da loja contestou:
- Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.
O menino ficou muito sério, acocorou-se e levantou lentamente a perna esquerda da calça, deixando à mostra a prótese que usava para andar...
Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
- Veja... não tenho uma perna... Eu não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.
Às vezes desprezamos as pessoas com que convivemos todos os dias, por causa dos seus "defeitos", quando na verdade somos tão iguais ou pior do que elas.
Desconsideramos que essas mesmas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem, não pelo que elas poderiam fazer, mas pelo que realmente são. Amar a todos é difícil, mas não impossível.
Autor desconhecido
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Enquanto houver amizade
Pode um dia nos deixarmos de falar. Mas, enquanto houver amizade, faremos as pazes de novo.
Pode um dia o tempo passar. Mas, se a amizade permanecer, um do outro há de se lembrar.
Pode um dia nos afastarmos. Mas, se formos amigos de verdade, a amizade nos reaproximará.
Pode um dia não mais existirmos. Mas, se ainda sobrar amizade, nasceremos de novo um para o outro.
Pode um dia tudo acabar. Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, cada vez de forma diferente, sendo único e inesquecível cada momento que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Autor Desconhecido
Pode um dia o tempo passar. Mas, se a amizade permanecer, um do outro há de se lembrar.
Pode um dia nos afastarmos. Mas, se formos amigos de verdade, a amizade nos reaproximará.
Pode um dia não mais existirmos. Mas, se ainda sobrar amizade, nasceremos de novo um para o outro.
Pode um dia tudo acabar. Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, cada vez de forma diferente, sendo único e inesquecível cada momento que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Autor Desconhecido
A flor mais bonita
Conta-se que por volta do ano 250 A.C, na China antiga, um príncipe da região norte do pais, estava as vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.
Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.
Ao chegar em casa e relatar o fato a jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir a celebração, e indagou incrédula:
- Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta ideia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu:
- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas e minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz.
A noite, a jovem chegou ao palácio. La estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:
- Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu as profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos, etc...
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.
Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor.
Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado.
Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que, independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.
Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção.
Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.
As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reacções. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.
Então, calmamente o príncipe esclareceu:
- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis...
Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca. Você será sempre um Vencedor.
Autor desconhecido
Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.
Ao chegar em casa e relatar o fato a jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir a celebração, e indagou incrédula:
- Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta ideia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu:
- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas e minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz.
A noite, a jovem chegou ao palácio. La estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:
- Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu as profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos, etc...
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.
Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor.
Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado.
Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que, independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.
Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção.
Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.
As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reacções. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.
Então, calmamente o príncipe esclareceu:
- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis...
Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca. Você será sempre um Vencedor.
Autor desconhecido
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Paz
"A PAZ na Terra ainda brotará;
não pela insólita conquista do poder,
mas da realidade do AMOR
que renasce a cada dia!"
Marcos Luciano dos Santos
não pela insólita conquista do poder,
mas da realidade do AMOR
que renasce a cada dia!"
A viagem de taxi
Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi. Era uma vida de cowboy própria para alguém que não deseja ter patrão. O que eu não percebi é que aquela vida era também um mistério.
Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se um repositório de reminiscências ambulante, às vezes um confessionário.
Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anónimos, e contavam episódios de suas vidas - suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.
Nenhuma tocou-me mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite - era Agosto. Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolinhos, de quatro andares, em uma rua tranquila de um subúrbio da cidade. Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade.
Quando eu cheguei às 02.30 da madrugada, o prédio estava escuro, com excepção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo. Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado umas duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora. Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora. a não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta.
"Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda", eu pensei. Assim fui até a porta e bati.
"Um minuto", respondeu uma voz débil e idosa. Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão.
Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Uma octogenária pequenina apareceu. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40.
Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon. O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo. Toda a mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros.
-" O Sr poderia por a minha mala no carro?", ela pediu.
Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, ela ficou agradecendo minha ajuda.
-"Não é nada. eu apenas procuro tratar meus passageiros do jeito que gostaria que tratassem minha mãe", aduzi.
-" Oh!, você é um bom rapaz!"
Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu:
- "O Sr poderia ir pelo centro da cidade?"
- "Não é o trajecto mais curto", alertei-a prontamente.
- "Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos."
Eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.
-" Eu não tenho mais família" - continuou - "O médico diz que tenho pouco tempo".
Eu disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei:
- "Qual o caminho que a Sra deseja que eu tome?"
Nas duas horas seguintes nós dirigimos pela cidade.
Ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado com ascensorista. Nós passamos pelas cercanias em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados. Ela pediu-me que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela frequentara quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina - ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.
Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de repente:
-" Eu estou cansada. Vamos agora!"
Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado.
Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como uma pequena casa de repouso. A via de entrada passava sob um pórtico.
Dois atendentes caminharam até o taxi, assim que ele parou. Eram muito amáveis e atentos e observavam todos os movimentos dela. Eles deviam estar esperando-a.
Eu abri a mala do carro e levei a pequena valise para a porta.
A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas.
- "Quanto lhe devo?", ela perguntou, pegando a bolsa.
- "Nada", respondi.
- "Você tem que ganhar a vida, meu jovem"
- "Há outros passageiros", respondi.
Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente.
- "Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria".
- "Obrigado". Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada.
Atrás de mim uma porta foi fechada. Era o som do término de uma vida.
Naquele dia não peguei mais passageiros. Dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos. Mal podia falar.
Se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno? E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora?
Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida.
Nós estamos condicionados a pensar que nossas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos frequentemente nos pegam desprevenidos e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.
Autor Desconhecido
Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se um repositório de reminiscências ambulante, às vezes um confessionário.
Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anónimos, e contavam episódios de suas vidas - suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.
Nenhuma tocou-me mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite - era Agosto. Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolinhos, de quatro andares, em uma rua tranquila de um subúrbio da cidade. Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade.
Quando eu cheguei às 02.30 da madrugada, o prédio estava escuro, com excepção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo. Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado umas duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora. Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora. a não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta.
"Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda", eu pensei. Assim fui até a porta e bati.
"Um minuto", respondeu uma voz débil e idosa. Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão.
Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Uma octogenária pequenina apareceu. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40.
Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon. O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo. Toda a mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros.
-" O Sr poderia por a minha mala no carro?", ela pediu.
Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, ela ficou agradecendo minha ajuda.
-"Não é nada. eu apenas procuro tratar meus passageiros do jeito que gostaria que tratassem minha mãe", aduzi.
-" Oh!, você é um bom rapaz!"
Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu:
- "O Sr poderia ir pelo centro da cidade?"
- "Não é o trajecto mais curto", alertei-a prontamente.
- "Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos."
Eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.
-" Eu não tenho mais família" - continuou - "O médico diz que tenho pouco tempo".
Eu disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei:
- "Qual o caminho que a Sra deseja que eu tome?"
Nas duas horas seguintes nós dirigimos pela cidade.
Ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado com ascensorista. Nós passamos pelas cercanias em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados. Ela pediu-me que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela frequentara quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina - ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.
Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de repente:
-" Eu estou cansada. Vamos agora!"
Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado.
Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como uma pequena casa de repouso. A via de entrada passava sob um pórtico.
Dois atendentes caminharam até o taxi, assim que ele parou. Eram muito amáveis e atentos e observavam todos os movimentos dela. Eles deviam estar esperando-a.
Eu abri a mala do carro e levei a pequena valise para a porta.
A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas.
- "Quanto lhe devo?", ela perguntou, pegando a bolsa.
- "Nada", respondi.
- "Você tem que ganhar a vida, meu jovem"
- "Há outros passageiros", respondi.
Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente.
- "Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria".
- "Obrigado". Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada.
Atrás de mim uma porta foi fechada. Era o som do término de uma vida.
Naquele dia não peguei mais passageiros. Dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos. Mal podia falar.
Se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno? E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora?
Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida.
Nós estamos condicionados a pensar que nossas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos frequentemente nos pegam desprevenidos e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.
Autor Desconhecido
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Pães e ideias
Existe uma lenda chinesa, que fala sobre o encontro de dois homens pelos caminhos da vida.
Cada um, leva consigo um pão e uma ideia.
Se, por gentileza, ao se encontrarem eles trocarem os pães, cada um seguira seu caminho com um pão e uma ideia.
Mas, se ao invés do pão eles compartilharem as ideias, cada um seguirá a jornada com um pão e duas ideias.
Autor desconhecido
Cada um, leva consigo um pão e uma ideia.
Se, por gentileza, ao se encontrarem eles trocarem os pães, cada um seguira seu caminho com um pão e uma ideia.
Mas, se ao invés do pão eles compartilharem as ideias, cada um seguirá a jornada com um pão e duas ideias.
Autor desconhecido
Milho premiado
Esta é a história de um fazendeiro bem sucedido. Ano após ano, ele ganhava o troféu "Milho Gigante" da feira da agricultura do município.
Entrava com seu milho na feira e saía com a faixa azul recobrindo seu peito. E o seu milho era cada vez melhor.
Numa dessas ocasiões, um repórter de jornal, ao abordá-lo após a já tradicional colocação da faixa, ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar seu qualificado e valioso produto.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os vizinhos. "Como pode o Senhor dispor-se a compartilhar sua melhor semente com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano?"
- indagou o repórter. O fazendeiro pensou por um instante, e respondeu:
"Você não sabe? O vento apanha o pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho.
Se eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivar milho bom".
Ele era atento às conectividades da vida. O milho dele não poderia melhorar se o milho do vizinho também não tivesse a qualidade melhorada.
Assim é também em outras dimensões da nossa vida. Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
Que todos vocês consigam ajudar seus vizinhos a cultivar milho cada vez melhor.
Autor desconhecido
Entrava com seu milho na feira e saía com a faixa azul recobrindo seu peito. E o seu milho era cada vez melhor.
Numa dessas ocasiões, um repórter de jornal, ao abordá-lo após a já tradicional colocação da faixa, ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar seu qualificado e valioso produto.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os vizinhos. "Como pode o Senhor dispor-se a compartilhar sua melhor semente com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano?"
- indagou o repórter. O fazendeiro pensou por um instante, e respondeu:
"Você não sabe? O vento apanha o pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho.
Se eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivar milho bom".
Ele era atento às conectividades da vida. O milho dele não poderia melhorar se o milho do vizinho também não tivesse a qualidade melhorada.
Assim é também em outras dimensões da nossa vida. Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
Que todos vocês consigam ajudar seus vizinhos a cultivar milho cada vez melhor.
Autor desconhecido
domingo, 10 de agosto de 2008
Amar é ser feliz
Quanto mais envelhecia, quanto mais insípidas me pareciam as pequenas satisfações que a vida me dava, tanto mais claramente compreendia onde eu deveria procurar a fonte das alegrias da vida.
Aprendi que ser amado não é nada, enquanto amar é tudo.
O dinheiro não era nada, o poder não era nada. Vi tanta gente que tinha dinheiro e poder, e mesmo assim era infeliz. A beleza não era nada. Vi homens e mulheres belos, infelizes, apesar de sua beleza.
Também a saúde não contava tanto assim. Cada um tem a saúde que sente.
Havia doentes cheios de vontade de viver e havia sadios que definhavam angustiados pelo medo de sofrer.
A felicidade é amor, só isto. Feliz é quem sabe amar. Feliz é quem pode amar muito. Mas amar e desejar não é a mesma coisa. O amor é o desejo que atingiu a sabedoria. O amor não quer possuir. O amor quer somente amar.
"Sull'amore, mondadori" Hermann Hesse (Premio Nobel de Literatura)
Aprendi que ser amado não é nada, enquanto amar é tudo.
O dinheiro não era nada, o poder não era nada. Vi tanta gente que tinha dinheiro e poder, e mesmo assim era infeliz. A beleza não era nada. Vi homens e mulheres belos, infelizes, apesar de sua beleza.
Também a saúde não contava tanto assim. Cada um tem a saúde que sente.
Havia doentes cheios de vontade de viver e havia sadios que definhavam angustiados pelo medo de sofrer.
A felicidade é amor, só isto. Feliz é quem sabe amar. Feliz é quem pode amar muito. Mas amar e desejar não é a mesma coisa. O amor é o desejo que atingiu a sabedoria. O amor não quer possuir. O amor quer somente amar.
"Sull'amore, mondadori" Hermann Hesse (Premio Nobel de Literatura)
O pote rachado
Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe.
O pote rachado chegava apenas pela metade. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.
Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço:
- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê?, perguntou o homem.
- De que você está envergonhado?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor.
Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo.
Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.
Disse o homem ao pote:
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho???
Notou ainda que a cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava???
Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor.
Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.
Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados.
Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar nossos defeitos para embelezar a mesa de Seu Pai.
Na grandiosa economia de Deus, nada se perde.
Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos.
Basta reconhecermos nossos defeitos e eles com certeza embelezarão a mesa de alguém...
Das nossas fraquezas, devemos tirar nossa maior força...
Autor Desconhecido
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe.
O pote rachado chegava apenas pela metade. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.
Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço:
- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê?, perguntou o homem.
- De que você está envergonhado?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor.
Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo.
Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.
Disse o homem ao pote:
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho???
Notou ainda que a cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava???
Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor.
Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.
Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados.
Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar nossos defeitos para embelezar a mesa de Seu Pai.
Na grandiosa economia de Deus, nada se perde.
Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos.
Basta reconhecermos nossos defeitos e eles com certeza embelezarão a mesa de alguém...
Das nossas fraquezas, devemos tirar nossa maior força...
Autor Desconhecido
sábado, 9 de agosto de 2008
Amigo porque choras
Amigo, por que choras?
Estamos aqui a lhe apoiar,
Seque as lágrimas, sem demora,
temos muito a lhe mostrar.
Tuas dores são fortes,
sinceras e verdadeiras,
mas cesse teu pranto,
não serão as últimas, não são as primeiras.
Se teu coração, aflito,
na dor, recusar-se a bater,
lembre-se sempre, amigo,
nós amamos você.
II.
Desejo-lhe felicidade,
ternura e carinhos;
ame, chore, sorria,
aprenda no teu Caminho.
Risos e alegrias,
tanto quanto puderes suportar,
e também uma lágrima, sublime,
para tua alegria exaltar.
Mais do que isso,
Amor, forte e puro;
Sabedoria e Luz,
sejam eles teu futuro.
Tiago
Estamos aqui a lhe apoiar,
Seque as lágrimas, sem demora,
temos muito a lhe mostrar.
Tuas dores são fortes,
sinceras e verdadeiras,
mas cesse teu pranto,
não serão as últimas, não são as primeiras.
Se teu coração, aflito,
na dor, recusar-se a bater,
lembre-se sempre, amigo,
nós amamos você.
II.
Desejo-lhe felicidade,
ternura e carinhos;
ame, chore, sorria,
aprenda no teu Caminho.
Risos e alegrias,
tanto quanto puderes suportar,
e também uma lágrima, sublime,
para tua alegria exaltar.
Mais do que isso,
Amor, forte e puro;
Sabedoria e Luz,
sejam eles teu futuro.
Tiago
Obrigado Pai
Não chores coração
Não tens razão de chorar
Porque na próxima encarnação
Teus entes queridos vais encontrar
Não desesperes querido amigo
A vida é bela tu o sabes
Deus na sua infinita bondade
Nos dá muitas oportunidades
Amor é uma palavra mágica
Que um dia enlaçará os seres
Comecemos a nos aproximar
Para cumprir com os nossos deveres
Que coisa bela afinal
A nossa vida querida
Se não conseguirmos agora
Tentaremos em outra vida
Deus sem dúvida é justo e bom
E nós somos filhos seus
Mas ainda nos queixamos
E alguns até culpam Deus
Quem mais poderia ser
Culpado de suas penas
Descuidados que somos
Jamais voltaremos ás arenas
Alegria e felicidade
Deveríamos nós sentir
De nesta encarnação
Ter podido progredir
Ao pai nós tudo devemos
Estas ajudas incessantes
Porque sem a sua ajuda
Nós seríamos como antes
As rosas puras e belas
Com seu cheiro sublime
Também tem de progredir
Por isso não desanime
Deus que tudo conhece
Tem pena de filhos seus
Sabe que somos pequenos
Por isso damos graças a Deus
No decorrer dos milénios
Nossas vidas se sucederam
Pouco a pouco evoluindo
E nunca retrocedendo
Damos portanto graças a Deus
Por nossas vidas singelas
Porque de outra forma
Não evoluiríamos sem elas
Também não nos esqueçamos
De agradecer a Jesus
Porque graças a ele mesmo
Mais fácil é carregar nossa cruz
Obrigado pai querido
Nós vamos tentar progredir
Para um dia quem sabe
Olhar o infinito a sorrir
M.F.L.
Não tens razão de chorar
Porque na próxima encarnação
Teus entes queridos vais encontrar
Não desesperes querido amigo
A vida é bela tu o sabes
Deus na sua infinita bondade
Nos dá muitas oportunidades
Amor é uma palavra mágica
Que um dia enlaçará os seres
Comecemos a nos aproximar
Para cumprir com os nossos deveres
Que coisa bela afinal
A nossa vida querida
Se não conseguirmos agora
Tentaremos em outra vida
Deus sem dúvida é justo e bom
E nós somos filhos seus
Mas ainda nos queixamos
E alguns até culpam Deus
Quem mais poderia ser
Culpado de suas penas
Descuidados que somos
Jamais voltaremos ás arenas
Alegria e felicidade
Deveríamos nós sentir
De nesta encarnação
Ter podido progredir
Ao pai nós tudo devemos
Estas ajudas incessantes
Porque sem a sua ajuda
Nós seríamos como antes
As rosas puras e belas
Com seu cheiro sublime
Também tem de progredir
Por isso não desanime
Deus que tudo conhece
Tem pena de filhos seus
Sabe que somos pequenos
Por isso damos graças a Deus
No decorrer dos milénios
Nossas vidas se sucederam
Pouco a pouco evoluindo
E nunca retrocedendo
Damos portanto graças a Deus
Por nossas vidas singelas
Porque de outra forma
Não evoluiríamos sem elas
Também não nos esqueçamos
De agradecer a Jesus
Porque graças a ele mesmo
Mais fácil é carregar nossa cruz
Obrigado pai querido
Nós vamos tentar progredir
Para um dia quem sabe
Olhar o infinito a sorrir
M.F.L.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Uma história de homens e livros
O Universo é uma imensa livraria.
A Terra é apenas uma de suas estantes.
Somos os livros colocados nela.
Da mesma maneira que as pessoas compram livros, apenas pela beleza da capa, sem pesquisarem o índice e conteúdo do mesmo, muitas pessoas avaliam os outros pela aparência externa, pela capa física, sem considerarem a parte interna. Outras procuram livros com títulos bombásticos, sensacionalistas, histórias de terror ou romances profundos.
Também é assim com as pessoas: há aquelas que buscam sensacionalismos baratos, dramas alheios ou apenas um romance profundo ou rasteiro. Somos homens-livros lendo uns aos outros. Podemos ficar só na capa ou aprofundarmos nossa leitura até as páginas vivas do coração. A capa pode ser interessante, mas é no conteúdo que brilha a essência do texto. O corpo pode ter uma bela plástica, mas é o espírito que dá brilho aos olhos. Também podemos ler nas páginas experientes da vida muitos textos de sabedoria. Depende do que estamos buscando na estante.
Podemos ver em cada homem-livro um texto-espírito impresso nas linhas do corpo. Deus colocou sua assinatura divina ali, nas páginas do coração, mas só quem lê o interior descobre isso. Só quem vence a ilusão da capa e mergulha nas páginas da vida íntima de alguém, descobre seu real valor, humano e espiritual.
Que todos nós possamos ser bons leitores conscientes. Que nas páginas de nossos corações, possamos ler uma história de amor profundo. Que em nossos espíritos possamos ler uma história imortal. E que, sendo homens-livros, nós possamos ser leitura interessante e criativa nas várias estantes da livraria-universo, pois somos homens-livros para sempre!
A capa amassa e as folhas podem rasgar. Mas, ninguém amassa ou rasga as ideias e sentimentos de uma consciência imortal. O que não foi bem escrito em uma vida, poderá ser bem escrito mais a frente, em uma próxima existência ou além... Mas, com toda certeza, será publicado pela editora da vida, na estante terrestre ou em qualquer outra estante por aí...
Há homens-livros de várias capas e cores, mas Deus é o editor de todos eles.
Autor Desconhecido
A Terra é apenas uma de suas estantes.
Somos os livros colocados nela.
Da mesma maneira que as pessoas compram livros, apenas pela beleza da capa, sem pesquisarem o índice e conteúdo do mesmo, muitas pessoas avaliam os outros pela aparência externa, pela capa física, sem considerarem a parte interna. Outras procuram livros com títulos bombásticos, sensacionalistas, histórias de terror ou romances profundos.
Também é assim com as pessoas: há aquelas que buscam sensacionalismos baratos, dramas alheios ou apenas um romance profundo ou rasteiro. Somos homens-livros lendo uns aos outros. Podemos ficar só na capa ou aprofundarmos nossa leitura até as páginas vivas do coração. A capa pode ser interessante, mas é no conteúdo que brilha a essência do texto. O corpo pode ter uma bela plástica, mas é o espírito que dá brilho aos olhos. Também podemos ler nas páginas experientes da vida muitos textos de sabedoria. Depende do que estamos buscando na estante.
Podemos ver em cada homem-livro um texto-espírito impresso nas linhas do corpo. Deus colocou sua assinatura divina ali, nas páginas do coração, mas só quem lê o interior descobre isso. Só quem vence a ilusão da capa e mergulha nas páginas da vida íntima de alguém, descobre seu real valor, humano e espiritual.
Que todos nós possamos ser bons leitores conscientes. Que nas páginas de nossos corações, possamos ler uma história de amor profundo. Que em nossos espíritos possamos ler uma história imortal. E que, sendo homens-livros, nós possamos ser leitura interessante e criativa nas várias estantes da livraria-universo, pois somos homens-livros para sempre!
A capa amassa e as folhas podem rasgar. Mas, ninguém amassa ou rasga as ideias e sentimentos de uma consciência imortal. O que não foi bem escrito em uma vida, poderá ser bem escrito mais a frente, em uma próxima existência ou além... Mas, com toda certeza, será publicado pela editora da vida, na estante terrestre ou em qualquer outra estante por aí...
Há homens-livros de várias capas e cores, mas Deus é o editor de todos eles.
Autor Desconhecido
CÍrculo de amor
Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora.
Ele iria aprontar alguma?
Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse:
-Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho?
A propósito, meu nome é Bryan".
Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos. Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St.Louis e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.
Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia.
Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado.
Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante.
Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu:
- "Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar".
E acrescentou:
"... e pense em mim". Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.
Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo para casa, desaparecendo no crepúsculo.
Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante sujo. A cena inteira era estranha para ela.
A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar.
A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho.
Então se lembrou de Bryan. Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou.
Já tinha partido quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares.
Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia:
"Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você".
Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir. Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito.
Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil!
Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou: "Tudo ficará bem; eu te amo, Bryan".
Pense nisso, e ..... não feche esse círculo!
E Você? Tem feito o mesmo?
Autor Desconhecido
Ele iria aprontar alguma?
Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse:
-Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho?
A propósito, meu nome é Bryan".
Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos. Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St.Louis e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.
Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia.
Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado.
Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante.
Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu:
- "Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar".
E acrescentou:
"... e pense em mim". Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.
Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo para casa, desaparecendo no crepúsculo.
Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante sujo. A cena inteira era estranha para ela.
A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar.
A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho.
Então se lembrou de Bryan. Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou.
Já tinha partido quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares.
Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia:
"Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você".
Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir. Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito.
Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil!
Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou: "Tudo ficará bem; eu te amo, Bryan".
Pense nisso, e ..... não feche esse círculo!
E Você? Tem feito o mesmo?
Autor Desconhecido
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Solidariedade
Pegue seu "sorriso"
E presenteie a quem nunca teve um.
Descubra uma "fonte"
e banhe quem vive na lama.
Use a sua "valentia"
Para dar força e ânimo a quem não sabe lutar.
Tenha "esperança"
E viva em sua luz.
Descubra o "amor"
E passe a conhecer o mundo.
Pegue um "raio de sol"
E faça-o brilhar onde reina a escuridão.
Pegue uma "lágrima"
E ponha-a no rosto de quem nunca chorou.
Descubra a "vida"
E ensine-a a quem não sabe entende-la.
Pegue sua "bondade"
E dê-a a quem não sabe dar!
Mahatma Gandhi
E presenteie a quem nunca teve um.
Descubra uma "fonte"
e banhe quem vive na lama.
Use a sua "valentia"
Para dar força e ânimo a quem não sabe lutar.
Tenha "esperança"
E viva em sua luz.
Descubra o "amor"
E passe a conhecer o mundo.
Pegue um "raio de sol"
E faça-o brilhar onde reina a escuridão.
Pegue uma "lágrima"
E ponha-a no rosto de quem nunca chorou.
Descubra a "vida"
E ensine-a a quem não sabe entende-la.
Pegue sua "bondade"
E dê-a a quem não sabe dar!
Mahatma Gandhi
Atitude
Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas.
O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão.
Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido a dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.
Foi então à margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou.
Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada.
Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
- Mestre deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso?
Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
* Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."
Autor Desconhecido
Esta parábola nos faz reflectir a forma de melhor compreender e aceitar as pessoas com quem nos relacionamos.
Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro, mas podemos melhorar nossas próprias reacções e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode.
Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito ao próximo. Cada qual conforme sua NATUREZA.
O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão.
Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido a dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.
Foi então à margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou.
Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada.
Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
- Mestre deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso?
Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
* Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."
Autor Desconhecido
Esta parábola nos faz reflectir a forma de melhor compreender e aceitar as pessoas com quem nos relacionamos.
Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro, mas podemos melhorar nossas próprias reacções e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode.
Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito ao próximo. Cada qual conforme sua NATUREZA.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Gratidão
O homem por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída. Uma garotinha se aproximou da loja e amassou o narizinho contra o vidro da vitrina. Os olhos da cor do céu, brilhavam quando viu um determinado objecto.
Entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesa azul.
- É para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito?, diz ela.
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou:
- Quanto dinheiro você tem?
Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazer os nós. Colocou-o sobre o balcão e feliz, disse:
- Isso dá?
Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.
- Sabe, quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe ela cuida da gente e não tem tempo para ela. É aniversário dela e tenho certeza que ficará feliz com o colar que é da cor de seus olhos. O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.
- Tome! - disse para a garota. Leve com cuidado.
Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo.
Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de cabelos loiros e olhos azuis adentrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:
- Este colar foi comprado aqui?
- Sim senhora.
- E quanto custou?
- Ah!, falou o dono da loja. O preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.
A moça continuou:
- Mas minha irmã tinha somente algumas moedas! O colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagá-lo!
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu a jovem.
- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. ELA DEU TUDO O QUE TINHA.
O silêncio encheu a pequena loja e duas lágrimas rolaram pela face emocionada da jovem enquanto suas mãos tomavam o pequeno embrulho.
"A verdadeira doação é dar-se por inteiro, sem restrições. A gratidão de quem ama não coloca limites para os gestos de ternura. Seja sempre grato, mas não espere pelo reconhecimento de ninguém. A gratidão com amor não apenas aquece quem recebe, como reconforta quem oferece."
Autor desconhecido
Entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesa azul.
- É para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito?, diz ela.
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou:
- Quanto dinheiro você tem?
Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazer os nós. Colocou-o sobre o balcão e feliz, disse:
- Isso dá?
Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.
- Sabe, quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe ela cuida da gente e não tem tempo para ela. É aniversário dela e tenho certeza que ficará feliz com o colar que é da cor de seus olhos. O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.
- Tome! - disse para a garota. Leve com cuidado.
Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo.
Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de cabelos loiros e olhos azuis adentrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:
- Este colar foi comprado aqui?
- Sim senhora.
- E quanto custou?
- Ah!, falou o dono da loja. O preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.
A moça continuou:
- Mas minha irmã tinha somente algumas moedas! O colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagá-lo!
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu a jovem.
- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. ELA DEU TUDO O QUE TINHA.
O silêncio encheu a pequena loja e duas lágrimas rolaram pela face emocionada da jovem enquanto suas mãos tomavam o pequeno embrulho.
"A verdadeira doação é dar-se por inteiro, sem restrições. A gratidão de quem ama não coloca limites para os gestos de ternura. Seja sempre grato, mas não espere pelo reconhecimento de ninguém. A gratidão com amor não apenas aquece quem recebe, como reconforta quem oferece."
Autor desconhecido
Mensagem de Paz
As armas são a consequência do ódio e DESARMAR significa arrancar esse ódio do coração para dar lugar ao AMOR…
Por isso, se és partidário da PAZ te peço:
Que desterres de teu próprio coração o ódio, a mentira, o rancor, a cobiça, a arrogância, o egoísmo, a injustiça, os próprios interesses, a calúnia, o fastio, a desconfiança e a intolerância…
Porque o AMOR não é uma utopia quando se cultiva sobre uma base de: liberdade, pureza, verdade, confiança, tolerância, compaixão, humildade, honestidade, harmonia, entrega, desinteresse, lealdade e unidade.
Todos podemos desde nosso humilde lugarzinho neste mundo começar a mudança para uma vida melhor... em nome dos que pereceram nas guerras que nada entendem, por nossos pais, por nossos irmãos, por nossos filhos, por todos os inocentes que morreram, por cada ser nesta terra, por um futuro melhor…
¡¡¡ SEMEIE A PAZ COMEÇANDO POR TEU PRÓPRIO CORAÇÃO!!!
Autor Desconhecido
Por isso, se és partidário da PAZ te peço:
Que desterres de teu próprio coração o ódio, a mentira, o rancor, a cobiça, a arrogância, o egoísmo, a injustiça, os próprios interesses, a calúnia, o fastio, a desconfiança e a intolerância…
Porque o AMOR não é uma utopia quando se cultiva sobre uma base de: liberdade, pureza, verdade, confiança, tolerância, compaixão, humildade, honestidade, harmonia, entrega, desinteresse, lealdade e unidade.
Todos podemos desde nosso humilde lugarzinho neste mundo começar a mudança para uma vida melhor... em nome dos que pereceram nas guerras que nada entendem, por nossos pais, por nossos irmãos, por nossos filhos, por todos os inocentes que morreram, por cada ser nesta terra, por um futuro melhor…
¡¡¡ SEMEIE A PAZ COMEÇANDO POR TEU PRÓPRIO CORAÇÃO!!!
Autor Desconhecido
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Quando terei paz
Quando a mágoa em toda a plenitude me atacar e eu tentar dominá-la com o coração cheio de brandura, terei paz.
Quando a ingratidão acercar-se de mim atiçando revolta e eu parar um pouco, compreender e combaté-la com ternura, terei paz.
Quando a inveja e o sofrimento baterem na janela da minha vida e eu não mais escutar, com certeza terei paz.
Quando o orgulho e o egoismo insistirem em me acompanhar e eu tiver escolhido o amor como companheiro, terei imensa paz.
A doce paz é uma estrada de renuncia e persistência, dependendo unicamente do viajante a sua conquista.
Então…
Quando serei um homem de paz ?
Por certo.
Quando eu me vencer.
Quando a ingratidão acercar-se de mim atiçando revolta e eu parar um pouco, compreender e combaté-la com ternura, terei paz.
Quando a inveja e o sofrimento baterem na janela da minha vida e eu não mais escutar, com certeza terei paz.
Quando o orgulho e o egoismo insistirem em me acompanhar e eu tiver escolhido o amor como companheiro, terei imensa paz.
A doce paz é uma estrada de renuncia e persistência, dependendo unicamente do viajante a sua conquista.
Então…
Quando serei um homem de paz ?
Por certo.
Quando eu me vencer.
Chegou o blog cantinho da paz
Bem-vindo ao blog cantinho da paz.
Espero que por aqui encontre motivos de paz e felicidade.
Muito regularmente este cantinho da paz será actualizado com novas mensagens.
Volte sempre.
Obrigado.
Espero que por aqui encontre motivos de paz e felicidade.
Muito regularmente este cantinho da paz será actualizado com novas mensagens.
Volte sempre.
Obrigado.
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