Era uma vez um grande violinista chamado paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era sobrenatural. Ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo.
Numa certa noite, o palco, repleto de admiradores, estava preparado para recebe-lo. A orquestra entrou e foi aplaudida, o maestro, ovacionado. Mas quando Paganini entrou, o publico delirou.
Paganini coloca o violino no ombro e o que se seque é indiscritível.
De repente, um som estranho interrompe o devaneio da plateia. Uma das cordas do violino arrebenta. O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas. O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.
Quando tudo parecia bem, outra corda quebra. Todos param novamente, menos Paganini, que continua a tirar sons maravilhosos. Empolgados, todos voltam a tocar.
Mas outro som perturbador ecoa no auditório. Mais uma corda. Todos param novamente. Mas Paganini não pára. Como se nada tivesse acontecido, ele esquece as dificuldades e avança tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impresionados, voltam a tocar.
O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio.
Paganini atinge a glória. Seu nome corre atravez do tempo. Ele não é apenas um violinista genial é o símbolo do profissional diante do impossível.
Moral da história : Eu não sei o tipo de problema que poderá acontecer em nossa vida mas ele sempre surgirá de forma inesperada.
Nem tudo estará perdido. Procure perceber que existirá uma corda que ainda pode ser tocada e é tocando nela que você exercerá o seu talento, a vida sempre lhe deixará uma. Nunca desista. Ainda existe a corda da persistência inteligente de tentar mais uma vez. Desperte o Paganini que existe em você e avance para vencer.
Vitória é a arte de você continuar onde outros resolvem parar. Quando tudo parece ruir, dê uma chance a você mesmo e vá em frente. Nunca a vida lhe quebrará todas as cordas. É sempre a corda esquecida que lhe dará o maior resultado. Mas, se por acaso, você estiver mesmo no fundo do poço, esta é a sua chance de tocar a melhor corda do universo : Deus.
O som que você ouvirá a seguir o transformará num campeão.
Aloha Galvão
Presença Espírita
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Uma vontade especial
Herman e eu fechamos nossa loja e nos arrastamos para casa. Eram 11 horas da noite, véspera do Natal de 1949. Estávamos extremamente cansados.
Tínhamos vendido todos os nossos brinquedos, exceto um, já embrulhado por um dos vendedores, que fora reservado mas a pessoa nunca retornou.
Na manhã de Natal, logo cedo, nosso filho de doze anos, Tom, abriu seus presentes e se divertia. Mas havia algo de estranho naquele Natal. Eu sentia uma persistente vontade, Um desejo que parecia estar me mandando voltar à loja. Olhando para a calçada escorregadia lá fora, eu disse para mim mesma:
- Isso é loucura. Nada há a fazer lá.
Tentei despachar aquela vontade, mas ela não me deixava em paz. Aliás, ficava mais forte. Finalmente, eu não pude mais esperar e me vesti. Do lado de fora o vento era cortante e congelava meu rosto. Tateando, escorregando e deslizando, cheguei à loja.
Em frente, estavam dois meninos, um de aproximadamente nove anos e o outro de seis.
- Viu, eu não disse que ela viria? O mais velho disse jubiloso. O rosto do mais jovem estava molhado com lágrimas, mas quando ele me viu seu choro parou.
- O que vocês dois fazem aqui fora? Perguntei, me apresando à colocá-los para dentro da loja. Vocês deveriam estar em casa num dia como este!
- Estávamos esperando por você, respondeu o mais velho. Meu irmão não ganhou nada no Natal. Nós queríamos comprar um par de patins. É isso o que ele queria ganhar. Temos três dólares, disse puxando as notas de seu bolso.
Olhei o dinheiro. Olhei seus rostos cheios de expectativas. E então olhei ao redor da loja.
- Sinto muito, eu disse, mas não tem mais nenhum brinquedo! Então minha vista parou sobre aquele embrulho solitário numa prateleira atrás do balcão.
- Espere um minuto, falei aos meninos.
Fui até o balcão, peguei o embrulho, abri e, milagre dos milagres, era um par de patins! Jimmy, o menino mais novo, correu para eles.
- Senhor, deixe que seja de seu tamanho. Pensei.
E milagre sobre milagre, eram do tamanho exato. O menino mais velho me entregou o dinheiro.
- Não, eu lhe falei, quero lhes dar estes patins e quero que usem seu dinheiro para comprar luvas.
Os meninos pareciam não acreditar, a princípio. Então os seus olhos tornaram-se brilhantes e sorrisos estamparam em seus rostos. O que vi nos olhos de Jimmy era uma bênção. Era pura alegria.
Saímos juntos da loja e, enquanto eu trancava a porta, me virei para o mais velho e perguntei :
- O que o fez pensar que eu viria?
Definitivamente eu não estava preparada para sua resposta. Seu olhar foi fixo e ele me respondeu suavemente :
- Eu pedi que Jesus enviasse você.
O calafrio na minha espinha não era de frio. Deus tinha planejado tudo isto.
Depois de acenar em despedida, voltei para casa para o Natal mais brilhante de minha vida.
Autor Desconhecido
Tínhamos vendido todos os nossos brinquedos, exceto um, já embrulhado por um dos vendedores, que fora reservado mas a pessoa nunca retornou.
Na manhã de Natal, logo cedo, nosso filho de doze anos, Tom, abriu seus presentes e se divertia. Mas havia algo de estranho naquele Natal. Eu sentia uma persistente vontade, Um desejo que parecia estar me mandando voltar à loja. Olhando para a calçada escorregadia lá fora, eu disse para mim mesma:
- Isso é loucura. Nada há a fazer lá.
Tentei despachar aquela vontade, mas ela não me deixava em paz. Aliás, ficava mais forte. Finalmente, eu não pude mais esperar e me vesti. Do lado de fora o vento era cortante e congelava meu rosto. Tateando, escorregando e deslizando, cheguei à loja.
Em frente, estavam dois meninos, um de aproximadamente nove anos e o outro de seis.
- Viu, eu não disse que ela viria? O mais velho disse jubiloso. O rosto do mais jovem estava molhado com lágrimas, mas quando ele me viu seu choro parou.
- O que vocês dois fazem aqui fora? Perguntei, me apresando à colocá-los para dentro da loja. Vocês deveriam estar em casa num dia como este!
- Estávamos esperando por você, respondeu o mais velho. Meu irmão não ganhou nada no Natal. Nós queríamos comprar um par de patins. É isso o que ele queria ganhar. Temos três dólares, disse puxando as notas de seu bolso.
Olhei o dinheiro. Olhei seus rostos cheios de expectativas. E então olhei ao redor da loja.
- Sinto muito, eu disse, mas não tem mais nenhum brinquedo! Então minha vista parou sobre aquele embrulho solitário numa prateleira atrás do balcão.
- Espere um minuto, falei aos meninos.
Fui até o balcão, peguei o embrulho, abri e, milagre dos milagres, era um par de patins! Jimmy, o menino mais novo, correu para eles.
- Senhor, deixe que seja de seu tamanho. Pensei.
E milagre sobre milagre, eram do tamanho exato. O menino mais velho me entregou o dinheiro.
- Não, eu lhe falei, quero lhes dar estes patins e quero que usem seu dinheiro para comprar luvas.
Os meninos pareciam não acreditar, a princípio. Então os seus olhos tornaram-se brilhantes e sorrisos estamparam em seus rostos. O que vi nos olhos de Jimmy era uma bênção. Era pura alegria.
Saímos juntos da loja e, enquanto eu trancava a porta, me virei para o mais velho e perguntei :
- O que o fez pensar que eu viria?
Definitivamente eu não estava preparada para sua resposta. Seu olhar foi fixo e ele me respondeu suavemente :
- Eu pedi que Jesus enviasse você.
O calafrio na minha espinha não era de frio. Deus tinha planejado tudo isto.
Depois de acenar em despedida, voltei para casa para o Natal mais brilhante de minha vida.
Autor Desconhecido
Viva a vida
Nós nos convencemos de que a vida ficará melhor algum dia, quando nos casarmos, quando tivermos um filho e, depois, outro. Então, ficamos frustrados, porque nossos filhos não têm idade suficiente e seria muito melhor se tivessem.
Depois, nos frustramos porque temos filhos adolescentes e temos de lidar com eles.
Certamente seremos mais felizes quando nossos filhos tiverem ultrapassado essa fase.
Dizemos que nossa vida só será completa quando nosso cônjuge conseguir o que busca, quando tivermos comprado um carro melhor, ou tivermos condições de fazer uma viagem longa ou ainda quando estivermos aposentados.
A verdade é que não há melhor época para ser feliz do que agora mesmo!
Se não, quando? Sua vida será sempre cheia de desafios. Melhor admitir isto para você mesmo e decidir ser feliz de qualquer modo.
Uma das minhas 'frases' favoritas é de Alfred D. Souza, quando diz:
Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver - um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Ai sim, a vida de verdade começaria. Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo... e lembre-se que o tempo não espera ninguém. Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 quilos; até que você ganhe 5 quilos; até que você tenha tido filhos; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite; até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro, moto ou uma casa nova; até que seu carro, moto ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, primavera, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua musica toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra, e decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO...
Felicidade é uma viagem, não um destino.
Por isso...
Trabalhe como se você não precisasse de dinheiro.
Ame como se você nunca tivesse se machucado.
Auxilie como se fosse rotina.
Não coma e beba como se fosse a última vez.
Brinque como se fosse criança, junto a seus filhos.
Perdoe como gostaria que fosse perdoado.
E dance como se ninguém estivesse olhando!"
VIVA A VIDA...
SEMPRE ...
EM TODOS OS MOMENTOS, desejo que VOCÊ SEJA MUITO...FELIZ...
Autor Desconhecido
Depois, nos frustramos porque temos filhos adolescentes e temos de lidar com eles.
Certamente seremos mais felizes quando nossos filhos tiverem ultrapassado essa fase.
Dizemos que nossa vida só será completa quando nosso cônjuge conseguir o que busca, quando tivermos comprado um carro melhor, ou tivermos condições de fazer uma viagem longa ou ainda quando estivermos aposentados.
A verdade é que não há melhor época para ser feliz do que agora mesmo!
Se não, quando? Sua vida será sempre cheia de desafios. Melhor admitir isto para você mesmo e decidir ser feliz de qualquer modo.
Uma das minhas 'frases' favoritas é de Alfred D. Souza, quando diz:
Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver - um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Ai sim, a vida de verdade começaria. Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo... e lembre-se que o tempo não espera ninguém. Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 quilos; até que você ganhe 5 quilos; até que você tenha tido filhos; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite; até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro, moto ou uma casa nova; até que seu carro, moto ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, primavera, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua musica toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra, e decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO...
Felicidade é uma viagem, não um destino.
Por isso...
Trabalhe como se você não precisasse de dinheiro.
Ame como se você nunca tivesse se machucado.
Auxilie como se fosse rotina.
Não coma e beba como se fosse a última vez.
Brinque como se fosse criança, junto a seus filhos.
Perdoe como gostaria que fosse perdoado.
E dance como se ninguém estivesse olhando!"
VIVA A VIDA...
SEMPRE ...
EM TODOS OS MOMENTOS, desejo que VOCÊ SEJA MUITO...FELIZ...
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
O tanque de areia
Um menininho brincava no tanque de areia da praça naquela manhã de sábado.
Tinha com ele sua caixa de carrinhos e caminhões, seu balde plástico e uma pá vermelha brilhante. No processo de criar estradas e túneis na areia macia, ele descobriu uma pedra grande no meio do tanque de areia.
O mocinho cavou ao redor da pedra, conseguindo desalojar a sujeira. Com muito esforço, usando as mãos, os pés e em todas as posições possíveis, ele conseguiu empurrar a pedra através do tanque de areia. Era um menino muito pequeno e a pedra, para ele, era enorme. Quando o menino alcançou a borda do tanque de areia, ele descobriu que mais difícil ainda ia ser passar a pedra sobre a pequena parede.
Determinado, o menininho empurrou, empurrou e empurrou, mas a cada vez que ele achava ter feito algum progresso, a pedra virava e rolava de volta para o tanque. O menininho grunhiu, lutou, empurrou, mas sua única recompensa era ter a pedra rolando de volta, esmagando seus dedinhos rechonchudos. Finalmente rompeu em lágrimas de frustração.
Durante todo o tempo, seu pai o observava de sua janela, aguardando o desenvolvimento de todo o drama. No momento em que as lágrimas caíram, uma sombra grande caiu sobre o menino. Era seu pai. Suavemente mas com firmeza, ele disse :
- Filho, por quê você não usou toda a força que você tinha disponível?
Derrotado, o menino respondeu :
- Mas eu usei, pai! Usei toda a força que eu tinha!
- Não, meu filho, corrigiu o pai bondosamente.
- Você não usou toda a força que você tinha. Você não me pediu ajuda.
E o pai do menino se abaixou, pegou a pedra e a retirou do tanque de areia.
Soa familiar?
Todos temos pedras a mover, e precisamos ir diretamente ao nosso Pai para conseguir que o trabalho seja feito!
Tradução Sergio Barros
Tinha com ele sua caixa de carrinhos e caminhões, seu balde plástico e uma pá vermelha brilhante. No processo de criar estradas e túneis na areia macia, ele descobriu uma pedra grande no meio do tanque de areia.
O mocinho cavou ao redor da pedra, conseguindo desalojar a sujeira. Com muito esforço, usando as mãos, os pés e em todas as posições possíveis, ele conseguiu empurrar a pedra através do tanque de areia. Era um menino muito pequeno e a pedra, para ele, era enorme. Quando o menino alcançou a borda do tanque de areia, ele descobriu que mais difícil ainda ia ser passar a pedra sobre a pequena parede.
Determinado, o menininho empurrou, empurrou e empurrou, mas a cada vez que ele achava ter feito algum progresso, a pedra virava e rolava de volta para o tanque. O menininho grunhiu, lutou, empurrou, mas sua única recompensa era ter a pedra rolando de volta, esmagando seus dedinhos rechonchudos. Finalmente rompeu em lágrimas de frustração.
Durante todo o tempo, seu pai o observava de sua janela, aguardando o desenvolvimento de todo o drama. No momento em que as lágrimas caíram, uma sombra grande caiu sobre o menino. Era seu pai. Suavemente mas com firmeza, ele disse :
- Filho, por quê você não usou toda a força que você tinha disponível?
Derrotado, o menino respondeu :
- Mas eu usei, pai! Usei toda a força que eu tinha!
- Não, meu filho, corrigiu o pai bondosamente.
- Você não usou toda a força que você tinha. Você não me pediu ajuda.
E o pai do menino se abaixou, pegou a pedra e a retirou do tanque de areia.
Soa familiar?
Todos temos pedras a mover, e precisamos ir diretamente ao nosso Pai para conseguir que o trabalho seja feito!
Tradução Sergio Barros
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Esperança
"A esperança é algo que traz o sol às sombras das nossas vidas.
É o nosso vínculo com um amanhã melhor.
Quando a esperança permanece viva, também permanece nossa determinação de prosseguir"
Frances Hodgson Burnett
É o nosso vínculo com um amanhã melhor.
Quando a esperança permanece viva, também permanece nossa determinação de prosseguir"
Frances Hodgson Burnett
Momentos
Momentos felizes, louve a Deus.
Momentos difíceis, busque a Deus.
Momentos silenciosos, adore a Deus.
Momentos dolorosos, confie em Deus.
Cada momento, agradeça a Deus.
Autor Desconhecido
Momentos difíceis, busque a Deus.
Momentos silenciosos, adore a Deus.
Momentos dolorosos, confie em Deus.
Cada momento, agradeça a Deus.
Autor Desconhecido
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Um estimulo especial
Conta-se que uma família do leste europeu foi forçada a sair de sua casa, quando tropas invasoras invadiram a localidade onde viviam.
Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade.
Se conseguissem ter êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo.
A família compunha-se de umas dez pessoas, de diversas idades.
Reuniram-se e planejaram os detalhes: a saída de casa, por onde tentariam a difícil travessia.
O problema era o avô. Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura.
- "Deixem-me," falou ele. "Serei um empecilho para o êxito de vocês.
Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu."
Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que se ele não fosse, eles também ali permaneceriam.
Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas.
A caminhada era feita em silêncio. Todo esforço desnecessário deveria ser poupado.
Como entre eles havia uma menina de apenas um ano, combinaram que, a fim de que ninguém ficasse exausto, ela seria carregada por todos os componentes da família, em sistema de revezamento.
Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha.
Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou:
- "deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos."
- "De forma alguma o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir."
- falou com entusiasmo o filho.
- "Não." Insistiu o avô. "deixem-me aqui."
O filho não se deu por vencido. Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse:
- "vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê."
O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos.
Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos.
O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo.
O avô se levantou.
- "Claro" - falou - é a minha vez. Passem-me o bebê."
Ajeitou a menina no colo. Olhou para o seu rostinho inocente e sentiu uma força renovada.
Um enorme desejo de ver sua família a salvo, numa terra neutra, em que a guerra seria somente uma memória distante tomou conta dele.
- "Vamos" - disse, com determinação. "já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando."
O grupo prosseguiu, com o avô carregando a netinha. Naquela noite, a família conseguiu cruzar a fronteira a salvo.
Todos os que iniciaram o longo percurso pelas montanhas conseguiram terminá-lo. Inclusive o avô.
***
Se alguém a seu lado, está prestes a desistir das lutas que lhe compete, ofereça-lhe um incentivo.
Recorde da importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta.
Lembre-o que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença.
Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor.
Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra.
Não permita que ninguém fique à margem do caminho, somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir, até a vitória final.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. Para meu neto, de Floyd Wickman e Terri Sjodin, do livro Histórias para aquecer o coração dos pais, de Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Jeff Aubery e Mark & Chrissy Dinnelly. Ed. Sextante.
Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade.
Se conseguissem ter êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo.
A família compunha-se de umas dez pessoas, de diversas idades.
Reuniram-se e planejaram os detalhes: a saída de casa, por onde tentariam a difícil travessia.
O problema era o avô. Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura.
- "Deixem-me," falou ele. "Serei um empecilho para o êxito de vocês.
Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu."
Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que se ele não fosse, eles também ali permaneceriam.
Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas.
A caminhada era feita em silêncio. Todo esforço desnecessário deveria ser poupado.
Como entre eles havia uma menina de apenas um ano, combinaram que, a fim de que ninguém ficasse exausto, ela seria carregada por todos os componentes da família, em sistema de revezamento.
Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha.
Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou:
- "deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos."
- "De forma alguma o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir."
- falou com entusiasmo o filho.
- "Não." Insistiu o avô. "deixem-me aqui."
O filho não se deu por vencido. Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse:
- "vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê."
O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos.
Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos.
O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo.
O avô se levantou.
- "Claro" - falou - é a minha vez. Passem-me o bebê."
Ajeitou a menina no colo. Olhou para o seu rostinho inocente e sentiu uma força renovada.
Um enorme desejo de ver sua família a salvo, numa terra neutra, em que a guerra seria somente uma memória distante tomou conta dele.
- "Vamos" - disse, com determinação. "já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando."
O grupo prosseguiu, com o avô carregando a netinha. Naquela noite, a família conseguiu cruzar a fronteira a salvo.
Todos os que iniciaram o longo percurso pelas montanhas conseguiram terminá-lo. Inclusive o avô.
***
Se alguém a seu lado, está prestes a desistir das lutas que lhe compete, ofereça-lhe um incentivo.
Recorde da importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta.
Lembre-o que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença.
Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor.
Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra.
Não permita que ninguém fique à margem do caminho, somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir, até a vitória final.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. Para meu neto, de Floyd Wickman e Terri Sjodin, do livro Histórias para aquecer o coração dos pais, de Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Jeff Aubery e Mark & Chrissy Dinnelly. Ed. Sextante.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
O tolo
Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas, uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei - respondeu o não tão tolo assim - ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: quem parece idiota, nem sempre é.
Dito em forma de pergunta: quais eram os verdadeiros tolos da história?
Outra conclusão:se você for extremamente ganancioso, acabará por estragar sua fonte de renda. Mas a conclusão mais interessante, a meu ver é a percepção de que podemos estar bem mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos!
Autor Desconhecido
Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas, uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei - respondeu o não tão tolo assim - ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: quem parece idiota, nem sempre é.
Dito em forma de pergunta: quais eram os verdadeiros tolos da história?
Outra conclusão:se você for extremamente ganancioso, acabará por estragar sua fonte de renda. Mas a conclusão mais interessante, a meu ver é a percepção de que podemos estar bem mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos!
Autor Desconhecido
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
O cobrador
Depois de um dia de caminhada pela mata, mestre e discípulo retornavam ao casebre, seguindo por uma longa estrada. Ao passarem próximo a uma moita de samambaia, ouviram um gemido. Verificaram e descobriram, caído, um homem. Estava pálido e com uma grande mancha de sangue, próximo ao coração. O homem tinha sido ferido e já estava próximo da inconsciência. Com muita dificuldade, mestre e discípulo carregaram o homem para o casebre rústico, onde trataram do ferimento.
Uma semana depois, já restabelecido, o homem contou que havia sido assaltado e que ao reagir fora ferido por uma faca. Disse que conhecia seu agressor, e que não descansaria enquanto não se vingasse. Disposto a partir, o homem disse ao sábio:
- Senhor, muito lhe agradeço por ter salvo minha vida. Tenho que partir e levo comigo a gratidão por sua bondade. Vou ao encontro daquele que me atacou e vou fazer com que ele sinta a mesma dor que sentí.
O mestre olhou fixo para o homem e disse:
- Vá e faça o que deseja. Entretanto, devo informá-lo de que você me deve três mil moedas de ouro, como pagamento pelo tratamento que lhe fiz.
O homem ficou assustado e disse:
- Senhor, é muito dinheiro. Sou um trabalhador e não tenho como lhe pagar esse valor!
- Se não podes pagar pelo bem que recebestes, com que direito queres cobrar o mal que lhe fizeram?
O homem ficou confuso e o mestre concluiu:
- Antes de cobrar alguma coisa, procure saber quanto você deve. Não faça cobrança pelas coisas ruins que te aconteçam nessa vida, pois essa vida pode lhe cobrar tudo que você deve. E com certeza você vai pagar muito mais caro.
Autor desconhecido
Uma semana depois, já restabelecido, o homem contou que havia sido assaltado e que ao reagir fora ferido por uma faca. Disse que conhecia seu agressor, e que não descansaria enquanto não se vingasse. Disposto a partir, o homem disse ao sábio:
- Senhor, muito lhe agradeço por ter salvo minha vida. Tenho que partir e levo comigo a gratidão por sua bondade. Vou ao encontro daquele que me atacou e vou fazer com que ele sinta a mesma dor que sentí.
O mestre olhou fixo para o homem e disse:
- Vá e faça o que deseja. Entretanto, devo informá-lo de que você me deve três mil moedas de ouro, como pagamento pelo tratamento que lhe fiz.
O homem ficou assustado e disse:
- Senhor, é muito dinheiro. Sou um trabalhador e não tenho como lhe pagar esse valor!
- Se não podes pagar pelo bem que recebestes, com que direito queres cobrar o mal que lhe fizeram?
O homem ficou confuso e o mestre concluiu:
- Antes de cobrar alguma coisa, procure saber quanto você deve. Não faça cobrança pelas coisas ruins que te aconteçam nessa vida, pois essa vida pode lhe cobrar tudo que você deve. E com certeza você vai pagar muito mais caro.
Autor desconhecido
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Papel ao vento
Um homem, há muito tempo, tanto falou que seu vizinho era ladrão que o rapaz acabou preso!
Dias depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto, e processou o homem.
No tribunal, o homem fala para o juiz:
- Comentários não causam tanto mal assim.
E o juiz responde:
- Escreva os comentários num papel, depois pique e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença.
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença, terá que juntar os pedaços de papel que espalhou ontem.
- disse o juiz.
E o homem:
- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão.
E o juiz:
- Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal.
Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.
"Sejamos donos de nossa boca, para não sermos escravos de nossas palavras."
Autor Desconhecido
Dias depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto, e processou o homem.
No tribunal, o homem fala para o juiz:
- Comentários não causam tanto mal assim.
E o juiz responde:
- Escreva os comentários num papel, depois pique e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença.
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença, terá que juntar os pedaços de papel que espalhou ontem.
- disse o juiz.
E o homem:
- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão.
E o juiz:
- Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal.
Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.
"Sejamos donos de nossa boca, para não sermos escravos de nossas palavras."
Autor Desconhecido
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O valor do saber
Em um rio de difícil travessia, havia um barqueiro que levava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.
Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
- Companheiro, você entende de leis?
- Não. Responde o barqueiro.
E o advogado compadecido:
- É uma pena. você perdeu a metade da vida!
A professora muito social entra na conversa:
- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
- Também não. Responde o remador.
- Que pena! - Condói-se a mestra. - Você perdeu metade da vida!
Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. O barqueiro preocupado pergunta:
- Vocês sabem nadar?
- Não! Responderam eles rapidamente.
- Então que pena. - Conclui o barqueiro. - Vocês perderam toda a vida!
"Não há saber mais ou saber menos: há saberes diferentes."
(Paulo Freire)
Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato.
Não as discrimine se acaso o seu saber for bem superior aos delas. Tal qual a história acima, você poderá equivocar-se! Portanto adote, exercite, medite e pratique: a humildade!
Autor Desconhecido
Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
- Companheiro, você entende de leis?
- Não. Responde o barqueiro.
E o advogado compadecido:
- É uma pena. você perdeu a metade da vida!
A professora muito social entra na conversa:
- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
- Também não. Responde o remador.
- Que pena! - Condói-se a mestra. - Você perdeu metade da vida!
Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. O barqueiro preocupado pergunta:
- Vocês sabem nadar?
- Não! Responderam eles rapidamente.
- Então que pena. - Conclui o barqueiro. - Vocês perderam toda a vida!
"Não há saber mais ou saber menos: há saberes diferentes."
(Paulo Freire)
Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato.
Não as discrimine se acaso o seu saber for bem superior aos delas. Tal qual a história acima, você poderá equivocar-se! Portanto adote, exercite, medite e pratique: a humildade!
Autor Desconhecido
Actos irreflectidos
Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro, chega em casa todo orgulhoso e chama sua esposa para ver o lindo caminhão que comprara depois de longos e árduos 20 anos de trabalho.
Era o primeiro que conseguira comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada.
A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de sua casa, vê seu filhinho de 6 anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.
Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro, corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer.
Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.
Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.
Porém, o menino era forte e resisitira bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:
- Papai, me desculpe.
Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo!
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância.
Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão não tinha estragado.
Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- É claro que não! - respondeu o pai.
Ao que o menino pergunta:
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?
*****
Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos "sarar" a ferida que deixamos.
Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos sejam irreversíveis.
Não há nada pior que o arrependimento e a culpa pelos atos feitos sem pensar.
Pense nisso!
Autor desconhecido
Era o primeiro que conseguira comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada.
A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de sua casa, vê seu filhinho de 6 anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.
Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro, corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer.
Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.
Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.
Porém, o menino era forte e resisitira bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:
- Papai, me desculpe.
Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo!
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância.
Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão não tinha estragado.
Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- É claro que não! - respondeu o pai.
Ao que o menino pergunta:
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?
*****
Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos "sarar" a ferida que deixamos.
Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos sejam irreversíveis.
Não há nada pior que o arrependimento e a culpa pelos atos feitos sem pensar.
Pense nisso!
Autor desconhecido
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
O homem e o cachorro
Um certo homem ouviu dizer que óleo de fígado de bacalhau era bom para a saúde do seu cachorro.
Então, resolveu dar o óleo todos os dias para o animal.
Prendia o pobre cachorro entre as pernas e enfiava-lhe o óleo goela abaixo.
O animal se rebelava e se debatia furiosamente, todos os dias.
Um dia o cachorro se soltou e, para espanto do homem, veio e lambeu a colher de óleo...
Foi aí que o homem entendeu:
O cachorro não lutava contra o óleo, mas sim contra o método usado pelo homem!
Muitas vezes o problema não é o que fazemos, mas como fazemos.
Pense nisso hoje, como você está resolvendo as coisas na SUA VIDA?
Autor Desconhecido
Então, resolveu dar o óleo todos os dias para o animal.
Prendia o pobre cachorro entre as pernas e enfiava-lhe o óleo goela abaixo.
O animal se rebelava e se debatia furiosamente, todos os dias.
Um dia o cachorro se soltou e, para espanto do homem, veio e lambeu a colher de óleo...
Foi aí que o homem entendeu:
O cachorro não lutava contra o óleo, mas sim contra o método usado pelo homem!
Muitas vezes o problema não é o que fazemos, mas como fazemos.
Pense nisso hoje, como você está resolvendo as coisas na SUA VIDA?
Autor Desconhecido
Um quilo de paz
Sentado numa poltrona, em frente à TV, estava Washington. Até que: plic!
- Não aguento mais jogar videogame! Todos os dias, a mesma coisa!
Washington é um garoto de 12 anos e mora em São Paulo. Filho de uma família muito rica, tinha de tudo, mas não era feliz. Com poucos amigos, sentia falta de algo importante: a paz.
Certo dia, pediu dinheiro a sua mãe para comprar um "negócio". A mãe, sem perguntar pra quê, entregou-lhe o dinheiro. O garoto entrou numa loja e pediu:
- Quero um quilo de paz.
A balconista, irritada, sem lhe dar atenção, respondeu:
- Aqui não se vende paz!
Passou em outra loja, em um bar, numa padaria. Depois de andar muito, cansou de ser debochado e voltou para casa. Sentou no sofá, pensativo:
Onde compraria a paz?
O toque da campainha quebrou seus pensamentos. Ao abrir a porta, um senhor bastante idoso suplicou:
- Por favor, meu bom menino, há dois dias que não ponho nada na boca, não agüento mais de fome. Pode me dar algo para comer?
- O senhor sabe me dizer onde eu posso comprar a paz? - pergunta o menino, ainda preocupado com o seu problema.
- Sim, me traga algo para comer que eu te digo.
Ansioso, mais do que depressa Washington foi até a cozinha. Voltou com um prato transbordando de comida e um copo de suco de laranja. Sentou-se ao lado do homem, ouvindo-o atentamente.
- Olha, meu amigo. Existe um dinheiro com o qual podemos comprar a paz. É com o nosso coração.
- Mas se eu tirar o coração, como posso viver? - pergunta o garoto, confuso.
- Com o coração quero dizer: quando fazemos o bem aos nossos irmãos!
Hoje, eu sei que você vai se sentir muito feliz, com muita paz, por ter me tratado bem, por ter me dado um prato de comida. Sentiria o mesmo se tivesse feito a outra pessoa.
- É verdade? - pergunta Washington - puxa, estou tão feliz só de ouvir o senhor me falar isso!
Daquele dia em diante, o garoto refletiu muito sobre aquela conversa e como se sentira feliz ao ajudar alguém. Continuou praticando o bem. E, como por encanto, começou a ter muitos amigos.
E pôde confirmar que a paz está dentro de cada um de nós, basta cultivá-la.
Rogério Davi Moreira
- Não aguento mais jogar videogame! Todos os dias, a mesma coisa!
Washington é um garoto de 12 anos e mora em São Paulo. Filho de uma família muito rica, tinha de tudo, mas não era feliz. Com poucos amigos, sentia falta de algo importante: a paz.
Certo dia, pediu dinheiro a sua mãe para comprar um "negócio". A mãe, sem perguntar pra quê, entregou-lhe o dinheiro. O garoto entrou numa loja e pediu:
- Quero um quilo de paz.
A balconista, irritada, sem lhe dar atenção, respondeu:
- Aqui não se vende paz!
Passou em outra loja, em um bar, numa padaria. Depois de andar muito, cansou de ser debochado e voltou para casa. Sentou no sofá, pensativo:
Onde compraria a paz?
O toque da campainha quebrou seus pensamentos. Ao abrir a porta, um senhor bastante idoso suplicou:
- Por favor, meu bom menino, há dois dias que não ponho nada na boca, não agüento mais de fome. Pode me dar algo para comer?
- O senhor sabe me dizer onde eu posso comprar a paz? - pergunta o menino, ainda preocupado com o seu problema.
- Sim, me traga algo para comer que eu te digo.
Ansioso, mais do que depressa Washington foi até a cozinha. Voltou com um prato transbordando de comida e um copo de suco de laranja. Sentou-se ao lado do homem, ouvindo-o atentamente.
- Olha, meu amigo. Existe um dinheiro com o qual podemos comprar a paz. É com o nosso coração.
- Mas se eu tirar o coração, como posso viver? - pergunta o garoto, confuso.
- Com o coração quero dizer: quando fazemos o bem aos nossos irmãos!
Hoje, eu sei que você vai se sentir muito feliz, com muita paz, por ter me tratado bem, por ter me dado um prato de comida. Sentiria o mesmo se tivesse feito a outra pessoa.
- É verdade? - pergunta Washington - puxa, estou tão feliz só de ouvir o senhor me falar isso!
Daquele dia em diante, o garoto refletiu muito sobre aquela conversa e como se sentira feliz ao ajudar alguém. Continuou praticando o bem. E, como por encanto, começou a ter muitos amigos.
E pôde confirmar que a paz está dentro de cada um de nós, basta cultivá-la.
Rogério Davi Moreira
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Verdadeira Amizade
Certa vez um soldado disse ao seu tenente:
- Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor, solicito permissão para ir buscá-lo.
- Permissão negada, replicou o oficial. Não quero que arrisque a sua vida por um homem que provavelmente está morto.
O soldado, ignorando a proibição, saiu, e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando cadáver de seu amigo.
O oficial estava furioso:
- Já tinha dito que ele estava morto!!! Agora eu perdi dois homens!!!
Diga-me Valeu a pena trazer um cadáver?
E o soldado, moribundo, respondeu:
- Claro! que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e pôde me dizer:
- "Tinha certeza que você viria!"
Autor Desconhecido
- Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor, solicito permissão para ir buscá-lo.
- Permissão negada, replicou o oficial. Não quero que arrisque a sua vida por um homem que provavelmente está morto.
O soldado, ignorando a proibição, saiu, e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando cadáver de seu amigo.
O oficial estava furioso:
- Já tinha dito que ele estava morto!!! Agora eu perdi dois homens!!!
Diga-me Valeu a pena trazer um cadáver?
E o soldado, moribundo, respondeu:
- Claro! que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e pôde me dizer:
- "Tinha certeza que você viria!"
Autor Desconhecido
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Se amar fosse fácil
Se amar fosse fácil,
não haveria tanta gente amando mal,
nem tanta gente mal amada.
Se amar fosse fácil,
não haveria tanta fome,
nem tantas guerras,
nem gente sem sobrenome.
Se amar fosse fácil,
não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém,
nem haveria orfanatos,
porque as famílias serenas adotariam mais filhos,
nem filhos mal concebidos,
nem esposas mal amadas,
nem mixês,
nem prostitutas.
Se amar fosse tão fácil,
não haveria assaltantes e as mulheres gestantes não tirariam seu feto,
nem haveria assassinos,
nem preços exorbitantes nem os que ganham demais,
nem os que ganham de menos.
Se amar fosse tão fácil nem soldados haveria,
pois ninguém agrediria,
no máximo ajudariam no combate ao cão feroz.
Mas o amor é sentimento que depende de um "eu quero",
seguido de um "eu espero";
e a vontade é rebelde, o homem,
um egoísta que maximiza seu "eu" por isso,
o amor é difícil.
Cristo não estava brincando quando nos disse para amar.
E, quando morreu amando, deu a suprema lição.
Não se ama por ser fácil,
ama-se porque é preciso!
Autor Desconhecido
não haveria tanta gente amando mal,
nem tanta gente mal amada.
Se amar fosse fácil,
não haveria tanta fome,
nem tantas guerras,
nem gente sem sobrenome.
Se amar fosse fácil,
não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém,
nem haveria orfanatos,
porque as famílias serenas adotariam mais filhos,
nem filhos mal concebidos,
nem esposas mal amadas,
nem mixês,
nem prostitutas.
Se amar fosse tão fácil,
não haveria assaltantes e as mulheres gestantes não tirariam seu feto,
nem haveria assassinos,
nem preços exorbitantes nem os que ganham demais,
nem os que ganham de menos.
Se amar fosse tão fácil nem soldados haveria,
pois ninguém agrediria,
no máximo ajudariam no combate ao cão feroz.
Mas o amor é sentimento que depende de um "eu quero",
seguido de um "eu espero";
e a vontade é rebelde, o homem,
um egoísta que maximiza seu "eu" por isso,
o amor é difícil.
Cristo não estava brincando quando nos disse para amar.
E, quando morreu amando, deu a suprema lição.
Não se ama por ser fácil,
ama-se porque é preciso!
Autor Desconhecido
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Você está vivendo ?
Era seu último dia de vida, mas ele ainda não sabia disso.
Naquela manhã, sentiu vontade de dormir mais um pouco. Estava cansado porque na noite anterior fora se deitar muito tarde. Também não havia dormido bem. Tinha tido um sono agitado. Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama e se levantou, pensando na montanha de coisas que precisa fazer na empresa.
Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente. Não prestou atenção no rosto cansado nem nas olheiras escuras, resultado das noites mal dormidas. Nem sequer percebeu um aglomerado de pêlos teimosos que escaparam da lâmina de barbear.
A vida é uma seqüência de dias vazios que precisamos preencher, pensou enquanto jogava a roupa por cima do corpo.
Engoliu o café e saiu resmungando um bom dia sem convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não notou que os olhos dela ainda guardavam a doçura de mulher apaixonada, mesmo depois de tantos anos de casamento. Não entendia por que ela se queixava tanto da ausência dele, e vivia reivindicando mais tempo para ficarem juntos. Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?
Claro que ele não teve tempo para esquentar o carro nem sorrir quando o cachorro, alegre, abanou o rabo. Deu a partida e acelerou. Ligou o rádio, que tocava uma antiga canção do Roberto Carlos, detalhes tão pequenos de nós dois...
Pensou que não tinha mais tempo para curtir detalhes tão pequenos da vida. Anos atrás, gostava de assistir ao programa de Roberto Carlos nas tardes de Domingo. Mas isso fazia parte de outra época, quando podia se divertir mais.
Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar. Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto, mas não podia, naquele dia, dar-se ao luxo de sair da empresa. Agradeceu o convite, mas respondeu que seria impossível. Quem sabe no próximo final de semana: Ela insistiu, disse que sentia muita saudade e que gostaria de poder estar com ele na hora do almoço. Mas ele foi irredutível: realmente, era impossível.
Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava totalmente lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.
No que seria sua hora do almoço, pediu para a secretária trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um chek-up, mais isso ficaria para o mês seguinte. Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando.
Enquanto relacionava os telefonemas que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up. Mas ele logo conclui que era um mal estar passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar.
Terminado o almoço, escovou os dentes e voltou à sua mesa. A vida continua, pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir. Nem tudo saía como ele queria. Começou a gritar com o gerente, exigindo que este cumprisse o prometido. Afinal, ele estava sendo pressionado pela diretoria. Tinha de mostrar resultados. Será que o gerente não conseguia entender isso?
Saiu para a reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando de dois em dois degraus. Parecia que a garagem estava a quilômetros de distância, encravada no miolo da terra, e não no subsolo do prédio.
Entrou no carro, deu a partida e, quando ia engatar a primeira marcha, sentiu de novo o mal estar. Agora havia uma dor forte no peito. O ar começou a faltar...a dor foi aumentando...o carro desapareceu...os outros carros também...Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo em que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem. Era como se o videocassete estivesse rodando em câmara lenta. Quadro a quadro, ele via a esposa, o netinho, à filha e, umas após outras, todas as pessoas de que mais gostava.
Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito á porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã? Por que não foi pescar com os amigou no último feriado? A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do arrependimento. Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte, a da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.
Escutou o barulho de alguma coisa quebrando de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas. Queria viver, queria ter mais uma chance, queira voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto...Queria...Queria...Mas não havia mais tempo...
Roberto Shinyashiki
Minha nota : Não serão as pessoas que amamos muito mais importântes que o status social que as pessoas procuram desesperadamente ter ? Mais uma vez aqui o materialismo a ser chaga da humanidade.
Naquela manhã, sentiu vontade de dormir mais um pouco. Estava cansado porque na noite anterior fora se deitar muito tarde. Também não havia dormido bem. Tinha tido um sono agitado. Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama e se levantou, pensando na montanha de coisas que precisa fazer na empresa.
Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente. Não prestou atenção no rosto cansado nem nas olheiras escuras, resultado das noites mal dormidas. Nem sequer percebeu um aglomerado de pêlos teimosos que escaparam da lâmina de barbear.
A vida é uma seqüência de dias vazios que precisamos preencher, pensou enquanto jogava a roupa por cima do corpo.
Engoliu o café e saiu resmungando um bom dia sem convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não notou que os olhos dela ainda guardavam a doçura de mulher apaixonada, mesmo depois de tantos anos de casamento. Não entendia por que ela se queixava tanto da ausência dele, e vivia reivindicando mais tempo para ficarem juntos. Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?
Claro que ele não teve tempo para esquentar o carro nem sorrir quando o cachorro, alegre, abanou o rabo. Deu a partida e acelerou. Ligou o rádio, que tocava uma antiga canção do Roberto Carlos, detalhes tão pequenos de nós dois...
Pensou que não tinha mais tempo para curtir detalhes tão pequenos da vida. Anos atrás, gostava de assistir ao programa de Roberto Carlos nas tardes de Domingo. Mas isso fazia parte de outra época, quando podia se divertir mais.
Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar. Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto, mas não podia, naquele dia, dar-se ao luxo de sair da empresa. Agradeceu o convite, mas respondeu que seria impossível. Quem sabe no próximo final de semana: Ela insistiu, disse que sentia muita saudade e que gostaria de poder estar com ele na hora do almoço. Mas ele foi irredutível: realmente, era impossível.
Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava totalmente lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.
No que seria sua hora do almoço, pediu para a secretária trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um chek-up, mais isso ficaria para o mês seguinte. Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando.
Enquanto relacionava os telefonemas que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up. Mas ele logo conclui que era um mal estar passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar.
Terminado o almoço, escovou os dentes e voltou à sua mesa. A vida continua, pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir. Nem tudo saía como ele queria. Começou a gritar com o gerente, exigindo que este cumprisse o prometido. Afinal, ele estava sendo pressionado pela diretoria. Tinha de mostrar resultados. Será que o gerente não conseguia entender isso?
Saiu para a reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando de dois em dois degraus. Parecia que a garagem estava a quilômetros de distância, encravada no miolo da terra, e não no subsolo do prédio.
Entrou no carro, deu a partida e, quando ia engatar a primeira marcha, sentiu de novo o mal estar. Agora havia uma dor forte no peito. O ar começou a faltar...a dor foi aumentando...o carro desapareceu...os outros carros também...Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo em que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem. Era como se o videocassete estivesse rodando em câmara lenta. Quadro a quadro, ele via a esposa, o netinho, à filha e, umas após outras, todas as pessoas de que mais gostava.
Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito á porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã? Por que não foi pescar com os amigou no último feriado? A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do arrependimento. Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte, a da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.
Escutou o barulho de alguma coisa quebrando de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas. Queria viver, queria ter mais uma chance, queira voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto...Queria...Queria...Mas não havia mais tempo...
Minha nota : Não serão as pessoas que amamos muito mais importântes que o status social que as pessoas procuram desesperadamente ter ? Mais uma vez aqui o materialismo a ser chaga da humanidade.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Para viver um grande amor
É preciso abrir todas as portas que te fecham o coração.
Quebrar barreiras construídas ao longo do tempo,
por amores do passado que foram em vão...
É preciso muita renúncia em ser e mudança no pensar.
É não esquecer que ninguém vem perfeito para nós !
É preciso ver o outro com os olhos da alma e se deixar cativar !
É preciso renunciar ao que não agrada ao seu amor...
para que se moldem um ao outro como se molda uma escultura !
Aparando as arestas que podem machucar.
É como lapidar um diamante bruto... para fazê-lo brilhar !
E quando decidires que chegou a tua hora de amar,
lembra-te que é preciso haver identificação de almas !
De gostos, de gestos, de pele no modo de sentir e pensar !
PARA VIVER UM GRANDE AMOR...
É preciso ver a luz iluminar sua aura,
dando uma chance para que o amor te encontre !
Na suavidade morna de uma noite calma.
É preciso se entregar de corpo e alma !
É preciso ter dentro do coração um sonho:
que se acalenta no desejo de amar e ser amada!
É preciso conhecer no outro o ser tão procurado!
É preciso conquistar e se deixar seduzir...
entrar no jogo da sedução e deixar fluir !
Amar com emoção para saber sentir,
a sensação do momento em que o amor te devora !
E quando você estiver vivendo no clímax dessa paixão,
que sinta que essa foi a melhor das tuas escolhas !
Que foi teu grande desafio... e o passo mais acertado,
de todos os caminhos da tua vida trilhado !
Mas se assim não for! que nunca te arrependas pelo amor dado !
Faz parte da vida arriscar-se por um sonho...
por que se não fosse assim nunca teríamos sonhado !
Mas antes de tudo, que você saiba que tem um aliado,
ele se chama TEMPO é teu melhor amigo.
Só ele pode te dar todas as certezas do amanhã...
A certeza que você realmente amou...
A certeza se realmente foste amado...
Autor Desconhecido
Quebrar barreiras construídas ao longo do tempo,
por amores do passado que foram em vão...
É preciso muita renúncia em ser e mudança no pensar.
É não esquecer que ninguém vem perfeito para nós !
É preciso ver o outro com os olhos da alma e se deixar cativar !
É preciso renunciar ao que não agrada ao seu amor...
para que se moldem um ao outro como se molda uma escultura !
Aparando as arestas que podem machucar.
É como lapidar um diamante bruto... para fazê-lo brilhar !
E quando decidires que chegou a tua hora de amar,
lembra-te que é preciso haver identificação de almas !
De gostos, de gestos, de pele no modo de sentir e pensar !
PARA VIVER UM GRANDE AMOR...
É preciso ver a luz iluminar sua aura,
dando uma chance para que o amor te encontre !
Na suavidade morna de uma noite calma.
É preciso se entregar de corpo e alma !
É preciso ter dentro do coração um sonho:
que se acalenta no desejo de amar e ser amada!
É preciso conhecer no outro o ser tão procurado!
É preciso conquistar e se deixar seduzir...
entrar no jogo da sedução e deixar fluir !
Amar com emoção para saber sentir,
a sensação do momento em que o amor te devora !
E quando você estiver vivendo no clímax dessa paixão,
que sinta que essa foi a melhor das tuas escolhas !
Que foi teu grande desafio... e o passo mais acertado,
de todos os caminhos da tua vida trilhado !
Mas se assim não for! que nunca te arrependas pelo amor dado !
Faz parte da vida arriscar-se por um sonho...
por que se não fosse assim nunca teríamos sonhado !
Mas antes de tudo, que você saiba que tem um aliado,
ele se chama TEMPO é teu melhor amigo.
Só ele pode te dar todas as certezas do amanhã...
A certeza que você realmente amou...
A certeza se realmente foste amado...
Faça
Faça mais do que existir - VIVA
Faça mais do que tocar - SINTA
Faça mais do que olhar - OBSERVE
Faça mais do que ler - ABSORVA
Faça mais do que ouvir - COMPREENDA
John H. Rhoades
Faça mais do que tocar - SINTA
Faça mais do que olhar - OBSERVE
Faça mais do que ler - ABSORVA
Faça mais do que ouvir - COMPREENDA
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Viver como as flores
-"Mestre, como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes, algumas são indiferentes.
Sinto ódio das que são mentirosas.
Sofro com as que caluniam.
- POIS VIVA COMO AS FLORES!, advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? Perguntou o discípulo.
Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim.
Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhe e útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor das suas pétalas.
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não e sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles, e não seus.
Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora.
ISSO É VIVER COMO AS FLORES!".
Autor Desconhecido
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes, algumas são indiferentes.
Sinto ódio das que são mentirosas.
Sofro com as que caluniam.
- POIS VIVA COMO AS FLORES!, advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? Perguntou o discípulo.
Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim.
Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhe e útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor das suas pétalas.
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não e sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles, e não seus.
Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora.
ISSO É VIVER COMO AS FLORES!".
Autor Desconhecido
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Movimento contra a descriminação racial
Isso aconteceu num võo da BRITISH AIRWAYS entre JOHANNESBURGE e LONDRES.
Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.
Visivelmente perturbada, ela chama a aeromoça.
- Qual o problema? Pergunta a aeromoça.
- Mas você não esta vendo? Responde a senhora.
Você me colocou ao lado de um negro.
Me dê outro assento.
- Por favor senhora, acalma-se. Diz a aeromoça.
- Quase todos os lugares deste vôo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível.
A aeromoça se afasta e volta alguns minutos depois.
- Minha senhora, como eu suspeitava, não há lugar vago na classe económica.
Eu conversei com o comandante e ele me confirmou que não há mais lugares na executiva. Entretanto ainda temos um lugar na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário, a aeromoça continua:
- É totalmente inusitado a companhia conceder um assento de primeira classe a alguém da classe económica, mas, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria escandaloso alguém ser obrigado a sentar ao lado de uma pessoa tão repugnante.
E dirigindo-se ao negro, a aeromoça completou:
- Portanto senhor, se for de sua vontade, pegue seus pertences que o assento da primeira classe está à sua espera.
"E todos os passageiros ao redor que, chocados, acompanhavam a cena, levantaram-se e aplaudiram".
Movimento Contra a Discriminação Racial.
Você pode ajudar...
Comece enviando esta mensagem para todos os seus amigos.
Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.
Visivelmente perturbada, ela chama a aeromoça.
- Qual o problema? Pergunta a aeromoça.
- Mas você não esta vendo? Responde a senhora.
Você me colocou ao lado de um negro.
Me dê outro assento.
- Por favor senhora, acalma-se. Diz a aeromoça.
- Quase todos os lugares deste vôo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível.
A aeromoça se afasta e volta alguns minutos depois.
- Minha senhora, como eu suspeitava, não há lugar vago na classe económica.
Eu conversei com o comandante e ele me confirmou que não há mais lugares na executiva. Entretanto ainda temos um lugar na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário, a aeromoça continua:
- É totalmente inusitado a companhia conceder um assento de primeira classe a alguém da classe económica, mas, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria escandaloso alguém ser obrigado a sentar ao lado de uma pessoa tão repugnante.
E dirigindo-se ao negro, a aeromoça completou:
- Portanto senhor, se for de sua vontade, pegue seus pertences que o assento da primeira classe está à sua espera.
"E todos os passageiros ao redor que, chocados, acompanhavam a cena, levantaram-se e aplaudiram".
Movimento Contra a Discriminação Racial.
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terça-feira, 1 de setembro de 2009
Gestos que salvam vidas
A chuva caía fina e gélida na tarde quieta. Longe, na estrada, um carro parou. Era pequeno e meio velho.
Um rapaz saltou, levantou o capô e se pôs a mexer em tudo que viu.
O fazendeiro, de onde estava, pensou: "coitado. Pelo jeito, não entende de mecânica."
Vestiu sua capa de chuva e caminhou até a estrada. O jovem estava muito nervoso, mexia no carro, voltava, tentava dar a partida, passava as mãos pelos cabelos.
"Quer ajuda?"
O rapaz parecia preste a chorar.
"É a bobina." - diagnosticou o fazendeiro, depois de uma boa olhada.
Buscou seu cavalo, rebocou o carro até o seu celeiro e com seu próprio carro, foi à cidade comprar uma bobina nova.
Estranhou que, ao chegar à loja, o rapaz não quisesse entrar.
Deu-lhe o dinheiro necessário e disse que tinha vergonha, por estar molhado.
Algum tempo depois com o carro funcionando, pronto para partir, a esposa do fazendeiro insiste para que fique para o jantar.
Não era hábito convidar estranhos para adentrar a casa. Contudo, aquele rapaz parecia aflito, meio perdido. Poderia, talvez ser seu filho.
Ele quase não comeu. Continuava preocupado, ansioso. A chuva se fez mais forte. O casal preparou o quarto de hóspedes e pediu que ficasse.
Na manhã seguinte, suas roupas estavam secas e passadas. Ele se mostrava menos inquieto. Alimentou-se bem e despediu-se.
Quando pegou a estrada, aconteceu uma coisa estranha. Ele tomou a direção oposta da que seguia na noite anterior. Isto é, voltou para a capital.
O casal concluiu que ele se confundira na estrada.
O tempo passou. Os dias se transformaram em semanas, meses e anos. Então, chegou uma carta endereçada ao fazendeiro:
"Sr. Mcdonald,
Não imagino que o senhor se lembre do jovem a quem ajudou, anos atrás, quando o carro dele quebrou.
Imagine que, naquela noite, eu estava fugindo. Eu tinha no carro uma grande soma de dinheiro que roubara de meu patrão.
Sabia que tinha cometido um erro terrível, esquecendo os bons ensinamentos de meus pais.
Mas o senhor e sua mulher foram muito bons para mim. Naquela noite, em sua casa, comecei a ver como estava errado.
Antes de amanhecer, tomei uma decisão. No dia seguinte, voltei ao meu emprego e confessei o que fizera.
Devolvi todo o dinheiro ao meu patrão e lhe implorei perdão.
Ele podia ter me mandado para a prisão. Mas, por ser um homem bom, me devolveu o emprego. Nunca mais me desviei do bom caminho.
Estou casado. Tenho uma esposa adorável e duas lindas crianças.
Trabalhei bastante.
Não sou rico, mas estou numa boa situação.
Poderia lhe recompensar generosamente pelo que o senhor fez por mim naquela noite. Mas não acredito que o senhor queira isso.
Então resolvi criar um fundo para ajudar outras pessoas que cometeram o mesmo erro que eu. Desta forma, acredito poder pagar pelo meu erro.
Que Deus o abençoe, senhor, e a sua bondosa esposa, que me ajudou ainda mais do que o senhor sabia."
Enquanto o casal lia, os olhos se encheram de lágrimas. Quando acabaram, a esposa colocou a carta sobre a mesa e citou versículos do capítulo 25 do Evangelho de Mateus:
"Era peregrino, e me recolheste. Tive fome e me destes de comer. Tive sede e me destes de beber.
Estava nu, e me vestistes. Estava enfermo e me visitastes.
Estava no cárcere e me fostes ver.
Em verdade, todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes."
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. O visitante da noite, de Hartley F. Dailey, do livro Histórias para aquecer o coração dos pais, de Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Jeff Aubery, Mark & Chrissy Donnely, Ed. Sextante e Evangelho de Mateus, cap. 25, vers.35, 36 e 40.
Um rapaz saltou, levantou o capô e se pôs a mexer em tudo que viu.
O fazendeiro, de onde estava, pensou: "coitado. Pelo jeito, não entende de mecânica."
Vestiu sua capa de chuva e caminhou até a estrada. O jovem estava muito nervoso, mexia no carro, voltava, tentava dar a partida, passava as mãos pelos cabelos.
"Quer ajuda?"
O rapaz parecia preste a chorar.
"É a bobina." - diagnosticou o fazendeiro, depois de uma boa olhada.
Buscou seu cavalo, rebocou o carro até o seu celeiro e com seu próprio carro, foi à cidade comprar uma bobina nova.
Estranhou que, ao chegar à loja, o rapaz não quisesse entrar.
Deu-lhe o dinheiro necessário e disse que tinha vergonha, por estar molhado.
Algum tempo depois com o carro funcionando, pronto para partir, a esposa do fazendeiro insiste para que fique para o jantar.
Não era hábito convidar estranhos para adentrar a casa. Contudo, aquele rapaz parecia aflito, meio perdido. Poderia, talvez ser seu filho.
Ele quase não comeu. Continuava preocupado, ansioso. A chuva se fez mais forte. O casal preparou o quarto de hóspedes e pediu que ficasse.
Na manhã seguinte, suas roupas estavam secas e passadas. Ele se mostrava menos inquieto. Alimentou-se bem e despediu-se.
Quando pegou a estrada, aconteceu uma coisa estranha. Ele tomou a direção oposta da que seguia na noite anterior. Isto é, voltou para a capital.
O casal concluiu que ele se confundira na estrada.
O tempo passou. Os dias se transformaram em semanas, meses e anos. Então, chegou uma carta endereçada ao fazendeiro:
"Sr. Mcdonald,
Não imagino que o senhor se lembre do jovem a quem ajudou, anos atrás, quando o carro dele quebrou.
Imagine que, naquela noite, eu estava fugindo. Eu tinha no carro uma grande soma de dinheiro que roubara de meu patrão.
Sabia que tinha cometido um erro terrível, esquecendo os bons ensinamentos de meus pais.
Mas o senhor e sua mulher foram muito bons para mim. Naquela noite, em sua casa, comecei a ver como estava errado.
Antes de amanhecer, tomei uma decisão. No dia seguinte, voltei ao meu emprego e confessei o que fizera.
Devolvi todo o dinheiro ao meu patrão e lhe implorei perdão.
Ele podia ter me mandado para a prisão. Mas, por ser um homem bom, me devolveu o emprego. Nunca mais me desviei do bom caminho.
Estou casado. Tenho uma esposa adorável e duas lindas crianças.
Trabalhei bastante.
Não sou rico, mas estou numa boa situação.
Poderia lhe recompensar generosamente pelo que o senhor fez por mim naquela noite. Mas não acredito que o senhor queira isso.
Então resolvi criar um fundo para ajudar outras pessoas que cometeram o mesmo erro que eu. Desta forma, acredito poder pagar pelo meu erro.
Que Deus o abençoe, senhor, e a sua bondosa esposa, que me ajudou ainda mais do que o senhor sabia."
Enquanto o casal lia, os olhos se encheram de lágrimas. Quando acabaram, a esposa colocou a carta sobre a mesa e citou versículos do capítulo 25 do Evangelho de Mateus:
"Era peregrino, e me recolheste. Tive fome e me destes de comer. Tive sede e me destes de beber.
Estava nu, e me vestistes. Estava enfermo e me visitastes.
Estava no cárcere e me fostes ver.
Em verdade, todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes."
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. O visitante da noite, de Hartley F. Dailey, do livro Histórias para aquecer o coração dos pais, de Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Jeff Aubery, Mark & Chrissy Donnely, Ed. Sextante e Evangelho de Mateus, cap. 25, vers.35, 36 e 40.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Chaga da Sociedade
Você sabe qual é o pior sentimento do homem, aquele que é a raiz de todos os males que o infelicitam?
Se você ainda não sabia, então preste atenção na resposta dada pelos sábios do espaço, a Allan Kardec:
"temo-lo dito muitas vezes: o egoísmo. Daí deriva todo mal. Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos há egoísmo."
"Quem quiser, desde esta vida, ir aproximando-se da perfeição moral, deve expurgar o seu coração de todo sentimento de egoísmo, visto ser o egoísmo incompatível com a justiça, o amor e a caridade. Ele neutraliza todas as outras qualidades."
Como dizem os espíritos superiores, o egoísmo é incompatível com a justiça, o amor e a caridade. E isso se percebe com clareza nas mais variadas situações de um povo ou de uma nação.
Quando analisamos, com isenção de ânimo, as injustiças sociais vigentes em qualquer país do mundo, detectaremos homens, classes sociais, partidos políticos ou religiosos, defendendo seus interesses, em detrimento da justiça.
O egoísta pensa somente em si. Quer seus direitos respeitados, mas não cogita de respeitar os direitos alheios. Sua visão de justiça é unilateral.
é por essa razão que a humanidade anda a braços com a violência, com a corrupção, com a supremacia dos interesses pessoais sobre o que é justo.
É por causa do egoísmo que eclodem as guerras, desde os pequenos conflitos familiares, as guerras religiosas até as grandes guerras de alcance mundial.
Mas quando existe o sentimento de fraternidade, de solidariedade, de altruísmo nos corações dos homens, estes abrem mão dos interesses pessoais a favor da justiça e do bem-estar comum.
Numa sociedade civilizada, todo cidadão tem direito ao necessário, que é o direito à alimentação, moradia, saúde e escola.
A violência só se cala diante da justiça e do amor. Mas de uma justiça que saia do papel e das palavras para se tornar realidade em todos os campos da sociedade.
Mas, enquanto houver egoísmo não haverá amor nem justiça.
Por tudo isso, é necessário erradicar essa ferida social chamada egoísmo de uma vez por todas, para que possamos vislumbrar a possibilidade de uma sociedade em que a justiça e a fraternidade sejam uma realidade.
E esse câncer só será extirpado do coração do homem quando o bisturi da educação for manipulado com sabedoria.
Quando o germe do amor for implantado no coração da criança ele florescerá e dará frutos capazes de neutralizar o ódio e a injustiça.
E isso se dará pela educação. Uma educação baseada no exemplo e na máxima evangélica que estabelece "fazer ao outro o que gostaríamos que o outro nos fizesse".
Pense nisso!
Á medida que os homens se instruem acerca das coisas espirituais, menos valor dão ás coisas materiais.
Depois, necessário é que se reformem as instituições humanas que excitam o egoísmo e o mantém vivo. Isso depende da educação.
Não da educação que faz homens instruídos, mas daquela que forma homens de bem.
Se você ainda não sabia, então preste atenção na resposta dada pelos sábios do espaço, a Allan Kardec:
"temo-lo dito muitas vezes: o egoísmo. Daí deriva todo mal. Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos há egoísmo."
"Quem quiser, desde esta vida, ir aproximando-se da perfeição moral, deve expurgar o seu coração de todo sentimento de egoísmo, visto ser o egoísmo incompatível com a justiça, o amor e a caridade. Ele neutraliza todas as outras qualidades."
Como dizem os espíritos superiores, o egoísmo é incompatível com a justiça, o amor e a caridade. E isso se percebe com clareza nas mais variadas situações de um povo ou de uma nação.
Quando analisamos, com isenção de ânimo, as injustiças sociais vigentes em qualquer país do mundo, detectaremos homens, classes sociais, partidos políticos ou religiosos, defendendo seus interesses, em detrimento da justiça.
O egoísta pensa somente em si. Quer seus direitos respeitados, mas não cogita de respeitar os direitos alheios. Sua visão de justiça é unilateral.
é por essa razão que a humanidade anda a braços com a violência, com a corrupção, com a supremacia dos interesses pessoais sobre o que é justo.
É por causa do egoísmo que eclodem as guerras, desde os pequenos conflitos familiares, as guerras religiosas até as grandes guerras de alcance mundial.
Mas quando existe o sentimento de fraternidade, de solidariedade, de altruísmo nos corações dos homens, estes abrem mão dos interesses pessoais a favor da justiça e do bem-estar comum.
Numa sociedade civilizada, todo cidadão tem direito ao necessário, que é o direito à alimentação, moradia, saúde e escola.
A violência só se cala diante da justiça e do amor. Mas de uma justiça que saia do papel e das palavras para se tornar realidade em todos os campos da sociedade.
Mas, enquanto houver egoísmo não haverá amor nem justiça.
Por tudo isso, é necessário erradicar essa ferida social chamada egoísmo de uma vez por todas, para que possamos vislumbrar a possibilidade de uma sociedade em que a justiça e a fraternidade sejam uma realidade.
E esse câncer só será extirpado do coração do homem quando o bisturi da educação for manipulado com sabedoria.
Quando o germe do amor for implantado no coração da criança ele florescerá e dará frutos capazes de neutralizar o ódio e a injustiça.
E isso se dará pela educação. Uma educação baseada no exemplo e na máxima evangélica que estabelece "fazer ao outro o que gostaríamos que o outro nos fizesse".
Pense nisso!
Á medida que os homens se instruem acerca das coisas espirituais, menos valor dão ás coisas materiais.
Depois, necessário é que se reformem as instituições humanas que excitam o egoísmo e o mantém vivo. Isso depende da educação.
Não da educação que faz homens instruídos, mas daquela que forma homens de bem.
Pense nisso!
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em O Livro dos Espíritos, pergs. 913 e 914.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em O Livro dos Espíritos, pergs. 913 e 914.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Esqueça tudo menos
Esqueça os erros que já não podem ser corrigidos...
Mas lembre-se das lições que você aprendeu.
Esqueça os dias de nuvens escuras...
Mas lembre-se das horas passadas ao sol.
Esqueça as vezes em que você foi derrotado...
Mas lembre-se das suas conquistas e vitórias.
Esqueça as infelicidades que você enfrentou...
Mas lembre-se de quando a felicidade voltou.
Esqueça os dias solitários que você atravessou...
Mas lembre-se dos sorrisos amáveis que encontrou...
Esqueça os planos que não deram certo...
Mas lembre-se de SEMPRE TER UM SONHO !
"Somos aquilo que pensamos.
Tudo o que somos surge com os nossos pensamentos.
Com nossos pensamentos, fazemos o mundo.
Fale ou actue com a mente pura
E a felicidade o seguirá
Assim com sua sombra, inabalável."
Buda
Mas lembre-se das lições que você aprendeu.
Esqueça os dias de nuvens escuras...
Mas lembre-se das horas passadas ao sol.
Esqueça as vezes em que você foi derrotado...
Mas lembre-se das suas conquistas e vitórias.
Esqueça as infelicidades que você enfrentou...
Mas lembre-se de quando a felicidade voltou.
Esqueça os dias solitários que você atravessou...
Mas lembre-se dos sorrisos amáveis que encontrou...
Esqueça os planos que não deram certo...
Mas lembre-se de SEMPRE TER UM SONHO !
"Somos aquilo que pensamos.
Tudo o que somos surge com os nossos pensamentos.
Com nossos pensamentos, fazemos o mundo.
Fale ou actue com a mente pura
E a felicidade o seguirá
Assim com sua sombra, inabalável."
Buda
terça-feira, 2 de junho de 2009
Porque as pessoas gritam ?
Um dia um grande filósofo perguntou aos seus discípulos o seguinte:
Porque as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
Os homens pensaram por alguns momentos:
Porque perdemos a calma - disse um deles
- por isso gritamos.
Mas, porque gritar quando a outra pessoa está ao teu lado? - perguntou o filósofo.
- Não é possível falar-lhe em voz baixa? Porque gritas a uma pessoa quando estas aborrecido?
Os homens deram algumas respostas mas nenhuma delas satisfazia ao filósofo..
Finalmente ele explicou:
Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distãncia precisam gritar para poder escutar-se. Quanto mais aborrecidas estejam, mais forte terão que gritar para escutar-se um ao outro através desta grande distancia.
Em seguida o filósofo perguntou:
- O que sucede quando duas pessoas se enamoram?
Elas não se gritam mas sim se falam suavemente, porque? Seus corações estão muito perto. A distãncia entre elas é pequena, continuou o filósofo.
- Quando se enamoram acontece mais alguma coisa ?
Não falam, somente sussurram e ficam mais perto ainda de seu amor.
Finalmente não necessitam sequer sussurrar, somente se olham e isto é tudo.
Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Então disse o filósofo:
" QUANDO DISCUTIREM, NÃO DEIXEM QUE SEUS CORAÇÕES SE AFASTEM, NÃO DIGAM PALAVRAS QUE OS DISTANCIEM MAIS, CHEGARÁ UM DIA EM QUE A DISTÃNCIA SERÁ TANTA QUE NÃO MAIS ENCONTRARÃO O CAMINHO DE VOLTA.
Autor Desconhecido
Porque as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
Os homens pensaram por alguns momentos:
Porque perdemos a calma - disse um deles
- por isso gritamos.
Mas, porque gritar quando a outra pessoa está ao teu lado? - perguntou o filósofo.
- Não é possível falar-lhe em voz baixa? Porque gritas a uma pessoa quando estas aborrecido?
Os homens deram algumas respostas mas nenhuma delas satisfazia ao filósofo..
Finalmente ele explicou:
Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distãncia precisam gritar para poder escutar-se. Quanto mais aborrecidas estejam, mais forte terão que gritar para escutar-se um ao outro através desta grande distancia.
Em seguida o filósofo perguntou:
- O que sucede quando duas pessoas se enamoram?
Elas não se gritam mas sim se falam suavemente, porque? Seus corações estão muito perto. A distãncia entre elas é pequena, continuou o filósofo.
- Quando se enamoram acontece mais alguma coisa ?
Não falam, somente sussurram e ficam mais perto ainda de seu amor.
Finalmente não necessitam sequer sussurrar, somente se olham e isto é tudo.
Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Então disse o filósofo:
" QUANDO DISCUTIREM, NÃO DEIXEM QUE SEUS CORAÇÕES SE AFASTEM, NÃO DIGAM PALAVRAS QUE OS DISTANCIEM MAIS, CHEGARÁ UM DIA EM QUE A DISTÃNCIA SERÁ TANTA QUE NÃO MAIS ENCONTRARÃO O CAMINHO DE VOLTA.
Autor Desconhecido
segunda-feira, 1 de junho de 2009
O furo no barco
Um homem foi chamado à praia para pintar um barco.
Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo.
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco! - disse ele.
- Mas isto não é pelo trabalho de pintura. è por ter consertado o vazamento do barco.
- Ah!, mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
- Meu caro amigo, você não compreende.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco! - disse ele.
- Mas isto não é pelo trabalho de pintura. è por ter consertado o vazamento do barco.
- Ah!, mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
- Meu caro amigo, você não compreende.
Deixe-me contar-lhe o que aconteceu.
Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento.
Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento.
Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria.
Eu não estava em casa naquele momento.
Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo.
Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos.
Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado!
Percebe, agora, o que fez?
Salvou a vida de meus filhos!
Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa acção.
Não importa para quem, quando ou de que maneira: mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.
Não importa para quem, quando ou de que maneira: mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.
Em todo tempo ame o irmão! (Provérbios 17:17)
Autor Desconhecido
Minha Nota: Ajude sempre, se não for reconhecido na terra pelos seus actos será inevitávelmente reconhecido por Deus que é o maior reconhecimento que podemos ter.
As nossas atitudes no bem terão bons frutos ainda que não possamos imaginar os frutos que vamos conher mais tarde.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Desejo
Desejo, primeiro, que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas, se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconsequentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo, depois, que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos
Quando não restar mais nada
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo, ainda, que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerãncia,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais.
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer;
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
é preciso deixar que eles escorram por entre nãos.
Desejo, por sinal, que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso
e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo, ainda, que você afague um gato,
Alimente um cão
E ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga Isso é meu,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele ou por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.
Desejo, por fim, que você, sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que, sendo mulher,
Tenha um bom homem.
E que se amem hoje, amanhâ e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Nâo tenho mais nada a lhe desejar"
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas, se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconsequentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo, depois, que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos
Quando não restar mais nada
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo, ainda, que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerãncia,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais.
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer;
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
é preciso deixar que eles escorram por entre nãos.
Desejo, por sinal, que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso
e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo, ainda, que você afague um gato,
Alimente um cão
E ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga Isso é meu,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele ou por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.
Desejo, por fim, que você, sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que, sendo mulher,
Tenha um bom homem.
E que se amem hoje, amanhâ e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Nâo tenho mais nada a lhe desejar"
Victor Hugo
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Vida após a vida
Num artigo muito interessante, Paulo Angelim, que é arquiteto pós-graduado em Marketing, dizia mais ou menos o seguinte:
"Não estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro.
Existem outros tipos de morte e não precisamos morrer todo dia.
A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação.
Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvolo e do esperma.
Não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio!
A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo.
Há a fronteira entre o passado e o futuro.
Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo, que acha que ainda tem muito tempo pela frente.
Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido, que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas.
Quer ter um bom relacionamento?
Então mate dentro de você o jovem inseguro ou ciumento ou o solteiro solto, que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém.
"Não estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro.
Existem outros tipos de morte e não precisamos morrer todo dia.
A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação.
Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvolo e do esperma.
Não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio!
A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo.
Há a fronteira entre o passado e o futuro.
Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo, que acha que ainda tem muito tempo pela frente.
Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido, que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas.
Quer ter um bom relacionamento?
Então mate dentro de você o jovem inseguro ou ciumento ou o solteiro solto, que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém.
Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior.
E qual o risco de não agirmos assim?
O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso.
Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser.
Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam.
Acabam se transformando em projetos inacabados, hébridos, adultos "infantilizados".
Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não matemos virtudes de criança que também são necessárias a não, adultos, como:
brincadeira, sorriso fácil vitalidade, criatividade...
Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar pensamentos infantis, para passarmos a pensar como adultos.
Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadâ, amigo ou amiga) melhor e mais evoluído?
Então, o que você precisa matar em si ainda hoje para que nasça o ser que você tanto deseja ser?
Pense nisso e morra!
Mas não esqueça de nascer melhor ainda!"
E qual o risco de não agirmos assim?
O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso.
Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser.
Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam.
Acabam se transformando em projetos inacabados, hébridos, adultos "infantilizados".
Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não matemos virtudes de criança que também são necessárias a não, adultos, como:
brincadeira, sorriso fácil vitalidade, criatividade...
Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar pensamentos infantis, para passarmos a pensar como adultos.
Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadâ, amigo ou amiga) melhor e mais evoluído?
Então, o que você precisa matar em si ainda hoje para que nasça o ser que você tanto deseja ser?
Pense nisso e morra!
Mas não esqueça de nascer melhor ainda!"
Paulo Angelim
terça-feira, 26 de maio de 2009
Teu Livro
A existência na Terra é um livro que estais escrevendo...
Cada dia é uma página ...
Cada hora é uma afirmação de tua personalidade através das pessoas e das situações que te buscam.
Não menosprezes o ensejo de criar uma epopéia de amor em torno de teu nome.
As boas obras são frases de luz que endereças à humanidade inteira.
Em cada resposta aos outros, em cada gesto os semelhantes, em cada manifestação dos teus pontos de vista e em cada demonstração de tua alma, grafas com tinta perene, a história de tua passagem.
Nas impressões que produzes, ergue-se o livro dos teus testemunhos.
A morte é a grande colecionadora que recolherá as folhas de tua biografia, gravada por ti mesmo, nas vidas que te rodeiam.
Não desprezes, assim, a companhia da indulgência, através da senda que o Senhor te deu a trilhar.
Faze uma Área de amor ao redor do próprio coração, porque só o amor é suficientemente forte e sábio para orientar-se escritura individual, convertendo-a em compéndio de auxilio e esperança para quantos te seguem os passos.
Vive, pois com Jesus, na intimidade do coração, não te afastes d'Ele em tuas atitudes de cada dia e o livro de tua vida converter-se-á num poema de felicidade e num tesouro de bençãos.
[Emmanuel]
[Francisco Cándido Xavier]
[Vida e Caminho]
Cada dia é uma página ...
Cada hora é uma afirmação de tua personalidade através das pessoas e das situações que te buscam.
Não menosprezes o ensejo de criar uma epopéia de amor em torno de teu nome.
As boas obras são frases de luz que endereças à humanidade inteira.
Em cada resposta aos outros, em cada gesto os semelhantes, em cada manifestação dos teus pontos de vista e em cada demonstração de tua alma, grafas com tinta perene, a história de tua passagem.
Nas impressões que produzes, ergue-se o livro dos teus testemunhos.
A morte é a grande colecionadora que recolherá as folhas de tua biografia, gravada por ti mesmo, nas vidas que te rodeiam.
Não desprezes, assim, a companhia da indulgência, através da senda que o Senhor te deu a trilhar.
Faze uma Área de amor ao redor do próprio coração, porque só o amor é suficientemente forte e sábio para orientar-se escritura individual, convertendo-a em compéndio de auxilio e esperança para quantos te seguem os passos.
Vive, pois com Jesus, na intimidade do coração, não te afastes d'Ele em tuas atitudes de cada dia e o livro de tua vida converter-se-á num poema de felicidade e num tesouro de bençãos.
[Emmanuel]
[Francisco Cándido Xavier]
[Vida e Caminho]
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Pedi a Deus
Eu pedi a Deus para tirar a minha dor.
Deus me disse não.
Não cabe a mim tirá-la, mas a você desistir dela.
Eu pedi a Deus para fazer com que meu filho deficiente físico fosse perfeito.
Deus me disse não.
Seu espírito é perfeito e seu corpo é apenas provisório.
Eu pedi a Deus para me dar paciência.
Deus me disse não.
A paciência é um derivado de tribulações não é doada, é conquistada.
Eu pedi a Deus para me dar felicidade.
Deus me disse não.
Eu lhe dou bênçãos. A felicidade depende de você.
Eu pedi a Deus para me proteger da dor.
Deus me disse não.
O sofrimento lhe separa dos conceitos do mundo e lhe traz mais perto de mim.
Eu pedi a Deus para fazer o meu espirito crescer.
Deus me disse não.
Você tem que crescer sozinho, mas eu lhe podarei para que você possa dar frutos.
Eu pedi a Deus todas as coisas para que eu pudesse gostar da vida.
Deus me disse não.
Eu lhe dou vida para que você possa gostar de todas as coisas.
Eu pedi a Deus para me ajudar a AMAR os outros, o tanto que Ele me ama.
Deus me disse...Ahhh, finalmente você captou a ideia!
"Ama ao teu próximo como a ti mesmo".
Autor Desconhecido
Deus me disse não.
Não cabe a mim tirá-la, mas a você desistir dela.
Eu pedi a Deus para fazer com que meu filho deficiente físico fosse perfeito.
Deus me disse não.
Seu espírito é perfeito e seu corpo é apenas provisório.
Eu pedi a Deus para me dar paciência.
Deus me disse não.
A paciência é um derivado de tribulações não é doada, é conquistada.
Eu pedi a Deus para me dar felicidade.
Deus me disse não.
Eu lhe dou bênçãos. A felicidade depende de você.
Eu pedi a Deus para me proteger da dor.
Deus me disse não.
O sofrimento lhe separa dos conceitos do mundo e lhe traz mais perto de mim.
Eu pedi a Deus para fazer o meu espirito crescer.
Deus me disse não.
Você tem que crescer sozinho, mas eu lhe podarei para que você possa dar frutos.
Eu pedi a Deus todas as coisas para que eu pudesse gostar da vida.
Deus me disse não.
Eu lhe dou vida para que você possa gostar de todas as coisas.
Eu pedi a Deus para me ajudar a AMAR os outros, o tanto que Ele me ama.
Deus me disse...Ahhh, finalmente você captou a ideia!
"Ama ao teu próximo como a ti mesmo".
Autor Desconhecido
sábado, 9 de maio de 2009
Só se aprende a fazer, fazendo
Brandon, no auge de seus seis anos de idade, levantou-se mais cedo em uma manhã de sábado, disposto a preparar uma boa surpresa para seus pais.
Queria fazer panquecas para o café da manhã.
Pegou uma tigela e uma colher, subiu numa cadeira, abriu o armário, e puxou a lata de farinha.
Acabou derramando todo o conteúdo no chão. Juntou um pouco da farinha e jogou na tigela. Misturou uma xícara de leite e acrescentou açucar, enquanto deixava rastros por toda a cozinha.
Ele estava coberto de farinha e frustrado. Queria preparar uma boa surpresa para sua mãe e para seu pai, mas estava estragando tudo.
Agora ele não sabia o que fazer, se colocava tudo no microondas ou no fogão e sequer sabia como fazer o fogão funcionar!
De repente, ele viu o gatinho lambendo a tigela e o expulsou da cozinha, mas acabou derrubando uma cartela de ovos ao chão.
Freneticamente tentou limpar aquela monumental bagunça mas escorregou nos ovos, lambuzando todo o seu pijama.
Foi aí que ele viu o seu pai parado, na porta da cozinha, a observá-lo.
Assustado, Brandon arregalou os olhos. Tudo que ele pretendia fazer era preparar uma boa surpresa. Mas o que conseguiu mesmo foi fazer uma terrível bagunça.
O garoto estava certo de levar uma tremenda bronca, talvez até mesmo uma surra.
Mas o seu pai, atravessando cuidadosamente aquela bagunça, tomou-o nos braços e o acariciou, sujando também o próprio pijama.
***
Assim também acontece conosco e com Deus, nosso Pai Maior.
Na tentativa de acertar, por vezes acabamos fazendo uma tremenda confusão, uma bagunça, e ficamos sem saber o que fazer.
Certos de que receberemos um tremendo castigo, somos surpreendidos com uma nova chance para tentar de novo, uma nova manhã para exercitar outra vez, uma nova existência para fazer bem feito.
Deus, que é a inteligência suprema do universo, um pai amoroso e justo, sabe que só se aprende a fazer, fazendo.
É por essa razão que nos oferece tantas chances quantas forem necessárias para que o aprendizado se efetive, tanto no aspecto intelectual como no moral.
Só assim que voltamos inúmeras vezes ao palco terreno, através da reencarnação, para aperfeiçoar nosso espírito e galgar novos degraus na escada evolutiva.
E só assim que vamos aprendendo a lidar com nossas virtudes e vícios, ampliando as primeiras e transformando os segundos, até atingir a perfeição relativa que cabe a todos os filhos de Deus.
Você sabia?
Você sabia que o espírito não consegue aprender tudo em uma única existência ?
Por isso é que precisamos renascer várias vezes na terra até que consigamos conhecer e viver todas as lições que esta escola pode nos oferecer.
Conforme ensinou Jesus, o Mestre dos Mestres, para entrar no reino dos céus é preciso nascer de novo tantas vezes quantas sejam necessárias, até que possamos fazer brilhar a nossa luz.
Até que consigamos superar essa etapa chamada humanidade e alcançar a condição de espírito puro, à imagem e semelhança de Deus, nosso criador, que é a luz por excelência.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em texto traduzido por Sérgio Barros, de autoria ignorada.
Queria fazer panquecas para o café da manhã.
Pegou uma tigela e uma colher, subiu numa cadeira, abriu o armário, e puxou a lata de farinha.
Acabou derramando todo o conteúdo no chão. Juntou um pouco da farinha e jogou na tigela. Misturou uma xícara de leite e acrescentou açucar, enquanto deixava rastros por toda a cozinha.
Ele estava coberto de farinha e frustrado. Queria preparar uma boa surpresa para sua mãe e para seu pai, mas estava estragando tudo.
Agora ele não sabia o que fazer, se colocava tudo no microondas ou no fogão e sequer sabia como fazer o fogão funcionar!
De repente, ele viu o gatinho lambendo a tigela e o expulsou da cozinha, mas acabou derrubando uma cartela de ovos ao chão.
Freneticamente tentou limpar aquela monumental bagunça mas escorregou nos ovos, lambuzando todo o seu pijama.
Foi aí que ele viu o seu pai parado, na porta da cozinha, a observá-lo.
Assustado, Brandon arregalou os olhos. Tudo que ele pretendia fazer era preparar uma boa surpresa. Mas o que conseguiu mesmo foi fazer uma terrível bagunça.
O garoto estava certo de levar uma tremenda bronca, talvez até mesmo uma surra.
Mas o seu pai, atravessando cuidadosamente aquela bagunça, tomou-o nos braços e o acariciou, sujando também o próprio pijama.
***
Assim também acontece conosco e com Deus, nosso Pai Maior.
Na tentativa de acertar, por vezes acabamos fazendo uma tremenda confusão, uma bagunça, e ficamos sem saber o que fazer.
Certos de que receberemos um tremendo castigo, somos surpreendidos com uma nova chance para tentar de novo, uma nova manhã para exercitar outra vez, uma nova existência para fazer bem feito.
Deus, que é a inteligência suprema do universo, um pai amoroso e justo, sabe que só se aprende a fazer, fazendo.
É por essa razão que nos oferece tantas chances quantas forem necessárias para que o aprendizado se efetive, tanto no aspecto intelectual como no moral.
Só assim que voltamos inúmeras vezes ao palco terreno, através da reencarnação, para aperfeiçoar nosso espírito e galgar novos degraus na escada evolutiva.
E só assim que vamos aprendendo a lidar com nossas virtudes e vícios, ampliando as primeiras e transformando os segundos, até atingir a perfeição relativa que cabe a todos os filhos de Deus.
Você sabia?
Você sabia que o espírito não consegue aprender tudo em uma única existência ?
Por isso é que precisamos renascer várias vezes na terra até que consigamos conhecer e viver todas as lições que esta escola pode nos oferecer.
Conforme ensinou Jesus, o Mestre dos Mestres, para entrar no reino dos céus é preciso nascer de novo tantas vezes quantas sejam necessárias, até que possamos fazer brilhar a nossa luz.
Até que consigamos superar essa etapa chamada humanidade e alcançar a condição de espírito puro, à imagem e semelhança de Deus, nosso criador, que é a luz por excelência.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em texto traduzido por Sérgio Barros, de autoria ignorada.
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