segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O presente

Acordei nesse nono dia de Dezembro com vontade de comprar um presente para Jesus, afinal, não existe maior amigo que o Mestre dos Mestres, e no dia 25 o aniversário é Dele.
Sai cedo de casa e fui ao maior shopping-center da cidade, pensei primeiramente numa camisa branca, mas quando vi que o branco mais branco da Terra ainda era cinza perto da sua pureza, fiquei com vergonha e desisti.

Em outra vitrine vi um sapato de couro, lindo e caríssimo, mas quando lembrei dos seus pés calçados pelas sandálias da missão cumprida, achei que não existiria na Terra algo tão confortável que merecesse seus pés.


Uma caneta, foi isso que a próxima vitrine me apresentou, uma linda caneta de marca famosa, seria um lindo presente, mas lembrei-me que Ele nunca escreveu nada, tudo que Ele falou, mostrou na prática, servindo e amando sempre.


Lembrei-me, que um dia Ele falou que não tinha sequer um travesseiro para recostar sua cabeça, e pensei no melhor travesseiro de plumas de uma loja especializada em sono, era importado e muito confortável, mas lembrei-me que os justos dormiam tranquilos e que Ele jamais usaria o travesseiro.


E, assim fui olhando as vitrines, abotoaduras de ouro, malas de viagem, bebidas finas, comidas importadas, tudo supérfluo, tudo matéria que o tempo iria corroer.

Confesso que sai um pouco chateado do Shopping, afinal eu saíra para comprar um presente para Você Jesus, e não havia achado nada.

Na porta do Shopping um menino muito miudinho sorriu para mim, perguntou meu nome e eu o dele, ele riu e me estendeu a mão, tinha o rosto muito sujo, as mãos encardidas, perguntei pela sua mãe, ele deu de ombros, sobre o pai, nem sabia onde estava...perguntei se ele queria tomar um lanche, ele sorriu um sim, pegou na minha mão.

Na porta do Shopping olhou para suas roupas e olhou para mim, sabia que não estava correctamente vestido, peguei-o no meu colo, era a senha para ser feliz, seus olhinhos miúdos percorriam aquelas luzes, enfeites e pessoas bonitas como se fosse um filme de Walt Disney...
Na lanchonete sentou na cadeirinha giratória e sorriu como "reizinho", e entre uma montanha de batatas fritas, ríamos felizes como dois velhos amigos.
Falamos sobre bolinha de gude, pipas e bola de futebol, coisas importantes para o ser humano, principalmente quando somos crianças.
Devoramos dois lanches, e quando perguntei se ele queria um sorvete gigante como sobremesa, seus olhos brilharam feito o sol, pedi um instante, fui até o caixa, quando voltei com os sorvetes na mão ele já não estava ali... Por instantes pensei que ele tinha ido ao banheiro, ou estaria olhando a lanchonete, mas não estava ali mesmo.
Foi quando sobre a caixa de batatas vazias vi um papelzinho, um bilhetinho escrito com letra miúda que dizia assim:
"Obrigado pelo melhor presente de aniversário que poderia me dar:
Fizeste feliz um dos pequeninos do mundo! "

Assinado,
Jesus.

"E aquele que der até mesmo um copo de água fresca a um destes pequeninos, na qualidade de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá a sua recompensa" Mateus 10:42

Deus abençoe seu coração!

Autor Desconhecido

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O violino de uma corda só

Era uma vez um grande violinista chamado paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era sobrenatural. Ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo.
Numa certa noite, o palco, repleto de admiradores, estava preparado para recebe-lo. A orquestra entrou e foi aplaudida, o maestro, ovacionado. Mas quando Paganini entrou, o publico delirou.
Paganini coloca o violino no ombro e o que se seque é indiscritível.
De repente, um som estranho interrompe o devaneio da plateia. Uma das cordas do violino arrebenta. O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas. O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.
Quando tudo parecia bem, outra corda quebra. Todos param novamente, menos Paganini, que continua a tirar sons maravilhosos. Empolgados, todos voltam a tocar.
Mas outro som perturbador ecoa no auditório. Mais uma corda. Todos param novamente. Mas Paganini não pára. Como se nada tivesse acontecido, ele esquece as dificuldades e avança tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impresionados, voltam a tocar.
O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio.
Paganini atinge a glória. Seu nome corre atravez do tempo. Ele não é apenas um violinista genial é o símbolo do profissional diante do impossível.
Moral da história : Eu não sei o tipo de problema que poderá acontecer em nossa vida mas ele sempre surgirá de forma inesperada.
Nem tudo estará perdido. Procure perceber que existirá uma corda que ainda pode ser tocada e é tocando nela que você exercerá o seu talento, a vida sempre lhe deixará uma. Nunca desista. Ainda existe a corda da persistência inteligente de tentar mais uma vez. Desperte o Paganini que existe em você e avance para vencer.
Vitória é a arte de você continuar onde outros resolvem parar. Quando tudo parece ruir, dê uma chance a você mesmo e vá em frente. Nunca a vida lhe quebrará todas as cordas. É sempre a corda esquecida que lhe dará o maior resultado. Mas, se por acaso, você estiver mesmo no fundo do poço, esta é a sua chance de tocar a melhor corda do universo : Deus.
O som que você ouvirá a seguir o transformará num campeão.

Aloha Galvão
Presença Espírita

Uma vontade especial

Herman e eu fechamos nossa loja e nos arrastamos para casa. Eram 11 horas da noite, véspera do Natal de 1949. Estávamos extremamente cansados.
Tínhamos vendido todos os nossos brinquedos, exceto um, já embrulhado por um dos vendedores, que fora reservado mas a pessoa nunca retornou.
Na manhã de Natal, logo cedo, nosso filho de doze anos, Tom, abriu seus presentes e se divertia. Mas havia algo de estranho naquele Natal. Eu sentia uma persistente vontade, Um desejo que parecia estar me mandando voltar à loja. Olhando para a calçada escorregadia lá fora, eu disse para mim mesma:
- Isso é loucura. Nada há a fazer lá.
Tentei despachar aquela vontade, mas ela não me deixava em paz. Aliás, ficava mais forte. Finalmente, eu não pude mais esperar e me vesti. Do lado de fora o vento era cortante e congelava meu rosto. Tateando, escorregando e deslizando, cheguei à loja.
Em frente, estavam dois meninos, um de aproximadamente nove anos e o outro de seis.
- Viu, eu não disse que ela viria? O mais velho disse jubiloso. O rosto do mais jovem estava molhado com lágrimas, mas quando ele me viu seu choro parou.
- O que vocês dois fazem aqui fora? Perguntei, me apresando à colocá-los para dentro da loja. Vocês deveriam estar em casa num dia como este!
- Estávamos esperando por você, respondeu o mais velho. Meu irmão não ganhou nada no Natal. Nós queríamos comprar um par de patins. É isso o que ele queria ganhar. Temos três dólares, disse puxando as notas de seu bolso.
Olhei o dinheiro. Olhei seus rostos cheios de expectativas. E então olhei ao redor da loja.
- Sinto muito, eu disse, mas não tem mais nenhum brinquedo! Então minha vista parou sobre aquele embrulho solitário numa prateleira atrás do balcão.
- Espere um minuto, falei aos meninos.
Fui até o balcão, peguei o embrulho, abri e, milagre dos milagres, era um par de patins! Jimmy, o menino mais novo, correu para eles.
- Senhor, deixe que seja de seu tamanho. Pensei.
E milagre sobre milagre, eram do tamanho exato. O menino mais velho me entregou o dinheiro.
- Não, eu lhe falei, quero lhes dar estes patins e quero que usem seu dinheiro para comprar luvas.
Os meninos pareciam não acreditar, a princípio. Então os seus olhos tornaram-se brilhantes e sorrisos estamparam em seus rostos. O que vi nos olhos de Jimmy era uma bênção. Era pura alegria.
Saímos juntos da loja e, enquanto eu trancava a porta, me virei para o mais velho e perguntei :
- O que o fez pensar que eu viria?
Definitivamente eu não estava preparada para sua resposta. Seu olhar foi fixo e ele me respondeu suavemente :
- Eu pedi que Jesus enviasse você.
O calafrio na minha espinha não era de frio. Deus tinha planejado tudo isto.
Depois de acenar em despedida, voltei para casa para o Natal mais brilhante de minha vida.

Autor Desconhecido

Viva a vida

Nós nos convencemos de que a vida ficará melhor algum dia, quando nos casarmos, quando tivermos um filho e, depois, outro. Então, ficamos frustrados, porque nossos filhos não têm idade suficiente e seria muito melhor se tivessem.
Depois, nos frustramos porque temos filhos adolescentes e temos de lidar com eles.
Certamente seremos mais felizes quando nossos filhos tiverem ultrapassado essa fase.
Dizemos que nossa vida só será completa quando nosso cônjuge conseguir o que busca, quando tivermos comprado um carro melhor, ou tivermos condições de fazer uma viagem longa ou ainda quando estivermos aposentados.
A verdade é que não há melhor época para ser feliz do que agora mesmo!
Se não, quando? Sua vida será sempre cheia de desafios. Melhor admitir isto para você mesmo e decidir ser feliz de qualquer modo.
Uma das minhas 'frases' favoritas é de Alfred D. Souza, quando diz:
Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver - um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Ai sim, a vida de verdade começaria. Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.

Essa perspectiva tem ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo... e lembre-se que o tempo não espera ninguém. Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 quilos; até que você ganhe 5 quilos; até que você tenha tido filhos; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite; até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro, moto ou uma casa nova; até que seu carro, moto ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, primavera, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua musica toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra, e decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO...

Felicidade é uma viagem, não um destino.
Por isso...
Trabalhe como se você não precisasse de dinheiro.
Ame como se você nunca tivesse se machucado.
Auxilie como se fosse rotina.
Não coma e beba como se fosse a última vez.
Brinque como se fosse criança, junto a seus filhos.
Perdoe como gostaria que fosse perdoado.
E dance como se ninguém estivesse olhando!"

VIVA A VIDA...
SEMPRE ...
EM TODOS OS MOMENTOS, desejo que VOCÊ SEJA MUITO...FELIZ...

Autor Desconhecido

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O tanque de areia

Um menininho brincava no tanque de areia da praça naquela manhã de sábado.
Tinha com ele sua caixa de carrinhos e caminhões, seu balde plástico e uma pá vermelha brilhante. No processo de criar estradas e túneis na areia macia, ele descobriu uma pedra grande no meio do tanque de areia.

O mocinho cavou ao redor da pedra, conseguindo desalojar a sujeira. Com muito esforço, usando as mãos, os pés e em todas as posições possíveis, ele conseguiu empurrar a pedra através do tanque de areia. Era um menino muito pequeno e a pedra, para ele, era enorme. Quando o menino alcançou a borda do tanque de areia, ele descobriu que mais difícil ainda ia ser passar a pedra sobre a pequena parede.
Determinado, o menininho empurrou, empurrou e empurrou, mas a cada vez que ele achava ter feito algum progresso, a pedra virava e rolava de volta para o tanque. O menininho grunhiu, lutou, empurrou, mas sua única recompensa era ter a pedra rolando de volta, esmagando seus dedinhos rechonchudos. Finalmente rompeu em lágrimas de frustração.
Durante todo o tempo, seu pai o observava de sua janela, aguardando o desenvolvimento de todo o drama. No momento em que as lágrimas caíram, uma sombra grande caiu sobre o menino. Era seu pai. Suavemente mas com firmeza, ele disse :
- Filho, por quê você não usou toda a força que você tinha disponível?
Derrotado, o menino respondeu :
- Mas eu usei, pai! Usei toda a força que eu tinha!
- Não, meu filho, corrigiu o pai bondosamente.
- Você não usou toda a força que você tinha. Você não me pediu ajuda.
E o pai do menino se abaixou, pegou a pedra e a retirou do tanque de areia.

Soa familiar?

Todos temos pedras a mover, e precisamos ir diretamente ao nosso Pai para conseguir que o trabalho seja feito!

Tradução Sergio Barros

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Esperança

"A esperança é algo que traz o sol às sombras das nossas vidas.
É o nosso vínculo com um amanhã melhor.
Quando a esperança permanece viva, também permanece nossa determinação de prosseguir"

Frances Hodgson Burnett

Momentos

Momentos felizes, louve a Deus.
Momentos difíceis, busque a Deus.
Momentos silenciosos, adore a Deus.
Momentos dolorosos, confie em Deus.
Cada momento, agradeça a Deus.

Autor Desconhecido